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Os 10 melhores relógios para advogados elegantes

Bianca Collaço

Publicado

em


Atualizado pela última vez em

 por Rafael Nogueira
Homem elegante colocando Relógios para advogados

Está pesquisando pelos melhores Relógios para Advogados? Então confira este nosso guia de compra com sugestões e dicas para acertar na sua escolha!

No universo da advocacia, onde a eloquência verbal e a habilidade argumentativa são armas poderosas, a elegância transcende o discurso e se manifesta em cada detalhe. Nesse contexto, os relógios não são apenas instrumentos de medição do tempo, mas verdadeiros emblemas de status e estilo. Advogados, cuja imagem é frequentemente associada à confiança, integridade e profissionalismo, sabem que a escolha de um relógio não é uma questão trivial.

Este artigo mergulha no fascinante mundo dos relógios para advogados elegantes, explorando como esses acessórios desempenham um papel fundamental na construção da imagem e da confiança de um profissional jurídico. Desde a seleção criteriosa de materiais e designs que resistem à prova do tempo até a importância da manutenção e da escolha de marcas de prestígio, descubra como um relógio pode ser muito mais do que apenas uma peça de pulso. É um símbolo de sucesso, dedicação e uma afirmação silenciosa de que o tempo está sempre do lado daqueles que o dominam.

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relógios para advogados

Os 10 melhores relógios para advogados

Relógio Citizen | Tz20788b

Relógio Citizen Masculino Automático Prateado

R$ 1.047,90  em estoque
4 novos a partir de R$ 1.047,90
Amazon.com.br
atualizado em 24 de junho de 2024 06:17

Especificações

Part Number TZ20788B
Color Prateado

A Citizen é uma renomada marca japonesa de relógios conhecida por sua precisão e inovação. Fundada em 1918, a empresa é líder na indústria de relógios, oferecendo uma ampla gama de modelos, desde os clássicos até os mais avançados tecnologicamente. Com um compromisso com a sustentabilidade, a Citizen também é reconhecida por suas iniciativas eco-friendly, como a tecnologia Eco-Drive, que utiliza energia solar para alimentar seus relógios. Com uma história rica e um compromisso com a qualidade, a Citizen continua a ser uma escolha confiável para entusiastas de relógios em todo o mundo.

O relógio masculino Tz20788b personifica elegância e precisão, perfeito para homens que apreciam a combinação da estética clássica com a tecnologia moderna. Este relógio automático é uma obra-prima da relojoaria, alimentado por um mecanismo automático confiável, que elimina a necessidade de substituição frequente de baterias, sendo uma excelente escolha de relógio para advogados.

A caixa de aço dourado exala sofisticação, com um formato redondo que se adapta perfeitamente ao pulso. Seu mostrador branco com marcadores de índice e três agulhas douradas oferece uma leitura nítida do tempo e inclui uma função de calendário, tornando-o ideal para ocasiões sociais e profissionais.

A resistência à água de até 5 ATM proporciona durabilidade, e a pulseira de couro marrom complementa o visual, oferecendo conforto durante o uso prolongado. Além disso, o fundo rosqueado e o vidro de cristal mineral garantem a proteção e durabilidade do relógio.

Este é mais do que um relógio; é uma declaração de estilo, um símbolo de precisão e um companheiro confiável para o homem moderno que valoriza a tradição e a inovação. Este relógio automático personifica a união entre a elegância atemporal e a funcionalidade moderna. É uma escolha que não apenas complementará seu visual, mas também destacará sua apreciação pelo artesanato de qualidade.

Avaliações relevantes

Gostei imensamente do relógio. Estou satisfeito e recomendo aos meus amigos sua aquisição.

Avaliado na Amazon em 14 de agosto de 2019

 Características técnicas

GêneroMasculino
LinhaAutomático
Tampa PosteriorFundo Rosqueado
EstiloSocial
MecanismoAutomático
Tipo De FechoFecho Fivela
Material Da CaixaAço
Formato Da CaixaCaixa Redonda
Espessura Da Caixa10.00 mm
Diâmetro Da Caixa40,00 mm
Cor Da CaixaDourado
Cor Do BiselDourado
Modelo Do Mostrador Do RelógioIndexes
Quantidade De Agulhas3
Cor Das AgulhasDour
Tipo De EnergiaAutomático
Com CalendárioSim
Cor Do Mostrador – VisorBranco
Resistente À ÁguaSim
Profundidade De Resistência À Água5 ATM
Material Da PulseiraCouro
Cor Da PulseiraMarrom
Material Do VidroCristal Mineral
Comprimento Do Relógio22,00 cm
Peso Aproximado Do Relógio150.00 Gramas

