Veja como se planejar para 2021 e ter o melhor ano da sua vida!

O ano de 2020 não foi exatamente o mais tranquilo de todos, certo? Mas, apesar de suas surpresas (algumas nem tão agradáveis assim), surgiram diversas oportunidades valiosas para aprendizado e crescimento. Essas lições não devem ser esquecidas, pois, 2021 terá início dentro de poucos dias.

E pensando nisso, estamos trazendo as dicas de que você precisa para se preparar para começar o próximo ano com o pé direito. Confira!

1 – Comece a organizar suas resoluções ANTES de 1º de janeiro

Comece a pensar em um plano de como você fará as mudanças que deseja antes de 1º de janeiro. Por exemplo, se o seu objetivo é exercício, faça-o agora.

Provavelmente, se você puder incorporá-lo em sua vida agora, janeiro será ainda mais fácil. Isso pode ser uma simples caminhada matinal antes do início do dia.

Se o seu objetivo é comer de forma mais saudável ou perder peso, essas mudanças levam tempo. Escolha receitas, faça suas compras, faça um plano de alimentação, etc.

Mesmo que você não comece a se alimentar de maneira diferente logo de cara, pelo menos estará preparado.

2 – Deixe de lado as expectativas

Não espere que as coisas sempre saiam do jeito que você deseja. 2020 foi a prova viva disso. Quando lidar com situações que fogem do seu controle e que parecem assustadoras, lembre-se de que você sempre tem uma das três opções:

  • Você pode ficar com raiva e desanimado porque o mundo não é como você gostaria que fosse e jogar a toalha;

  • Você pode colocar tudo em pausa e esperar que as coisas passem;

  • Você pode seguir em frente, continuar agindo e ver o que você pode fazer com a situação como ela está.

A chave é ser flexível e abrir mão das expectativas.

3 – Concentre-se no que você pode controlar

As pessoas gastam muito tempo e energia se preocupando com coisas que não podem influenciar ou mudar.

Ninguém sabe quando os bloqueios causados pela pandemia vão acabar, ninguém sabe se haverá uma vacina, ninguém sabe o que vai acontecer com a economia.

Em vez disso, é uma ideia muito melhor focar nas coisas que você pode controlar, e há duas áreas sobre as quais você sempre tem controle: o que você está pensando e o que está fazendo.

Você pode gastar seu tempo pensando sobre todas as coisas que deram errado ou pode focar sua atenção nas possibilidades e oportunidades.

4 – Estabeleça metas

Sim, continue a definir metas! Talvez evite planos excessivamente otimistas, como fazer uma viagem de três meses pela Europa, e em vez disso concentre-se nas coisas um pouco mais perto de casa.

Na hora de definir metas para 2021, considere dois tipos:

  • As metas “alcançáveis” (aqueles que sabemos que podem ser feitos independentemente da situação mundial, como estudo online, hobbies, projetos domésticos, projetos criativos, candidatura a promoção);

  • As metas “desejáveis” (por exemplo, competir em um triatlo, uma viagem internacional, executar um workshop presencial de trabalho).

É fundamental contar com uma combinação de ambas e de flexibilidade para lidar com as metas que nos são tiradas.

É recomendável que as pessoas reservem algum tempo para refletir sobre sua experiência este ano e o que aprenderam.

Faça a si mesmo perguntas como ‘O que você gosta e não gosta na sua vida agora?’ ‘O que você gostaria mais presente?’ E ‘O que você gostaria menos?’.

Usando essas respostas, crie uma imagem de como você gostaria que a vida fosse e depois pense em metas que o ajudariam a alcançar essa visão.

5 – Mantenha seus objetivos em mente

Para que possamos nos concentrar em nossos objetivos, é útil olhar sua lista de metas de tempos em tempos. Dessa forma, você é constantemente lembrado de onde deseja estar em 12 meses.

Coloque sua lista no espelho do banheiro para que seja a primeira coisa que você veja ao se preparar pela manhã.

Também ajuda tê-la por perto ao longo do dia – você pode até adicioná-la ao protetor de tela ou plano de fundo do seu computador! Se você deseja manter a lista um pouco mais privada, imprima-a e coloque-a na carteira.

6 – Acompanhe regularmente o seu progresso

Vamos ser sinceros, definir metas é fácil – o verdadeiro desafio é seguir e manter seus olhos no prêmio até chegar à linha de chegada.

Uma das maneiras mais eficazes de ajudar a permanecer no caminho certo é anotar seus esforços e progresso ao longo do caminho.

Mantenha um diário dedicado especificamente às suas resoluções e anote pequenas entradas de seus esforços e progresso diariamente. Pode parecer entediante no início, mas à medida que você continua, rapidamente se tornará um hábito.

Além disso, lembre-se de que você precisa comemorar suas “pequenas vitórias” ou marcos. Reserve um tempo para reler suas entradas após algumas semanas. Ver o quão longe você avançou desde o dia 1 ajudará a motivá-lo a continuar!

7 – Cultive uma mentalidade de gratidão

A felicidade é melhorada quando somos gratos pelo que temos e ajudamos as pessoas ao nosso redor.

Nossa saúde mental é fortemente influenciada por nossa saúde física, então metas de saúde alcançáveis também são úteis.

