A falsificação de assinatura está cada vez mais comum, pois muitos indivíduos utilizam desse artifício para tirar proveito de alguém.

Portanto, falsificar qualquer tipo de documento é considerado como um crime perante a lei, com o direito à uma pena e até mesmo multa.

Todavia, será que existe algum método confiável e eficaz para provar que uma assinatura foi falsificada?

Sim, existe, embora muitos ainda não conheçam ainda, esse método tem se tornando bastante popular e recorrente devido ao crescente número de documentos e assinaturas falsas.

Assim sendo, continue lendo para descobrir qual é o método utilizado para provar que uma assinatura é falsa, como denunciar e qual é a pena para falsificação!

Como provar que a assinatura é falsa?

Não é incomum, especialmente nos dias atuais, alguém passar por uma situação onde tem a sua assinatura falsificada.

Aliás, existem diversos métodos e artifícios utilizados para falsificar assinaturas e outros tipos de documentos.

Portanto, conseguir identificar que uma assinatura foi, de fato, falsificada, é um trabalho extremamente meticuloso, e para ser feito, é necessário a intervenção de um perito grafotécnico.

O profissional possui formação especializada na área, e portanto, caso queira averiguar a autenticidade de uma assinatura ou provar que sua assinatura foi falsificada, o mais indicado é procurar por esse perito.

Assim sendo, após contratar o profissional para realizar o seu trabalho, o perito fará o exame grafotécnico, utilizando diversos métodos e ferramentas científicas que são capazes de avaliar meticulosamente a grafia da pessoa, e por fim, comprovar a sua autenticidade ou fraude.

No entanto, existem diversos métodos para utilizar dependendo do tipo de documento a ser analisado.

Esse trabalho é, sem dúvida, extremamente minucioso, e para realiza-lo, é essencial um profissional especializado que possui formação  e um conhecimento profundo sobre a grafoscopia.

Exame grafotécnico é capaz de comprovar a falsificação

Desse modo, para realizar o exame grafotécnico, o perito irá precisar do documento onde consta a assinatura falsificada, de preferência o original, e alguns outros documentos da autoria da vítima.

Pois, é através desses documentos que o perito grafotécnico irá analisar e comparar ambas as grafias, que como resultado, poderão determinar a falsificação.

Isso porque, cada pessoa, possui algo conhecido como identidade gráfica, que é tão singular quanto uma impressão digital, e é até mesmo considerada como um traço de personalidade.

Logo, mesmo que alguém faça uma assinatura bastante parecida, é praticamente impossível ficar 100% igual.

E se ficar, também será um indício de fraude, pois nem mesmo a própria pessoa consegue fazer duas assinaturas completamente iguais.

A identidade gráfica do indivíduo ainda estará impressa na assinatura, mesmo que minimamente.

Segundo especialistas, isso ocorre em virtude do nosso cérebro que, de forma inconsciente, envia o comando para executar a escrita de determinado modo.

Ou seja, por mais que uma assinatura esteja semelhante a original, ainda haverá traços, imperceptíveis a olhos leigos, que servem como uma espécie de rastro para identificar a fraude.

Portanto, existem muitos métodos diferentes para falsificar uma assinatura.

E, para comprovar que é, de fato uma falsificação ou para averiguar a autenticidade de uma assinatura, esse trabalho cabe somente ao perito grafotécnico.

Que por sua vez, irá realizar um exame bastante meticuloso com o objetivo de apontar a autenticidade ou comprovar a falsificação.

Apesar de existirem casos mais fáceis de serem analisados, ainda assim, apenas o perito grafotécnico possui capacitação para realizar esse exame.

Ao passo que, somente o especialista na área possui conhecimento para conseguir identificar os mínimos detalhes da escrita e, como resultado, comprovar a fraude.

 

Como denunciar falsificação de assinatura?

Como denunciar falsificação de assinatura

Infelizmente, nos dias atuais, a falsificação de assinatura se tornou uma prática extremamente comum e frequente.

Fazendo diversas vítimas que, como consequência, passam por situações extremamente desagradáveis.

As falsificações, geralmente, estão presentes em cheques, documentos pessoais, contratos financeiros e até mesmo corporativos.

Portanto, o mais indicado a fazer ao perceber que a sua assinatura foi falsificada, é agir imediatamente.

Pois, desse modo, há maiores chances de diminuir as consequências e danos em virtude da fraude.