Relógio Bulova | 96B104

Bulova Relógio masculino 96B104 de aço inoxidável

R$ 2.099,00  em estoque
Amazon.com.br
atualizado em 24 de junho de 2024 06:17

Especificações

  • Relógio redondo com mostrador branco com logotipo, índices e janela de data na posição de 3 horas
  • Caixa de aço inoxidável de 37 mm com mostrador mineral
  • Movimento a quartzo japonês com mostrador analógico
  • Pulseira de pele de bezerro texturizada com fecho de fivela
  • Resistente à água até 30 m: em geral, resiste a gotas ou breve imersão em água, mas não é adequado para natação

A Bulova é uma marca de relojoaria icônica, conhecida por sua excelência em design e precisão. Fundada em 1875, a Bulova é uma das mais respeitadas no mercado de relógios, oferecendo uma ampla gama de estilos, desde os clássicos até os contemporâneos. Seus relógios são símbolos de elegância e qualidade duradoura.

O Relógio Bulova 96B104 é uma verdadeira obra de arte que combina a precisão da relojoaria suíça com um design atemporal. Este relógio masculino é um exemplo brilhante do compromisso da Bulova com a excelência e o estilo, sendo uma excelente escolha de relógio para advogados.

Com uma caixa redonda de aço inoxidável prateado de 37mm, o 96B104 é elegante e discreto. O mostrador branco possui marcadores de hora numéricos que contrastam perfeitamente com as mãos douradas, proporcionando uma leitura clara do tempo. Um calendário na posição das 3 horas adiciona funcionalidade ao relógio.

O movimento de quartzo japonês garante uma precisão notável, enquanto o cristal mineral resistente a arranhões protege o mostrador. A pulseira de couro marrom enriquece o visual, oferecendo conforto ao longo do dia.

Este relógio é uma escolha versátil que combina perfeitamente com trajes formais e casuais. Ele representa a fusão perfeita entre estilo clássico e confiabilidade moderna, tornando-o um acessório indispensável para o homem contemporâneo.

Avaliações relevantes

Aprovadíssimo. Leve e elegante, é para quem prefere relógios menores.

Avaliado na Amazon em 24 de julho de 2022

 Características técnicas

  • Relógio redondo com mostrador branco com logotipo, índices e janela de data na posição de 3 horas
  • Caixa de aço inoxidável de 37 mm com mostrador mineral
  • Movimento a quartzo japonês com mostrador analógico
  • Pulseira de pele de bezerro texturizada com fecho de fivela
  • Resistente à água até 30 m: em geral, resiste a gotas ou breve imersão em água, mas não é adequado para natação
MarcaBulova
Modelo96B104
Número da peça96B104
Ano do modelo2018
FormaRedondo
CristalMineral
Tipo de tela ou mostradorAnálogico
FechoFivela
Quilatagem ou cunhono-metal-stamp (Fashion only)
Diâmetro da caixa37 milímetros
Espessura da caixa5.9 milímetros
Material da faixa, pulseira ou tiraCouro
Largura da faixa, pulseira ou tira20 milímetros
Cor da faixa, pulseira ou tiraPreto
Cor do mostradorPrata
Tipo de calendárioData
Características especiaisResistente a choque
Peso41 g
Movimento do relógioQuartzo
Resistência à água99 Pés

Relógio Citizen | TZ20788Q

Relógio Masculino Citizen Prata Branco TZ20788Q

R$ 1.099,90  em estoque
6 novos a partir de R$ 1.099,90
Amazon.com.br
atualizado em 24 de junho de 2024 06:17

Especificações

  • Relógio Citizen Automático Mostrador: Ponteiro Mecanismo: Automático Marca: Citizen Tamanho da caixa: 41mm Espessura: 12mm

O Relógio Citizen TZ20788Q, parte da renomada marca Citizen, é uma síntese de estilo e tecnologia, cativando entusiastas de relógios em todo o mundo. Este relógio masculino é uma combinação impressionante de elegância e funcionalidade, sendo versátil o suficiente para transitar entre ambientes sociais e esportivos.