Pessoas são importantes.

Nossas conexões humanas são uma parte significativa do que melhora nossa saúde mental, então, quando podemos definir metas que são centradas nas pessoas, que também podem ajudar.

8 – Se dê uma folga quando necessário

A maioria das pessoas de grande sucesso diria a você com prazer que experimentaram mais fracassos do que sucesso.

O problema é que nem todo mundo tem o mesmo nível de resiliência para lidar com essas situações. E não há problema algum nisso!

Portanto, se você pretendia perder 15 quilos e se viu tendo uma refeição indulgente uma noite, não conclua imediatamente que não alcançará sua meta.

Tire um dia para aliviar a cabeça. Faça um daqueles cursos online com certificado que você queria. Dê uma volta no parque. Depois, basta sacudir a poeira e tentar novamente.

Verdade seja dita, realmente não importa o quão lento você vá, você terá sucesso se se recusar a desistir!

Estas são oito dicas que o ajudarão a tornar 2021 melhor para você e para os outros. Esperamos que você possa fazer deste novo ano o melhor período da sua vida!

Como o dólar poderá ficar no próximo ano com ou sem a vacina para a COVID-19

Neste ano o dólar alcançou os seus históricos R$6,00, um marco que nunca havia sido registrado anteriormente.

O mercado financeiro acredita que o dólar chegue ao fim de 2020 com um valor aproximado de R$5,40, já que houve uma queda nos últimos dias.

O cenário em que se encontra a economia ainda é rodeado de incertezas para o próximo ano, partindo do ponto que a cotação está oscilando tanto para cima quanto para baixo.

As expectativas em volta dessa moeda variam, pois com a segunda onda do Covid-19, a tendência é o aumento do valor da moeda americana.

Porém, a recente eleição do democrata Joe Biden para presidente dos Estados Unidos é um sinal de uma possível queda no preço.

Mas, ao certo, o que se pode esperar da moeda que possui grande influência em todo o mundo?

Como o dólar afeta a economia?

O preço do dólar tem contato direto com os produtos que são importados. Junto com o seu aumento de valor, vem o aumento de serviços e produção de empresas, o que afeta toda a economia.

Os exportadores levam vantagem da taxa de câmbio vendendo seus produtos para países estrangeiros.

Como o produto nacional fica mais barato e competitivo, alguns exportadores acabam se beneficiando dentro do Brasil.

A população, por sua vez, acaba sofrendo com o aumento do preço de produtos importados. A gasolina é um grande exemplo que acaba sendo afetado pela alta do valor.

O setor de turismo também acaba sendo afetado, já que viajar para países estrangeiros não é tão econômico quanto viajar para um local nacional. Enquanto isso, a população internacional vê um novo atrativo para ficar em terras brasileiras.

O dólar irá se desvalorizar em 2021?

Os especialistas dizem que há uma possível desvalorização do dólar que irá acontecer de forma gradual, sem uma queda muito brusca no começo.

Isso pode ocorrer justamente por conta do cenário político da eleição de Joe Biden, que abriu uma maior perspectiva de um pacote financeiro de auxílio durante a pandemia.

A postura do banco central americano também pode acabar por contribuir para a redução das pressões do aumento do dólar.

Porém, uma diferença significativa deve somente vir no segundo semestre de 2021, por conta de diversos motivos.

Dentre eles a pandemia do coronavírus, gastos públicos e falta de uma estrutura firme economicamente em terras brasileiras, o que faz investidores recuarem do país, o que aumenta o câmbio do mercado interno.

Coronavírus e o aumento do dólar

Sem dúvidas o que mais impede a maior valorização do real brasileiro é a segunda onda de Covid-19 no país, que influencia na alta do dólar

Com a fixação de uma nova onda chegando cada dia mais, a preocupação econômica passa de teórica para a etapa mais realista.

Os casos também avançam significamente em países europeus e americanos, e junto com o avanço, vem também novas medidas de restrições de movimentos para impedir o avanço do vírus.

O BGT Pactual, banco de investimento brasileiro, afirma que revisaram a previsão da sua taxa de câmbio de 2020, e o principal risco ao cenário seria uma segunda onda da doença no exterior.

Como será a relação do dólar com a vacina 

Mesmo com um cenário mais positivo no que se diz respeito à uma vacina, a corrida para se conseguir uma que seja 100% eficiente ainda é grande.

No Reino Unido, a vacina produzida pela Pfizer já irá virar o imunizante principal para a população a partir do dia 08 de dezembro.

Com uma possível retomada ao estado pré-pandemia, os países começam a ter esperança para conseguir converter toda a crise que se instalou durante este ano de caos da saúde e da economia.

Os investidores, porém, devem estar atentos ao avanço da ciência para a imunização global, já que possivelmente irá impor uma movimentação para baixo da moeda norte-americana.

Alguns especialistas apostam que com a vacina contra o Covid-19, a queda do dólar será bastante significativa, que terminaria por o devolver para os patamares de um valor pré-crise.

O avanço do real ainda não está previsto

Enquanto ainda acontece a oscilação de valores do dólar e com notícias positivas para uma possível queda do valor da moeda com a imunização mundial mais próxima, o real continua inseguro no que se diz respeito ao risco fiscal.

