Conheça os principais setores da bolsa de valores e veja como eles podem ajudá-lo na hora de investir o seu dinheiro!

Você provavelmente já ouviu falar da bolsa de valores e do mercado de ações, mas será que você sabe quais os principais setores que fazem parte desse conjunto?

Antes de apresentá-los, precisamos esclarecer qual é o significado desse termo no mundo financeiro. Um setor da bolsa de valores refere-se a uma área específica com certas características.

Cada uma das ações comercializadas na bolsa de valores faz parte de um dos 11 setores existentes atualmente, tudo de acordo com o sistema de classificação mais comumente usado: o Global Industry Classification Standard (GICS).

Então, quais são os setores do mercado de ações? Aqui está um breve resumo de todos os segmentos e como você pode utilizá-los ao seu favor na hora de começar a investir. Confira!

1 – Materiais

Empresas com um core business que envolve pegar alguma matéria-prima ou recurso natural e, por meio de um processo, convertê-lo em algo mais útil quase sempre são rotuladas dentro do setor de materiais.

Muitas empresas químicas, mineradoras, metalúrgicas e madeireiras atuam no setor de materiais, assim como algumas ações de petróleo e gás natural.

2 – Industrial

Embora talvez mais vagamente definidos do que alguns dos outros setores, as empresas do setor industrial tendem a estar envolvidos diretamente na produção de bens de capital como aeronaves, equipamentos elétricos, maquinário industrial e similares ou no fornecimento de serviços de transporte e infraestrutura.

3 – Finanças

O setor financeiro inclui negócios que estão principalmente relacionados ao manuseio de dinheiro.

Os bancos são um grupo chave da indústria dentro do setor, mas você também encontrará seguradoras, corretoras, provedores de financiamento ao consumidor e fundos de investimento imobiliário relacionados a hipotecas entre as financeiras.

4 – Energia

Empreendimentos que prestam os serviços e equipamentos que permitem extrair fontes de energia da terra são considerados como parte deste setor, assim como a maioria das empresas que fazem a exploração, produção, refino e comercialização de combustíveis fósseis como petróleo, gás natural e carvão.

As prestadoras de serviços em campos petrolíferos também são consideradas parte do setor de energia, mesmo que apenas ajudem a localizar um reservatório para uma empresa maior ou vendam os equipamentos, fluidos e materiais.

5 – Consumidor discricionário

Às vezes, um nome pode dizer tudo. Consumidor discricionário é um dos setores da bolsa de valores mais apropriadamente nomeados: as empresas dentro desse segmento comercializam seus produtos e serviços para consumidores, não empresas.

Embora reconhecidamente uma generalização, o setor às vezes também é conhecido como consumidor cíclico, o que faz sentido quando você considera alguns setores que abrange: automóveis, vestuário, hotéis, restaurantes, negócios de lazer e bens de luxo, para citar alguns.

6 – Tecnologia da informação

Indiscutivelmente o principal setor do mercado de ações do século XXI, a tecnologia da informação contém praticamente todas as indústrias essenciais para o mundo atual movido a dispositivos pela Internet.

Em termos gerais, software, hardware e semicondutores são os três pilares desse setor, que é geograficamente dominado pelo Vale do Silício.

7 – Serviços de comunicação

Um dos mais novos setores do mercado de ações é o de serviços de comunicação, anteriormente conhecido como setor de telecomunicações e redefinido no outono de 2018.

Hoje, o setor de serviços de comunicação se refere vagamente a empresas que oferecem esses serviços (como as telecomunicações tradicionais) e empresas de mídia e entretenimento que facilitam a comunicação, mas também têm seu próprio conteúdo.

8 – Imóveis

Representam empresas que são responsáveis pelo desenvolvimento de novos empreendimentos imobiliários e, posteriormente, pela gestão dos mesmos, obtendo inquilinos para diversos espaços dentro da propriedade do empreendimento.

Além disso, a maioria dos fundos de investimento imobiliário, que são entidades empresariais com incentivos fiscais especiais que operam em várias áreas, são contabilizados como pertencentes ao setor.