Assim sendo, ao descobrir que a sua assinatura foi falsificada, você deve ir rapidamente registrar um boletim de ocorrência na delegacia para denunciar o ocorrido.

Logo após, se conseguir o documento original, é também indicado procurar por um perito grafotécnico.

Que, por meio de um exame devidamente meticuloso, irá analisar o documento e comprovar que a assinatura realmente foi falsificada.

 

Qual a pena para falsificação de assinatura?

Como dito no começo do artigo, a falsificação de assinatura é considerado como crime de falsificação de documento, podendo ser público ou particular, dependendo do caso.

E, como todo crime, possui uma pena para o indivíduo que falsificou.

Portanto, é necessário, logo ao identificar uma assinatura falsa, levar ao perito para realizar o exame para comprovar a falsificação e registrar um boletim de ocorrência imediatamente.

De acordo com o Artigo 297 do Código Penal Brasileiro, existe uma punição aplicada para aqueles indivíduos que cometem falsificação de documento.

Além da multa, pode variar entre 1 até 5 anos de reclusão se o documento for público, e de 1 até 3 anos de reclusão se o documento for particular.

Conclusão

Em suma, a falsificação de assinaturas tem se tornado uma prática constante ultimamente, e qualquer um pode passar por uma situação como essa.

No entanto, falsificação de assinatura é considerado um crime e que possui uma pena de 2 até 5 anos de reclusão, além da multa aplicada.

Para comprovar se uma assinatura realmente foi falsificada, existe os exames grafotécnicos, realizado por peritos na área, que analisam de forma meticulosa o documento.

Esse é o único método confiável e eficaz de comprovar a autenticidade de uma assinatura.

Portanto, caso aconteça de ter sua assinatura falsificada, o ideal é registrar imediatamente o boletim de ocorrência e contratar um perito grafotécnico para realizar o exame e comprovar a falsificação.

Enfim, caso ainda possua dúvidas em relação ao assunto, deixe o seu comentário!

O WhatsApp lançou no fim de Agosto uma nova política de privacidade que obriga os usuários a compartilharem os dados de sua conta -como número de telefone e tempo que passam no app- com o Facebook. Uma mudança que, segundo o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), esbarra nas normas do Marco Civil e do Código de Defesa do Consumidor.

Com as novas regras do aplicativo, o compartilhamento de dados não é opcional: ou o usuário aceita ou é obrigado a deixar o serviço. A única opção dada a ele é a permissão ou não do uso das informações coletadas para fins comerciais e para incrementar a experiência dele nos apps ligados ao Facebook (que incluem o Messenger e o Instagram). Ou seja, mediante consentimento, será possível receber recomendações de amizades no Facebook, por exemplo, de contatos do WhatsApp.

“É uma medida que claramente viola a proteção de dados pessoais dos usuários, que é um dos princípios básicos do Marco Civil”, considera Rafael Zanatta, pesquisador em telecomunicações do Idec. O especialista cita o artigo 7 do regulamento da Internet no Brasil, que descreve como direito do usuário o “não fornecimento a terceiros de seus dados pessoais, inclusive registros de conexão, e de acesso a aplicações de internet, salvo mediante consentimento livre, expresso e informado ou nas hipóteses previstas em lei.”

Como podemos ver abaixo:

Art. 7o O acesso à internet é essencial ao exercício da cidadania, e ao usuário são assegurados os seguintes direitos:

I – inviolabilidade da intimidade e da vida privada, sua proteção e indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;

II – inviolabilidade e sigilo do fluxo de suas comunicações pela internet, salvo por ordem judicial, na forma da lei;

III – inviolabilidade e sigilo de suas comunicações privadas armazenadas, salvo por ordem judicial;

IV – não suspensão da conexão à internet, salvo por débito diretamente decorrente de sua utilização;

V – manutenção da qualidade contratada da conexão à internet;

Tese também defendida por Rony Vainzof, da Escola Paulista de Direito. “Uma infração que aí sim é passível [de ser punida com] a suspensão das atividades do aplicativo, diferentemente do que ocorreu nos episódios anteriores em que o WhatsApp sai do ar no país.”

Mas, como acrescenta Vainzof, o compartilhamento dos dados dos usuários do WhatsApp para o Facebook não poderia ser classificado como “fornecimento a terceiros”. Isso porque, de acordo com ele, as empresas fazem parte de um mesmo grupo econômico, embora, no passado, o Facebook tenha tentado negar essa relação para se livrar de ações judiciais no país.