Esse risco fiscal é o que impede que o real tenha uma maior valorização. A explosão da dívida pública, risco de descontrole da situação fiscal e seu tombo histórico, são resultados do impacto da pandemia no Brasil.

Por conta disso, muitos investidores veem os riscos de apostar na moeda brasileira e, sendo assim, seu valor fica muito abaixo, e isso pode continuar ainda por um tempo, de acordo com o Banco Central.

Vale a pena investir no dólar mesmo com risco de queda?

Ainda que com uma tendência de baixa no preço do dólar, ainda há uma proteção para os investimentos com essa moeda.

Esse fator de proteção se dá pela visão dos investidores de que o dólar é um atrativo mais seguro mundialmente.

Mas é importante lembrar que esses atrativos são seguros sendo correspondentes a uma parcela da carteira de investimentos, então é mais prudente não investir tudo em um só lugar.

Quem deseja comprar dólar deve se manter preparado para os investimentos e atento ao mercado financeiro e a oscilação do valor.

Veja algumas táticas para aumentar o engajamento dos colaboradores na hora de criar o seu programa de capacitação de funcionários!

Quantas vezes você já viu funcionários alegres quando recebem a notícia de que precisam realizam algum tipo de treinamento? Em uma assustadora quantidade de vezes, a primeira reação dos colaboradores não costuma ser muito positiva.

Por alguma razão as pessoas associam esse momento de capacitação a algo que vai atrapalhar suas rotinas cheias de compromissos.

Mas então você pode pensar: “basta dizer aos funcionários que esse treinamento é obrigatório, não é mesmo?”

Isso até pode aumentar a participação dos colaboradores, mas em compensação, as chances de que o conhecimento seja realmente absorvido são baixas. A motivação é o que transforma o interesse em um assunto e o desejo de avançar em uma ação real.

Para ajudá-lo a engajar seus colaboradores na hora dos treinamentos, separamos algumas das melhores dicas para você considerar na hora de criar seu programa de capacitação!

Deixe claro o avanço na carreira

Muitos funcionários ficam rapidamente frustrados em um ambiente que não permite que eles cresçam e sigam novos passos em suas carreiras.

Portanto, se a sua empresa apresenta um curso que promova esse crescimento desejado, eles certamente ficarão animados. Isso lhes dá um objetivo pelo qual trabalhar.

Além disso, esse comportamento deixa bem claro que você se importa com seus funcionários. Quem não se sentiria motivado ao conviver num ambiente que se preocupa com seu crescimento pessoal e profissional?

Aproveite também para conversar com seus funcionários e entenda quais sãos suas necessidades. Que tipos de habilidades eles precisam em suas rotinas? Quais são as suas aspirações profissionais?

Esse tipo de investigação vai apontar qual será o caminho mais adequado na hora de implementar um novo treinamento.

O ideal é que os gestores e o próprio setor de RH trabalhem juntos na elaboração de um plano de formação e capacitação que vá de encontro com os objetivos dos colaboradores.

Contar com sistemas de gestão e trilhas de aprendizado certamente colocarão seus funcionários no caminho ideal para que atinjam seus próprios objetivos.

Apresente as informações certas no lugar certo

Criar um bom treinamento vai muito além de simplesmente escolher qual tópico será trabalhado. É fundamental planejar como esse material será disponibilizado. De nada adianta elaborar o melhor conteúdo do mundo se ele foi feito no formato inadequado e foi distribuído pelos canais errados.

Se você sabe que seus funcionários estão constantemente em seus computadores, crie um portal de cursos online, não distribua um livro ou os obrigue a fazer um curso presencial.

Além disso, quanto mais formas de consumir os conteúdos, mais os colaboradores se identificam com o processo de capacitação.

Existem pessoas que absorvem os conhecimentos por meio de e-books, enquanto outros preferem assistir videoaulas e fazer suas anotações.

Pergunte a opinião dos colaboradores

Perguntar aos seus funcionárioscomoeo que” eles querem aprender não será útil apenas para aprimorar o treinamento, mas também os fará sentir que suas opiniões importam.

Assim, será provável que levem a capacitação a sério porque são valorizados e sentem que foi feito um esforço para apresentar informações nas quais já estavam interessados.

Busque a opinião das mais diferentes pessoas e setores e use esses dados para criar o melhor treinamento possível.

E claro, depois que ele for implementado, busque pelo feedback das pessoas que o consumiram. Dessa forma você identifica gargalos e aprimora os materiais.

Ofereça recompensas

Embora os objetivos de longo prazo e as promoções sejam bons motivadores, às vezes você precisa de algo um pouco mais imediato.

Pode ser um prêmio em dinheiro por obter a pontuação mais alta em um teste de treinamento ou por concluir em uma data específica.

No entanto, não precisa ser dinheiro. Um vale-presente ou um certificado de reconhecimento para adicionar a um currículo também funcionaria.

Você pode até conseguir fazer um acordo com um restaurante ou teatro local para oferecer refeições ou ingressos gratuitos aos funcionários que concluírem determinado treinamento.