9 – Saúde

A saúde é outro setor que está crescendo mais rápido do que a economia em geral, sendo responsável por uma porcentagem cada vez maior das despesas da população mundial.

Você tem dois lados amplos de saúde quando se trata de sua classificação no mercado de ações: os fabricantes de dispositivos médicos e prestadores de serviços médicos, por um lado, e os produtos biotecnológicos e farmacêuticos reais – os próprios medicamentos – por outro.

10 – Bens de consumo

Sem os frutos desse setor, a espécie humana estaria essencialmente extinta. Fabricantes e distribuidores de alimentos; bens domésticos não duráveis; produtos de higiene pessoal e bebidas – as necessidades vitais que as pessoas sempre precisam e compram, não importa quão boa ou ruim a economia esteja.

Você sempre precisa de comida, papel higiênico, sabão em pó, xampu, pasta de dente, etc. O setor de alimentos básicos é um dos mais defensivos, o que significa que pode se manter ou até avançar durante uma recessão, mas geralmente fica atrás do mercado em expansões.

11 – Serviços de utilidade pública

As concessionárias fornecem serviços fundamentalmente necessários, como água, gás e eletricidade, às comunidades locais e, muitas vezes, a regiões mais amplas.

Existem barreiras de entrada muito altas devido à natureza intensiva de capital e geograficamente limitante de seus negócios, muitas vezes tornando essas empresas monopólios naturais.

Por esse motivo, eles são altamente regulamentados e sua lucratividade é controlada pelo governo.

A classificação por setores no Brasil

Agora que você conheceu os 11 setores da bolsa de valores no mundo, é interessante destacar uma certa curiosidade: na B3 (a bolsa brasileira) existe um padrão próprio na hora de classificar as ações.

É muito similar ao que é utilizado globalmente, mas apresenta algumas particularidades.

Os setores da bolsa de valores, no Brasil, são:

  • Bens Industriais

  • Comunicações

  • Consumo Cíclico

  • Consumo não Cíclico

  • Financeiro

  • Materiais Básicos

  • Outros

  • Petróleo, Gás e Biocombustíveis

  • Saúde

  • Tecnologia da Informação

  • Utilidade Pública

Se você observar com atenção, verá que existem algumas diferenças de nomes para setores similares. Porém, no modelo brasileiro existe o segmento classificado como “Outros”, enquanto nos modelos estrangeiros existe o setor “imóveis”, que não consta no brasileiro.

Importância de diversificar seus investimentos

Você conhece o ditado, “não coloque todos os ovos na mesma cesta?”

Isso é especialmente relevante para o mercado de ações.

Por quê? Porque as ações do mesmo setor tendem a se mover juntas. Isso significa que, se algumas aplicações de energia estiverem baixas, é provável que outros também estejam. É por isso que você precisa diversificar seus investimentos e se certificar de que está espalhado por diferentes setores e aumentando sua exposição a alguns setores mais defensivos.

Se você planeja colocar seu dinheiro suado em renda variável, é melhor saber como investir em ações e como os setores estão se saindo.

Ficar cego sem nenhum conhecimento de como as coisas funcionam pode ser uma receita para o desastre.

Saiba quais são as vantagens mais procuradas pelos clientes quando o assunto é a contratação ou compra de um novo produto

Quem é que não gosta de uma boa oportunidade de negócio, ainda mais quando isso significa mais economia para o seu bolso?!

De fato, o consumidor antes de comprar ou contratar qualquer serviço/produto, precisa enxergar o valor e benefícios que terá diante daquela aquisição. Isso  faz com que as empresas e os empreendedores encarem um grande desafio na hora de inovar.

Mas afinal, o que esses clientes procuram e o que mais chama a sua atenção no momento decisivo de contratação?

É justamente para responder a essas perguntas que desenvolvemos este conteúdo especial. Acompanhe!

Qual o perfil do consumidor brasileiro?

Segundo um estudo denominado Estilos de Vida 2019, da empresa Nielsen, que estudou o comportamento do consumidor brasileiro, cerca de 55% dos entrevistados se declarou com um perfil mais negociador.