Com um design atemporal, possui uma caixa de aço inoxidável prateada que se destaca com sua coroa simples e tampa rosqueada. Seu mostrador branco, com marcadores de horas em algarismos e um calendário duplo, proporciona leitura clara e prática do tempo. Equipado com movimento automático, este relógio não requer troca frequente de baterias, o que o torna ainda mais conveniente.

Com uma pulseira de aço inoxidável e um diâmetro de caixa de 40 mm, o Citizen TZ20788Q é uma escolha distinta para quem busca um relógio para advogados que combine estilo, funcionalidade e confiabilidade. Este é um acessório que faz uma declaração de moda e oferece desempenho excepcional.

 Características técnicas

MarcaCitizen
Número da peçaTZ20788Q
FormaRedondo
CristalCristal
Tipo de tela ou mostradorAnálogico
Material da caixaAço inoxidável
Diâmetro da caixa40 milímetros
Espessura da caixa11 milímetros
Material da faixa, pulseira ou tiraLiga de aço
Cor da faixa, pulseira ou tiraPrateado
Características especiaisAutomatico
Peso600 g
Movimento do relógioMecânico, Automático
Resistência à água50 Metros

Relógio Fossil | FS5849

Fossil Relógio cronógrafo masculino minimalista, de aço inoxidável - FS5849

R$ 1.699,00  em estoque
Amazon.com.br
atualizado em 24 de junho de 2024 06:17

Especificações

  • Fossil sempre foi inspirado pela criatividade e engenhosidade americana. Desde 1984, nos esforçamos para trazer nova vida para a indústria fazendo relógios e acessórios de qualidade, modernos que fossem divertidos e acessíveis
  • Inspirado pelas linhas simples e minimalismo do design moderno de meados do século, este relógio fino foi construído com base nos princípios de equilíbrio e proporção. Com um mostrador despretensioso e marcadores de hora em bastão Lumed, é um relógio simples, organizado e funcional
  • Tamanho da caixa: 44 mm; Tamanho da pulseira: 22 mm; movimento de quartzo com cronógrafo analógico e janela de data; lente de cristal mineral endurecida resiste a arranhões; importado
  • Caixa de aço inoxidável feita com pelo menos 50% de aço inoxidável reciclado e mostrador em creme; pulseira de couro ecológico marrom com fecho de fivela ajustável; nosso couro ecológico usa um processo de bronzeamento eficiente em recursos; intercambiável com todas as pulseiras de relógio Fossil de 22 mm
  • Resistente à água até 50 m: adequado para períodos curtos de natação e banho recreativos, mas não para mergulho ou snorkel; 5 ATM

A Fossil é uma marca de relógios conhecida por sua fusão de estilo vintage e design contemporâneo. Fundada em 1984, a Fossil se destaca pela criação de relógios que combinam moda e funcionalidade, atraindo amantes do estilo clássico e moderno. Seus relógios são uma expressão de individualidade e sofisticação.

O Relógio Fossil FS5849 é uma peça notável que personifica a estética única da marca. Com sua caixa de aço inoxidável prateada e design sofisticado, ele transmite um equilíbrio perfeito entre o clássico e o contemporâneo. O mostrador preto contrasta elegantemente com os marcadores de horas numéricos e as mãos luminosas, proporcionando leitura clara.

Equipado com movimento de quartzo confiável, este relógio oferece precisão e confiabilidade. A pulseira de couro marrom complementa o visual, garantindo conforto ao usá-lo. Com resistência à água e funcionalidade de cronógrafo, o Fossil FS5849 é uma escolha versátil que combina estilo e desempenho, atendendo às necessidades do homem moderno com um gosto refinado, sendo uma excelente escolha de relógio para advogados.

Avaliações relevantes

Entrega no prazo, o produto foi conforme o esperado, melhor preço do que em lojas de departamento