Fale sobre o benefício imediato

É fundamental que o funcionário entenda os benefícios dos treinamentos no longo prazo. Mas é tão importante quanto que você deixe bem claro como esses novos conhecimentos serão úteis AGORA!

Imagine como o trabalho de um vendedor se torna muito mais eficiente se ele estiver capacitado a realizar processos de devolução de produtos em vez de falar com os gerentes sempre que isso for necessário.

Esse tipo de melhoria estimula o senso de recompensa imediata que as pessoas tanto gostam.

Outra grande sacada é mostrar depoimentos de pessoas que fizeram o treinamento e como suas rotinas melhoraram. Muitas vezes, esse simples processo é o empurrão que falta para motivar seus colaboradores a iniciarem uma nova trilha de aprendizado na sua empresa.

Um funcionário da área de suporte ao cliente não imagina como seu trabalho pode ser mais fácil até o momento em que ouve alguma outra pessoa comentando como o treinamento tornou isso possível.

Seja flexível

No passado, o treinamento era normalmente realizado convidando-se os funcionários para uma sessão em que as informações eram apresentadas e eles ouviam antes de voltar ao trabalho.

Isso era feito de acordo com a programação da empresa, e qualquer pessoa que quisesse ou precisasse comparecer era obrigada a fazê-lo no horário especificado.

Isso não era ideal na época e é ainda menos adequado para a força de trabalho de hoje, que espera que as informações estejam disponíveis quando precisam.

É por isso que os cursos online com certificado vem ganhando destaque na área dos treinamentos. Eles permitem, que as pessoas aumentem continuamente seus conhecimentos e habilidades em seu próprio ritmo, o que elimina a desculpa de não ter tempo ou de não poder comparecer fisicamente a um treinamento.

Como você pode ver, uma grande parte da motivação é dar aos alunos metas e recompensas. Os programas de capacitação devem ser elaborados com benefícios imediatos e futuros em mente, porque isso é o que os tornará relevantes e deixará os funcionários entusiasmados com sua participação.

Conheça os principais setores da bolsa de valores e veja como eles podem ajudá-lo na hora de investir o seu dinheiro!

Você provavelmente já ouviu falar da bolsa de valores e do mercado de ações, mas será que você sabe quais os principais setores que fazem parte desse conjunto?

Antes de apresentá-los, precisamos esclarecer qual é o significado desse termo no mundo financeiro. Um setor da bolsa de valores refere-se a uma área específica com certas características.

Cada uma das ações comercializadas na bolsa de valores faz parte de um dos 11 setores existentes atualmente, tudo de acordo com o sistema de classificação mais comumente usado: o Global Industry Classification Standard (GICS).

Então, quais são os setores do mercado de ações? Aqui está um breve resumo de todos os segmentos e como você pode utilizá-los ao seu favor na hora de começar a investir. Confira!

1 – Materiais

Empresas com um core business que envolve pegar alguma matéria-prima ou recurso natural e, por meio de um processo, convertê-lo em algo mais útil quase sempre são rotuladas dentro do setor de materiais.

Muitas empresas químicas, mineradoras, metalúrgicas e madeireiras atuam no setor de materiais, assim como algumas ações de petróleo e gás natural.

2 – Industrial

Embora talvez mais vagamente definidos do que alguns dos outros setores, as empresas do setor industrial tendem a estar envolvidos diretamente na produção de bens de capital como aeronaves, equipamentos elétricos, maquinário industrial e similares ou no fornecimento de serviços de transporte e infraestrutura.

3 – Finanças

O setor financeiro inclui negócios que estão principalmente relacionados ao manuseio de dinheiro.

Os bancos são um grupo chave da indústria dentro do setor, mas você também encontrará seguradoras, corretoras, provedores de financiamento ao consumidor e fundos de investimento imobiliário relacionados a hipotecas entre as financeiras.

4 – Energia

Empreendimentos que prestam os serviços e equipamentos que permitem extrair fontes de energia da terra são considerados como parte deste setor, assim como a maioria das empresas que fazem a exploração, produção, refino e comercialização de combustíveis fósseis como petróleo, gás natural e carvão.

As prestadoras de serviços em campos petrolíferos também são consideradas parte do setor de energia, mesmo que apenas ajudem a localizar um reservatório para uma empresa maior ou vendam os equipamentos, fluidos e materiais.

5 – Consumidor discricionário

Às vezes, um nome pode dizer tudo. Consumidor discricionário é um dos setores da bolsa de valores mais apropriadamente nomeados: as empresas dentro desse segmento comercializam seus produtos e serviços para consumidores, não empresas.

Embora reconhecidamente uma generalização, o setor às vezes também é conhecido como consumidor cíclico, o que faz sentido quando você considera alguns setores que abrange: automóveis, vestuário, hotéis, restaurantes, negócios de lazer e bens de luxo, para citar alguns.

6 – Tecnologia da informação

Indiscutivelmente o principal setor do mercado de ações do século XXI, a tecnologia da informação contém praticamente todas as indústrias essenciais para o mundo atual movido a dispositivos pela Internet.

Em termos gerais, software, hardware e semicondutores são os três pilares desse setor, que é geograficamente dominado pelo Vale do Silício.