Isso significa que antes de fazer qualquer compra ou contratação, a tendência é que as pessoas pesquisem mais sobre aquilo que estão prestes a adquirir. Desta forma, elas conseguem  pechinchar por melhores condições de negócio.

Além disso, existe outra parcela da população que espera o momento certo para concluir uma compra. Normalmente, costuma ser quando há alguma promoção ou condição especial de negociação.

A forma como o brasileiro escolhe as empresas que vão atender às suas necessidades também mudou de uns anos para cá: com 64% da população com acesso a um smartphone, a busca por serviços mais digitais aumentou consideravelmente na última década.

Embora não seja a maioria, há hoje uma maior aceitação dos produtos digitais, uma vez que eles ajudam a facilitar o dia a dia, trazendo mais comodidade e segurança para rotina corrida e agitada.

Neste sentido, quem mais se beneficia com as tecnologias são os jovens, que estão entre os potenciais compradores e contratantes dos serviços online.

O que mais chama a atenção desses consumidores?

Já percebemos que trata-se de um consumidor mais ativo e que possui ferramentas disponíveis para pesquisar o que deseja. Por isso, o desafio dos empreendedores e instituições está justamente em criar atrativos para conquistar a confiança e atenção do público-alvo.

Neste sentido, existem o que chamamos de “gatilhos”. Eles têm como principal objetivo despertar o interesse do público através de vantagens e benefícios que o produto irá lhe trazer.

Eles normalmente evidenciam as características capazes de atender às necessidades e resolver um ou mais problemas específicos – as dores do cliente – que o fizeram buscar por aquela solução.

Dentre esses benefícios, alguns são os mais procurados pelos consumidores e são considerados fundamentais para a tomada de decisão.

Veja a seguir quais são eles:

Recompensas

As recompensas oferecidas para os clientes, tanto no momento de contratação do serviço, quanto durante a sua utilização, estão entre os fatores que mais chamam a atenção. Isso ocorre principalmente durante a fase de pesquisa.

Bônus para quem contratar determinado plano, cashback para ter de volta parte do dinheiro investido no produto/serviço ou até mesmo desconto para avaliar e divulgar o produto são algumas das recompensas que fazem sucesso hoje no mercado.

Benefícios

Os benefícios que um produto ou serviço proporciona aos seus clientes também são grandes diferenciais buscados pelo consumidor.

Isso porque, de nada adianta “vender” algo com mil e uma características sem que o cliente enxergue como aquilo realmente pode solucionar o seu real problema.

Para exemplificar melhor, é necessário entender primeiro qual a diferença entre característica, vantagem e benefício.

Característica é a composição do produto/serviço, com suas especificações técnicas. Exemplo: Automóvel com direção hidráulica, motor 1.6, travas e vidros elétricas.

Já a vantagem é o ganho que o cliente terá ao utilizar-se de determinadas características. Exemplo: Carro com direção hidráulica é mais confortável do que os com direção mecânica.

Em relação ao benefício, este vai ao encontro justamente com a real necessidade do cliente. Exemplo: carro com direção hidráulica permite que o motorista estacione o carro com mínimo esforço e faça manobras com mais conforto.

Economia

Ainda em relação ao aspecto financeiro, serviços e produtos que ofereçam mais economia para os consumidores estão entre os mais procurados. Isso ocorre justamente pela vantagem proporcionada diante dos outros concorrentes.

Hoje em dia, diversas modalidades que visam trazer ao mercado preços mais justos têm ganhado cada vez mais atenção daqueles que priorizam custo x benefício.

Conhecidos como serviços Pay Per Use – em tradução, pago por uso – eles oferecem aos clientes a possibilidade de pagar por um serviço completo, por um preço bem mais acessível do que o praticado no mercado tradicional.

Um bom exemplo desse tipo de solução é o seguro auto Pay Per Use. Nesta modalidade, os consumidores podem contar com um seguro auto completo, pagando apenas uma mensalidade simbólica, mais o valor de alguns centavos por quilômetro rodado.