Avaliado na Amazon em 16 de junho de 2022

 Características técnicas

  • Fossil sempre foi inspirado pela criatividade e engenhosidade americana. Desde 1984, nos esforçamos para trazer nova vida para a indústria fazendo relógios e acessórios de qualidade, modernos que fossem divertidos e acessíveis
  • Inspirado pelas linhas simples e minimalismo do design moderno de meados do século, este relógio fino foi construído com base nos princípios de equilíbrio e proporção. Com um mostrador despretensioso e marcadores de hora em bastão Lumed, é um relógio simples, organizado e funcional
  • Tamanho da caixa: 44 mm; Tamanho da pulseira: 22 mm; movimento de quartzo com cronógrafo analógico e janela de data; lente de cristal mineral endurecida resiste a arranhões; importado
  • Caixa de aço inoxidável feita com pelo menos 50% de aço inoxidável reciclado e mostrador em creme; pulseira de couro ecológico marrom com fecho de fivela ajustável; nosso couro ecológico usa um processo de bronzeamento eficiente em recursos; intercambiável com todas as pulseiras de relógio Fossil de 22 mm
  • Resistente à água até 50 m: adequado para períodos curtos de natação e banho recreativos, mas não para mergulho ou snorkel; 5 ATM
  • Personalize seu relógio com gravação gratuita em uma loja Fossil local. A gravação está disponível nas lojas Fossil participantes dos EUA e Canadá. Este serviço não é aplicável a todos os acessórios
MarcaFossil
ModeloFS5849
Número da peçaFS5849
FormaRedondo
CristalMineral
Tipo de tela ou mostradorAnálogico
FechoFecho fivela de pino
Diâmetro da caixa42 milímetros
Espessura da caixa11 milímetros
Material da faixa, pulseira ou tiraAço inoxidável
Largura da faixa, pulseira ou tira22 milímetros
Cor da faixa, pulseira ou tiraMarrom
Cor do mostradorbranco
Tipo de calendárioData
Características especiaisResistente, Calendário, Cronógrafo
Peso59 g
Movimento do relógioQuartzo
Resistência à água50 Metros

Relógio Tommy Hilfiger | Modelo: 1791511

Tommy Hilfiger Relógio masculino de quartzo com pulseira de aço inoxidável

 fora de estoque
Amazon.com.br
atualizado em 24 de junho de 2024 06:17

Especificações

  • Elegância clássica: real e sob medida, este relógio apresenta designs minimalistas com um toque moderno. A capa ultrafina de 40 mm disponível em acabamento de aço inoxidável é aperfeiçoada com um mostrador de 2 ponteiros com marcadores de hora e números romanos, bem como um anel externo texturizado sutil.
  • Marca do produto: Tommy Hilfiger
  • Cor do produto: Prata
  • Tamanho do produto: Standard

A Tommy Hilfiger é uma renomada marca de moda americana conhecida por seu estilo clássico e casual com um toque sofisticado. Fundada em 1985, a marca rapidamente conquistou destaque no mercado de vestuário e expandiu com sucesso para a fabricação de relógios, oferecendo designs elegantes que refletem o espírito jovem e esportivo da marca.

O Relógio Tommy Hilfiger, modelo 1791511, é uma representação sublime do estilo atemporal e elegante da marca, sendo uma ótima escolha de relógio para advogados. Com uma caixa de aço inoxidável prateada de 44mm, este relógio masculino incorpora perfeitamente a essência do design Tommy Hilfiger. Seu mostrador azul-marinho, com marcadores de hora numéricos e detalhes em dourado, oferece uma leitura clara e sofisticada do tempo.

Este relógio é alimentado por um movimento de quartzo de alta precisão e possui funcionalidades de cronógrafo para maior versatilidade. A pulseira de couro marrom é um toque de classe adicional, proporcionando conforto e estilo duradouro. O Tommy Hilfiger 1791511 é uma escolha impressionante para quem busca um acessório que equilibra moda, funcionalidade e qualidade excepcionais.

Avaliações relevantes

Amei, o relógio é lindo, com qualidade ótima, veio super bem embalado.

Avaliado na Amazon em 26 de julho de 2023

 Características técnicas

  • Elegância clássica: real e sob medida, este relógio apresenta designs minimalistas com um toque moderno. A capa ultrafina de 40 mm disponível em acabamento de aço inoxidável é aperfeiçoada com um mostrador de 2 ponteiros com marcadores de hora e números romanos, bem como um anel externo texturizado sutil.
  • Marca do produto: Tommy Hilfiger
  • Cor do produto: Prata
Número do modelo‎1791511
Ano‎2018
Cor‎Prata
Estilo‎Relógio de quartzo
Tipo de tela‎Análogico
Peso‎1 Kilograms
Formato‎Redondo
Fonte de alimentação‎Alimentado por bateria
Recursos especiais‎Calendário
Funciona com baterias‎Sim
Baterias inclusas?‎Sim
Tipo de pilha ou bateria‎Alcalina
Marca‎Tommy Hilfiger

Relógio Seiko | SUR503 Essentials

Relógio masculino Seiko SUR503 Essentials, com mostrador verde

R$ 2.199,00  em estoque
Amazon.com.br
atualizado em 24 de junho de 2024 06:17

Especificações

  • Cristal de safira
  • Mostrador verde
  • Movimento a quartzo
  • Resistente à água
  • Aço Inoxidável

A Seiko é uma marca japonesa icônica de relógios, conhecida por sua inovação e qualidade. Fundada em 1881, a Seiko é pioneira em tecnologias relojoeiras, incluindo o famoso movimento quartz e relógios automáticos. Com um compromisso inabalável com a precisão e o design, a Seiko continua a ser uma referência no mundo dos relógios.