7 – Serviços de comunicação

Um dos mais novos setores do mercado de ações é o de serviços de comunicação, anteriormente conhecido como setor de telecomunicações e redefinido no outono de 2018.

Hoje, o setor de serviços de comunicação se refere vagamente a empresas que oferecem esses serviços (como as telecomunicações tradicionais) e empresas de mídia e entretenimento que facilitam a comunicação, mas também têm seu próprio conteúdo.

8 – Imóveis

Representam empresas que são responsáveis pelo desenvolvimento de novos empreendimentos imobiliários e, posteriormente, pela gestão dos mesmos, obtendo inquilinos para diversos espaços dentro da propriedade do empreendimento.

Além disso, a maioria dos fundos de investimento imobiliário, que são entidades empresariais com incentivos fiscais especiais que operam em várias áreas, são contabilizados como pertencentes ao setor.

9 – Saúde

A saúde é outro setor que está crescendo mais rápido do que a economia em geral, sendo responsável por uma porcentagem cada vez maior das despesas da população mundial.

Você tem dois lados amplos de saúde quando se trata de sua classificação no mercado de ações: os fabricantes de dispositivos médicos e prestadores de serviços médicos, por um lado, e os produtos biotecnológicos e farmacêuticos reais – os próprios medicamentos – por outro.

10 – Bens de consumo

Sem os frutos desse setor, a espécie humana estaria essencialmente extinta. Fabricantes e distribuidores de alimentos; bens domésticos não duráveis; produtos de higiene pessoal e bebidas – as necessidades vitais que as pessoas sempre precisam e compram, não importa quão boa ou ruim a economia esteja.

Você sempre precisa de comida, papel higiênico, sabão em pó, xampu, pasta de dente, etc. O setor de alimentos básicos é um dos mais defensivos, o que significa que pode se manter ou até avançar durante uma recessão, mas geralmente fica atrás do mercado em expansões.

11 – Serviços de utilidade pública

As concessionárias fornecem serviços fundamentalmente necessários, como água, gás e eletricidade, às comunidades locais e, muitas vezes, a regiões mais amplas.

Existem barreiras de entrada muito altas devido à natureza intensiva de capital e geograficamente limitante de seus negócios, muitas vezes tornando essas empresas monopólios naturais.

Por esse motivo, eles são altamente regulamentados e sua lucratividade é controlada pelo governo.

A classificação por setores no Brasil

Agora que você conheceu os 11 setores da bolsa de valores no mundo, é interessante destacar uma certa curiosidade: na B3 (a bolsa brasileira) existe um padrão próprio na hora de classificar as ações.

É muito similar ao que é utilizado globalmente, mas apresenta algumas particularidades.

Os setores da bolsa de valores, no Brasil, são:

  • Bens Industriais

  • Comunicações

  • Consumo Cíclico

  • Consumo não Cíclico

  • Financeiro

  • Materiais Básicos

  • Outros

  • Petróleo, Gás e Biocombustíveis

  • Saúde

  • Tecnologia da Informação

  • Utilidade Pública

Se você observar com atenção, verá que existem algumas diferenças de nomes para setores similares. Porém, no modelo brasileiro existe o segmento classificado como “Outros”, enquanto nos modelos estrangeiros existe o setor “imóveis”, que não consta no brasileiro.

Importância de diversificar seus investimentos

Você conhece o ditado, “não coloque todos os ovos na mesma cesta?”

Isso é especialmente relevante para o mercado de ações.

Por quê? Porque as ações do mesmo setor tendem a se mover juntas. Isso significa que, se algumas aplicações de energia estiverem baixas, é provável que outros também estejam. É por isso que você precisa diversificar seus investimentos e se certificar de que está espalhado por diferentes setores e aumentando sua exposição a alguns setores mais defensivos.

Se você planeja colocar seu dinheiro suado em renda variável, é melhor saber como investir em ações e como os setores estão se saindo.

Ficar cego sem nenhum conhecimento de como as coisas funcionam pode ser uma receita para o desastre.

Saiba quais são as vantagens mais procuradas pelos clientes quando o assunto é a contratação ou compra de um novo produto

Quem é que não gosta de uma boa oportunidade de negócio, ainda mais quando isso significa mais economia para o seu bolso?!

De fato, o consumidor antes de comprar ou contratar qualquer serviço/produto, precisa enxergar o valor e benefícios que terá diante daquela aquisição. Isso  faz com que as empresas e os empreendedores encarem um grande desafio na hora de inovar.

Mas afinal, o que esses clientes procuram e o que mais chama a sua atenção no momento decisivo de contratação?

É justamente para responder a essas perguntas que desenvolvemos este conteúdo especial. Acompanhe!

Qual o perfil do consumidor brasileiro?

Segundo um estudo denominado Estilos de Vida 2019, da empresa Nielsen, que estudou o comportamento do consumidor brasileiro, cerca de 55% dos entrevistados se declarou com um perfil mais negociador.

Isso significa que antes de fazer qualquer compra ou contratação, a tendência é que as pessoas pesquisem mais sobre aquilo que estão prestes a adquirir. Desta forma, elas conseguem  pechinchar por melhores condições de negócio.