Os benefícios em termos financeiros chegam a ser até 60% maiores do que nos serviços de seguro tradicionais, se adequando às necessidades do consumidor moderno.

Descubra como a educação financeira pode te ajudar a ter uma relação saudável com dinheiro

Os tempos de crise só evidenciam o quanto deveríamos ter tomado mais cuidado com assunto pertinentes da nossa vida financeira quando tudo estava ao menos estável. Em 2020, o brasileiro tem tido muito tempo para pensar sobre isso, já que a pandemia que o mundo enfrenta teve um grande impacto sobre a economia.

Segundo um levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o endividamento das famílias brasileiras na pandemia já é maior do que na crise de 2014. Em junho de 2020 esse número alcançou novo recorde histórico: 67,1%

Isso quer dizer que mais da metade das famílias brasileiras têm contas em aberto no cheque pré-datado, cartão de crédito, cheque especial, carnê de loja, empréstimo pessoal ou prestação de carro e seguro.

Claro, o contexto em que vivemos tem influência nesses números, mas como falamos no início desse texto, é preciso estar preparado para os tempos difíceis. Mas, como fazer isso? A resposta é: cuidando da sua saúde financeira.

Manter uma vida organizada não é nenhum bicho de sete cabeças, mas para conseguir isso é preciso entender melhor sobre finanças. Descubra abaixo sete dicas que vão te ajudar a ter uma nova visão sobre o assunto:

1 – Entenda seu orçamento 

Como administrar bem o seu dinheiro se você não tem o mínimo controle sobre o que entra e o que sai da sua conta bancária? A primeira dica para sair do vermelho é entender por que você está nele.

Muitas pessoas usam planilhas para auxiliar nesse momento de mapeamento, você pode inclusive fazer uma de acordo com as suas necessidades.

Inclua salário, despesas fixas, despesas variáveis, lazer, e até dívidas.

2 – Aprenda a controlar seus gastos

Com a sua planilha organizada, vamos ao segundo passo: controle de gastos. Sabendo quanto são os seus ganhos, você consegue ter um maior controle de onde vai o seu dinheiro.

É muito comum para as pessoas que gostam muito de gastar não gostem de olhar seus saldos, mas saiba que esse é um medo a ser superado. Para que você tenha um uso consciente do seu dinheiro, precisa saber quanto ainda sobra na conta, não é?

3 – Corte o que é dispensável 

Quando você colocar todos os gastos à vista e aprender a controlar seus gastos, vai poder ver com mais clareza onde não precisa gastar dinheiro. Comece tentando diminuir os pacotes que você já tem contratado, por exemplo: tv a cabo, internet, plano de celular.

Se isso ainda não for suficiente para enquadrar seu orçamento, vamos ter que partir para algumas mudanças mais drásticas como eliminar dos seus gastos o que não é essencial para a sua vida (nem que seja por apenas alguns meses).

Tome isso como uma atitude temporária até que você consiga melhorar a sua vida financeira.

4 – Renegocie suas dívidas 

Caso você perceba que as dívidas que você adquiriu estejam começando a apertar o seu orçamento, não deixe que isso vire uma bola de neve. Tome a frente da situação e renegocie o que precisar com as instituições financeiras correspondentes.

Uma vez que seu orçamento entrar na linha, é a hora de colocar suas dívidas na linha. Converse com o banco e chegue a um valor que consegue pagar, mas lembre-se: ao renegociar uma dívida você precisa arcar com aquela responsabilidade.

Assumir um novo valor que você ainda não pode pagar só vai piorar sua situação.

5 – Venda itens que não precisa mais para ter uma renda extra

O brasileiro tem alguns problemas com o desapego, mas em países como os Estados Unidos, por exemplo, é muito comum caminhar pelos condomínios e se deparar com os famosos Garage sale, que são itens à venda que os moradores da casa não querem mais.