Além do mais, como relata o pesquisador do Idec, o Marco Civil obriga que as empresas detalhem quais os dados vão coletar e que obtenha consentimento para cada tipo de dado. “Mas até nisso o WhatsApp é vago”, completa ele

Infrações ao Código de Defesa do Consumidor

“Grandes e bons serviços prestados pelos provedores de apps são gratuitos, mas não filantrópicos. E a contrapartida de serviços tão bons são os nossos dados pessoais. O que tem que ser apurado é se é uma contrapartida justa e transparente”, aponta Vainzof, ao citar possíveis violações da mudança da política de privacidade do WhatsApp no Código de Defesa do Consumidor.

“Nesse caso, o abuso de poder econômico por parte da empresa é muito maior do que as infrações ao Marco Civil”.

Como ressalta Zanatta, trata-se do aplicativo mais utilizado no país, com quase 100 milhões de usuários. “Não dá para mudar as regras no meio do jogo. Ao entrar no app, as pessoas foram informadas de que nenhum dado era coletado. Mas, agora, a história é outra” , afirma. “É a escala de uso que torna os usuários cada vez mais vulneráveis e acaba favorecendo o Facebook a agir de forma impositiva.”

Nós, seres humanos, somos naturalmente curiosos e gostamos de saber da vida das outras pessoas, não é mesmo?

Por isso, quem nunca pensou em localizar pessoas pelo número do celular? Parece que essa vontade de monitorar o celular de uma pessoa aumenta ainda mais quando estamos em um relacionamento e não estamos seguros em confiar naquela pessoa.

Não precisa ter peso na consciência por querer rastrear o celular do seu marido, isso é bastante comum e muito procurado pelas mulheres, afinal é uma forma de se assegurar de que não está sendo enganada, ou se estiver, poder tomar as devidas providências.

Mas quando e como rastrear o celular do marido pelo número?

 

Quando rastrear o celular do marido pelo número?

Geralmente as mulheres costumam pensar em rastrear o celular de seus maridos quando percebem alguns sinais diferentes nas atitudes deles, mais que sinais podem ser estes?

  1. Você suspeita que ele está dando desculpas ou mentindo por telefone: se seu marido começar a dar desculpas para atrasos ou ausências, dizer que está em um lugar e depois você souber que ele está em outro, etc., pode ser um dos sinais de que você precisa rastrear o celular do seu marido.
  2. Gastos extras e inexplicáveis na fatura do cartão de crédito: as contas chegam e você pode ter acesso a elas? Então você percebe compras e pagamentos inexplicáveis na fatura e começa a suspeitar de algo? Uma forma de poder ter certeza pode ser rastreando o celular do seu marido.
  3. Falta de interesse e até mesmo manchas ou perfumes diferentes: se você percebe que seu marido não está muito interessado em você, ou as roupas dele têm novas fragrâncias, pode ser motivo para suspeitar de algo, então esse pode ser, também um sinal para rastrear o celular do seu marido.

 

Como rastrear o celular do marido pelo número?

Se você agora quer saber como localizar pessoas pelo número do celular sem que estas não saibam e também clonar o whatsapp delas, você está no lugar certo.

Há vários aplicativos e sites que conseguem rastrear o celular do seu marido e que além da localização podem fornecer outras informações.

Desse modo, iremos te dar uma dica que cumpre essa funcionalidade muito bem e que não deixa rastro para seu marido descobrir que está sendo monitorado.

Óbvio que essas plataformas, não necessariamente, podem ser usadas apenas para rastrear seu marido, mas podem serem usados de “n” formas, dependendo de sua intencionalidade, ok?

1. wSpy Pro

O wSpy Pro é um programa espião de celular bastante completo, além do mais, o dono do celular rastreado não suspeitará de nada.

Com esse programa a pessoa que está rastreando o celular terá acesso a praticamente tudo o que o dono do celular faz com ele.

Quando falamos de praticamente tudo, significa que não terá acesso apenas a sua localização, mas a mensagens de WhatsApp, contatos, lugares visitados, histórico de navegação, prints de conversas no Instagram, chamadas etc.

O wSpy Pro é uma das melhores opções, e mais segura, para quem busca rastrear o celular do seu marido sem deixar vestígios.

Fonte:https://bern1rdo.jusbrasil.com.br/noticias/386024703/mudanca-da-privacidade-do-whatsapp-e-contra-lei