Além disso, existe outra parcela da população que espera o momento certo para concluir uma compra. Normalmente, costuma ser quando há alguma promoção ou condição especial de negociação.

A forma como o brasileiro escolhe as empresas que vão atender às suas necessidades também mudou de uns anos para cá: com 64% da população com acesso a um smartphone, a busca por serviços mais digitais aumentou consideravelmente na última década.

Embora não seja a maioria, há hoje uma maior aceitação dos produtos digitais, uma vez que eles ajudam a facilitar o dia a dia, trazendo mais comodidade e segurança para rotina corrida e agitada.

Neste sentido, quem mais se beneficia com as tecnologias são os jovens, que estão entre os potenciais compradores e contratantes dos serviços online.

O que mais chama a atenção desses consumidores?

Já percebemos que trata-se de um consumidor mais ativo e que possui ferramentas disponíveis para pesquisar o que deseja. Por isso, o desafio dos empreendedores e instituições está justamente em criar atrativos para conquistar a confiança e atenção do público-alvo.

Neste sentido, existem o que chamamos de “gatilhos”. Eles têm como principal objetivo despertar o interesse do público através de vantagens e benefícios que o produto irá lhe trazer.

Eles normalmente evidenciam as características capazes de atender às necessidades e resolver um ou mais problemas específicos – as dores do cliente – que o fizeram buscar por aquela solução.

Dentre esses benefícios, alguns são os mais procurados pelos consumidores e são considerados fundamentais para a tomada de decisão.

Veja a seguir quais são eles:

Recompensas

As recompensas oferecidas para os clientes, tanto no momento de contratação do serviço, quanto durante a sua utilização, estão entre os fatores que mais chamam a atenção. Isso ocorre principalmente durante a fase de pesquisa.

Bônus para quem contratar determinado plano, cashback para ter de volta parte do dinheiro investido no produto/serviço ou até mesmo desconto para avaliar e divulgar o produto são algumas das recompensas que fazem sucesso hoje no mercado.

Benefícios

Os benefícios que um produto ou serviço proporciona aos seus clientes também são grandes diferenciais buscados pelo consumidor.

Isso porque, de nada adianta “vender” algo com mil e uma características sem que o cliente enxergue como aquilo realmente pode solucionar o seu real problema.

Para exemplificar melhor, é necessário entender primeiro qual a diferença entre característica, vantagem e benefício.

Característica é a composição do produto/serviço, com suas especificações técnicas. Exemplo: Automóvel com direção hidráulica, motor 1.6, travas e vidros elétricas.

Já a vantagem é o ganho que o cliente terá ao utilizar-se de determinadas características. Exemplo: Carro com direção hidráulica é mais confortável do que os com direção mecânica.

Em relação ao benefício, este vai ao encontro justamente com a real necessidade do cliente. Exemplo: carro com direção hidráulica permite que o motorista estacione o carro com mínimo esforço e faça manobras com mais conforto.

Economia

Ainda em relação ao aspecto financeiro, serviços e produtos que ofereçam mais economia para os consumidores estão entre os mais procurados. Isso ocorre justamente pela vantagem proporcionada diante dos outros concorrentes.

Hoje em dia, diversas modalidades que visam trazer ao mercado preços mais justos têm ganhado cada vez mais atenção daqueles que priorizam custo x benefício.

Conhecidos como serviços Pay Per Use – em tradução, pago por uso – eles oferecem aos clientes a possibilidade de pagar por um serviço completo, por um preço bem mais acessível do que o praticado no mercado tradicional.

Um bom exemplo desse tipo de solução é o seguro auto Pay Per Use. Nesta modalidade, os consumidores podem contar com um seguro auto completo, pagando apenas uma mensalidade simbólica, mais o valor de alguns centavos por quilômetro rodado.

Os benefícios em termos financeiros chegam a ser até 60% maiores do que nos serviços de seguro tradicionais, se adequando às necessidades do consumidor moderno.

Descubra como a educação financeira pode te ajudar a ter uma relação saudável com dinheiro

Os tempos de crise só evidenciam o quanto deveríamos ter tomado mais cuidado com assunto pertinentes da nossa vida financeira quando tudo estava ao menos estável. Em 2020, o brasileiro tem tido muito tempo para pensar sobre isso, já que a pandemia que o mundo enfrenta teve um grande impacto sobre a economia.

Segundo um levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o endividamento das famílias brasileiras na pandemia já é maior do que na crise de 2014. Em junho de 2020 esse número alcançou novo recorde histórico: 67,1%

Isso quer dizer que mais da metade das famílias brasileiras têm contas em aberto no cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal ou prestação de carro e seguro.

Claro, o contexto em que vivemos tem influência nesses números, mas como falamos no início desse texto, é preciso estar preparado para os tempos difíceis. Mas, como fazer isso? A resposta é: cuidando da sua saúde financeira.

Manter uma vida organizada não é nenhum bicho de sete cabeças, mas para conseguir isso é preciso entender melhor sobre finanças. Descubra abaixo sete dicas que vão te ajudar a ter uma nova visão sobre o assunto:

1 – Entenda seu orçamento 

Como administrar bem o seu dinheiro se você não tem o mínimo controle sobre o que entra e o que sai da sua conta bancária? A primeira dica para sair do vermelho é entender por que você está nele.