Com os imóveis cada vez menores, as pessoas acabam ficando sem espaço para novas aquisições e você pode resolver isso colocando itens que não usa mais à venda. A internet hoje possibilita que essa transação seja segura e fácil em sites como OLX, Enjoei ou até o Marketplace do Facebook.

Esse dinheiro extra pode ser investido e multiplicado, o que pode dar uma turbinada no seu orçamento. Esse dinheiro também pode ir para a sua reserva de emergência, item essencial para quem quer estar sempre pronto quando o assunto é dinheiro.

6 – Aprenda a investir seu dinheiro

Uma das maneiras mais inteligentes de preservar o seu dinheiro e fazê-lo trabalhar por você é aprender a investir. Primeiro defina o seu perfil de investidor:

  • Conservador – não gosta de riscos e prefere rentabilidades regulares e às vezes pequenas, mas em longo prazo;

  • Moderador –  prefere correr um pouco mais de riscos em troca de retornos maiores e mais rápidos;

  • Agressivo –  corre altos riscos, de forma controlada, em troca de ganhos muito maiores em menos tempo.

Depois de traçar o seu perfil, encontre os investimentos que se encaixam nele. Deixar o seu dinheiro parado na poupança é tão ruim quanto deixá-lo guardado debaixo do colchão, como as pessoas faziam antigamente.

Isso porque a inflação é o pior inimigo do dinheiro parado: com o passar do tempo, o dinheiro desvaloriza e se ele não rende ao menos conforme a inflação, mais do que ganhar dinheiro você perde esse dinheiro.

7 –  Invista na educação financeira

Invista também seu tempo no seu aprendizado. Aposte em cursos online com certificado sobre temas que te ajudem a cuidar melhor do seu dinheiro, como finanças pessoais, administração contábil, entre outros.

Você pode fazer tudo isso online, em videoaulas com materiais exclusivos. O cuidado com o orçamento familiar deve existir sempre, mesmo quando não temos um alto poder aquisitivo.

Quanto mais organizado você for, melhor vai viver e mais preparado vai estar para lidar com as adversidades que aparecerem.

Gostou das dicas? Comece a colocar tudo em prática e prepare-se para ter uma vida financeira mais saudável.

Devido às limitações decorrentes do distanciamento social, os processos podem ser facilitados por meio de plataformas digitais

Em meio à situação de pandemia do novo coronavírus (Covid-19), as empresas tiveram que reformular seus métodos de trabalho. Perda de clientes, indisponibilidade de comparecimento de colaboradores e fornecedores, interrupções na produção e na prestação de serviços, etc. são algumas consequências decorrentes do período de quarentena, imposta por governos e órgãos de saúde em todo o mundo.

Deste modo, muito há de ser feito para manter os negócios disponíveis e em progressão, inclusive, conseguir novas formas de realizar os processos que necessitam de deslocamento, contato presencial e manuseamento de objetos físicos.

O “home office” virou a principal ferramenta para manter as operações sob controle. Mas será que não faltarão recursos essenciais nesse regime de trabalho?

Mesmo com o abalo em que o meio empresarial se encontra, a histeria não deve prevalecer, pois existem soluções digitais disponíveis no mercado que são capazes de atender a maioria das demandas corporativas do dia a dia.

Como funcionam as soluções digitais?

Hoje em dia, existem plataformas que desmaterializam todo o procedimento documental físico que, por muitos anos, foi imprescindível. Aquela papelada que, muitas vezes, ficava enfurnada nos armários das empresas, já não é mais necessária.

Além de evitar a ocupação de espaço, que já é escasso devido ao crescimento demográfico acelerado nas cidades, é priorizada a segurança, organização, facilidade em localizar qualquer arquivo, economia de material, entre outras vantagens.

Não só na digitalização de documentos, mas como na administração e gestão dos processos que uma empresa passa, essas plataformas auxiliam para que não se perca tempo com o que antes era uma “dor de cabeça”.

A burocratização na admissão e demissão dos funcionários, gastos e todo o controle dos recursos de uma empresa são delicados em qualquer situação. E, no atual período, se torna ainda mais importante.

Pensando nisso, as plataformas que disponibilizam soluções digitais, por exemplo, podem contribuir muito nesses processos.

Mas como a famigerada “papelada” pode ser resolvida?

Extingue-se toda parte física, que passa a ser digital. Há a possibilidade de assinar documentos virtualmente, bem como o envio e recebimento deles.

Como pode ajudar em períodos de normalidade?

no período de normalidade, esses processos podem exigir uma atenção minuciosa muito complicada de ser feita em massa. Cada dia mais, as empresas crescem suas demandas, o que dificulta os processos administrativos, que podem ser realizados por um sistema.

Necessidades simples, como a folha de pagamento dos funcionários, podem ser solucionadas apenas com uma ferramenta.

Nesse sentido, a inteligência artificial pode atuar diminuindo a preocupação com esses procedimentos e dando espaço para se focar no importante: a ação.

A otimização do tempo é algo a ser priorizado, porque as multitarefas são presentes em todo âmbito de trabalho. Diversas inovações colocam o mercado em constância nas estratégias, que precisam ser reformuladas e reinventadas a todo instante.

A inconstância requer que  ações de massa sejam desumanizados, para que o campo de ação seja executado de forma premeditada, sem que haja necessidade de medidas tomadas no impulso. A automação de processos é primordial e traz inúmeros benefícios.

Será que esses procedimentos são legitimados?

Apesar de serem completamente digitais, existem ferramentas de verificação que garantem a autenticidade dos documentos, de modo que são necessárias informações de identificação que são validadas por meio da criptografia.

Ademais, o acesso a eles também é restrito. Há diversas formas de se proteger informações importantes, muito mais que de forma física.

Segurança

A segurança é mais um ponto importante a ser exaltado, sendo, os arquivos, protegidos por contas/perfis definidos coerentemente com a hierarquia da empresa, com login, senha, mais de um fator de autenticação, entre outros meios de proteção.

Não havendo a possibilidade de extravio, roubo, perda ou vazamento de dados, a digitalização é a melhor opção para que informações importantes não caiam nas mãos erradas.

Como os documentos são organizados?

Com a dificuldade em manusear grandes quantidades de documentos, a organização é indispensável para manter o controle dos negócios.

Antes de serem organizados, são analisados para identificar possíveis pendências, para que não se percam no meio do processo.

Partindo do ponto em que perdê-los de controle pode acarretar problemas graves para a empresa, essa fase é a mais importante na implementação da digitalização.

E, para que tudo fique em ordem, o sistema de fluxo automático organiza-os em seus devidos lugares, sendo movimentados quando programado.

O controle e histórico também são muito importantes no que se refere à localização dos arquivos, pois, decorrente do grande fluxo, encontrá-los só será possível por meio dessa ferramenta.

Ao implementar uma solução digital, seus processos de auditoria serão muito mais ágeis e assertivos.

O RH digital reduz custos?

Os gastos para armazenar documentos físicos são altíssimos:

Necessidade de um espaço para guardá-los, conservá-los em boas condições – evitando que adversidades possam deteriorar o material – e toda manutenção que os documentos exigem são descartados.

O gerenciamento das atividades pelo sistema inteligente também é um forte controlador de gastos, pois reduz a necessidade de auxiliares e assistentes, que podem ajudar em questões mais importantes, como dito acima.

E como isso influencia em bons resultados?

Para a obtenção de resultados positivos, a estrutura de uma empresa deve ser reformulada desde os pontos de menor importância, até os maiores.

Sendo assim, todos os campos passam por transformações quando se abre espaço para tecnologias que facilitam o trabalho.

Ainda, podemos contar com esse tipo de solução em momentos de crise, como o que está sendo vivido. É importante contar com as imprevisibilidades e aderir às técnicas empresariais disponíveis.

A plataforma de RH digital pode ajudar a resolução de problemas internos e externos, pois pode facilitar, até mesmo, o contato com os clientes. Abrir-se a essas tendências só torna o empreendimento em contato com o novo, sendo sempre evidência no mercado e se destacando frente aos concorrentes.