Muitas pessoas usam planilhas para auxiliar nesse momento de mapeamento, você pode inclusive fazer uma de acordo com as suas necessidades.

Inclua salário, despesas fixas, despesas variáveis, lazer, e até dívidas.

2 – Aprenda a controlar seus gastos

Com a sua planilha organizada, vamos ao segundo passo: controle de gastos. Sabendo quanto são os seus ganhos, você consegue ter um maior controle de onde vai o seu dinheiro.

É muito comum para as pessoas que gostam muito de gastar não gostem de olhar seus saldos, mas saiba que esse é um medo a ser superado. Para que você tenha um uso consciente do seu dinheiro, precisa saber quanto ainda sobra na conta, não é?

3 – Corte o que é dispensável 

Quando você colocar todos os gastos à vista e aprender a controlar seus gastos, vai poder ver com mais clareza onde não precisa gastar dinheiro. Comece tentando diminuir os pacotes que você já tem contratado, por exemplo: tv a cabo, internet, plano de celular.

Se isso ainda não for suficiente para enquadrar seu orçamento, vamos ter que partir para algumas mudanças mais drásticas como eliminar dos seus gastos o que não é essencial para a sua vida (nem que seja por apenas alguns meses).

Tome isso como uma atitude temporária até que você consiga melhorar a sua vida financeira.

4 – Renegocie suas dívidas 

Caso você perceba que as dívidas que você adquiriu estejam começando a apertar o seu orçamento, não deixe que isso vire uma bola de neve. Tome a frente da situação e renegocie o que precisar com as instituições financeiras correspondentes.

Uma vez que seu orçamento entrar na linha, é a hora de colocar suas dívidas na linha. Converse com o banco e chegue a um valor que consegue pagar, mas lembre-se: ao renegociar uma dívida você precisa arcar com aquela responsabilidade.

Assumir um novo valor que você ainda não pode pagar só vai piorar sua situação.

5 – Venda itens que não precisa mais para ter uma renda extra

O brasileiro tem alguns problemas com o desapego, mas em países como os Estados Unidos, por exemplo, é muito comum caminhar pelos condomínios e se deparar com os famosos Garage sale, que são itens à venda que os moradores da casa não querem mais.

Com os imóveis cada vez menores, as pessoas acabam ficando sem espaço para novas aquisições e você pode resolver isso colocando itens que não usa mais à venda. A internet hoje possibilita que essa transação seja segura e fácil em sites como OLX, Enjoei ou até o Marketplace do Facebook.

Esse dinheiro extra pode ser investido e multiplicado, o que pode dar uma turbinada no seu orçamento. Esse dinheiro também pode ir para a sua reserva de emergência, item essencial para quem quer estar sempre pronto quando o assunto é dinheiro.

6 – Aprenda a investir seu dinheiro

Uma das maneiras mais inteligentes de preservar o seu dinheiro e fazê-lo trabalhar por você é aprender a investir. Primeiro defina o seu perfil de investidor:

  • Conservador – não gosta de riscos e prefere rentabilidades regulares e às vezes pequenas, mas em longo prazo;

  • Moderador –  prefere correr um pouco mais de riscos em troca de retornos maiores e mais rápidos;

  • Agressivo –  corre altos riscos, de forma controlada, em troca de ganhos muito maiores em menos tempo.

Depois de traçar o seu perfil, encontre os investimentos que se encaixam nele. Deixar o seu dinheiro parado na poupança é tão ruim quanto deixá-lo guardado debaixo do colchão, como as pessoas faziam antigamente.

Isso porque a inflação é o pior inimigo do dinheiro parado: com o passar do tempo, o dinheiro desvaloriza e se ele não rende ao menos conforme a inflação, mais do que ganhar dinheiro você perde esse dinheiro.

7 –  Invista na educação financeira

Invista também seu tempo no seu aprendizado. Aposte em cursos online com certificado sobre temas que te ajudem a cuidar melhor do seu dinheiro, como finanças pessoais, administração contábil, entre outros.

Você pode fazer tudo isso online, em videoaulas com materiais exclusivos. O cuidado com o orçamento familiar deve existir sempre, mesmo quando não temos um alto poder aquisitivo.

Quanto mais organizado você for, melhor vai viver e mais preparado vai estar para lidar com as adversidades que aparecerem.

Gostou das dicas? Comece a colocar tudo em prática e prepare-se para ter uma vida financeira mais saudável.

Devido às limitações decorrentes do distanciamento social, os processos podem ser facilitados por meio de plataformas digitais

Em meio à situação de pandemia do novo coronavírus (Covid-19), as empresas tiveram que reformular seus métodos de trabalho. Perda de clientes, indisponibilidade de comparecimento de colaboradores e fornecedores, interrupções na produção e na prestação de serviços, etc. são algumas consequências decorrentes do período de quarentena, imposta por governos e órgãos de saúde em todo o mundo.

Deste modo, muito há de ser feito para manter os negócios disponíveis e em progressão, inclusive, conseguir novas formas de realizar os processos que necessitam de deslocamento, contato presencial e manuseamento de objetos físicos.

O “home office” virou a principal ferramenta para manter as operações sob controle. Mas será que não faltarão recursos essenciais nesse regime de trabalho?

Mesmo com o abalo em que o meio empresarial se encontra, a histeria não deve prevalecer, pois existem soluções digitais disponíveis no mercado que são capazes de atender a maioria das demandas corporativas do dia a dia.

Como funcionam as soluções digitais?

Hoje em dia, existem plataformas que desmaterializam todo o procedimento documental físico que, por muitos anos, foi imprescindível. Aquela papelada que, muitas vezes, ficava enfurnada nos armários das empresas, já não é mais necessária.

Além de evitar a ocupação de espaço, que já é escasso devido ao crescimento demográfico acelerado nas cidades, é priorizada a segurança, organização, facilidade em localizar qualquer arquivo, economia de material, entre outras vantagens.

Não só na digitalização de documentos, mas como na administração e gestão dos processos que uma empresa passa, essas plataformas auxiliam para que não se perca tempo com o que antes era uma “dor de cabeça”.

A burocratização na admissão e demissão dos funcionários, gastos e todo o controle dos recursos de uma empresa são delicados em qualquer situação. E, no atual período, se torna ainda mais importante.

Pensando nisso, as plataformas que disponibilizam soluções digitais, por exemplo, podem contribuir muito nesses processos.

Mas como a famigerada “papelada” pode ser resolvida?

Extingue-se toda parte física, que passa a ser digital. Há a possibilidade de assinar documentos virtualmente, bem como o envio e recebimento deles.

Como pode ajudar em períodos de normalidade?

no período de normalidade, esses processos podem exigir uma atenção minuciosa muito complicada de ser feita em massa. Cada dia mais, as empresas crescem suas demandas, o que dificulta os processos administrativos, que podem ser realizados por um sistema.

Necessidades simples, como a folha de pagamento dos funcionários, podem ser solucionadas apenas com uma ferramenta.

Nesse sentido, a inteligência artificial pode atuar diminuindo a preocupação com esses procedimentos e dando espaço para se focar no importante: a ação.

A otimização do tempo é algo a ser priorizado, porque as multitarefas são presentes em todo âmbito de trabalho. Diversas inovações colocam o mercado em constância nas estratégias, que precisam ser reformuladas e reinventadas a todo instante.

A inconstância requer que  ações de massa sejam desumanizados, para que o campo de ação seja executado de forma premeditada, sem que haja necessidade de medidas tomadas no impulso. A automação de processos é primordial e traz inúmeros benefícios.

Será que esses procedimentos são legitimados?

Apesar de serem completamente digitais, existem ferramentas de verificação que garantem a autenticidade dos documentos, de modo que são necessárias informações de identificação que são validadas por meio da criptografia.

Ademais, o acesso a eles também é restrito. Há diversas formas de se proteger informações importantes, muito mais que de forma física.

Segurança

A segurança é mais um ponto importante a ser exaltado, sendo, os arquivos, protegidos por contas/perfis definidos coerentemente com a hierarquia da empresa, com login, senha, mais de um fator de autenticação, entre outros meios de proteção.

Não havendo a possibilidade de extravio, roubo, perda ou vazamento de dados, a digitalização é a melhor opção para que informações importantes não caiam nas mãos erradas.

Como os documentos são organizados?

Com a dificuldade em manusear grandes quantidades de documentos, a organização é indispensável para manter o controle dos negócios.

Antes de serem organizados, são analisados para identificar possíveis pendências, para que não se percam no meio do processo.

Partindo do ponto em que perdê-los de controle pode acarretar problemas graves para a empresa, essa fase é a mais importante na implementação da digitalização.

E, para que tudo fique em ordem, o sistema de fluxo automático organiza-os em seus devidos lugares, sendo movimentados quando programado.

O controle e histórico também são muito importantes no que se refere à localização dos arquivos, pois, decorrente do grande fluxo, encontrá-los só será possível por meio dessa ferramenta.

Ao implementar uma solução digital, seus processos de auditoria serão muito mais ágeis e assertivos.

O RH digital reduz custos?

Os gastos para armazenar documentos físicos são altíssimos:

Necessidade de um espaço para guardá-los, conservá-los em boas condições – evitando que adversidades possam deteriorar o material – e toda manutenção que os documentos exigem são descartados.

O gerenciamento das atividades pelo sistema inteligente também é um forte controlador de gastos, pois reduz a necessidade de auxiliares e assistentes, que podem ajudar em questões mais importantes, como dito acima.

E como isso influencia em bons resultados?

Para a obtenção de resultados positivos, a estrutura de uma empresa deve ser reformulada desde os pontos de menor importância, até os maiores.

Sendo assim, todos os campos passam por transformações quando se abre espaço para tecnologias que facilitam o trabalho.

Ainda, podemos contar com esse tipo de solução em momentos de crise, como o que está sendo vivido. É importante contar com as imprevisibilidades e aderir às técnicas empresariais disponíveis.

A plataforma de RH digital pode ajudar a resolução de problemas internos e externos, pois pode facilitar, até mesmo, o contato com os clientes. Abrir-se a essas tendências só torna o empreendimento em contato com o novo, sendo sempre evidência no mercado e se destacando frente aos concorrentes.