O Relógio Seiko SUR503 Essentials é uma interpretação magistral do compromisso da marca japonesa com a precisão e a elegância. Com uma caixa de aço inoxidável prateada de 40 mm, este relógio masculino oferece um visual refinado e atemporal. Seu mostrador preto é complementado por marcadores luminosos e uma janela de data às 3 horas, garantindo funcionalidade e estilo.

Equipado com movimento de quartzo confiável, é um relógio de alta precisão. A pulseira de aço inoxidável completa o visual, garantindo durabilidade e conforto. O Seiko SUR503 Essentials é uma escolha excepcional para quem busca um relógio que equilibre tradição e modernidade com maestria, sendo uma excelente escolha de relógio para advogados.

 Características técnicas

  • Cristal de safira
  • Mostrador verde
  • Movimento a quartzo
  • Resistente à água
  • Aço Inoxidável
Número do modelo‎SUR503
Cor‎Verde
Estilo‎Moderno
Tipo de tela‎Análogico
Formato‎Redondo
Recursos especiais‎Usado
Esportes‎Caminhada
Funciona com baterias‎Não
Baterias inclusas?‎Não
Marca‎Seiko

Relógio Citizen | TZ20948F

Relógio Citizen Masculino TZ20948F BI5000-87L

R$ 707,80  em estoque
Amazon.com.br
atualizado em 24 de junho de 2024 06:17

Especificações

  • Garantia: 12 meses em toda rede autorizada
  • Conteúdo da embalagem: 1 relógio, manual, certificado de garantia e nota fiscal

O Relógio Citizen, modelo TZ20948F, é uma fusão de estilo e funcionalidade que personifica a excelência da marca. Com sua caixa redonda de 40 milímetros, este relógio oferece um equilíbrio perfeito entre tamanho e elegância. O mostrador azul, análogo e cristal claro proporciona uma leitura nítida das horas e inclui uma útil função de calendário.

Feito de liga de aço prateado, o relógio é durável e resistente, enquanto a capacidade à prova d’água oferece versatilidade e confiabilidade. Com um movimento de quartzo preciso, este relógio da Citizen combina moda e função de maneira impressionante, tornando-se um relógio para advogados sofisticado.

 Características técnicas

MarcaCitizen
ModeloRelógio
Número da peçaBI5000-87L
FormaRedondo
CristalCristal
Tipo de tela ou mostradorAnálogico
Diâmetro da caixa40 milímetros
Material da faixa, pulseira ou tiraLiga de aço
Cor da faixa, pulseira ou tiraPrateado
Cor do mostradorAzul
Características especiaisCalendário, Resistente à água
Peso400 g
Movimento do relógioQuartzo

Relógio Lacoste | Modelo: 2011049

Lacoste Relógio masculino de quartzo Viena com pulseira de aço inoxidável

R$ 1.050,82  em estoque
Amazon.com.br
atualizado em 24 de junho de 2024 06:17

Especificações

  • Elegância clássica: a coleção masculina Viena é atemporal, clássica e sem esforço. O relógio possui uma textura discreta inspirada no arquivo Lacoste dentro de uma elegante capa com design em uma pulseira de aço inoxidável com 5 elos.
  • Materiais de qualidade: caixa de aço inoxidável de 42 mm e mostrador azul em uma pulseira de aço inoxidável.
  • Precisão do quarto: o movimento de quartzo oferece horário preciso e manutenção mínima para um relógio confiável e sem preocupações.
  • Cristal mineral durável: feito de vidro e protege o relógio de arranhões.
  • 2 anos: A Lacoste oferece um limite de 2 anos contra defeitos de materiais e mão de obra que evitam que o relógio funcione adequadamente sob uso normal. Apenas as compras de um revendedor autorizado são cobertas pela garantia do fabricante

A Lacoste, famosa por seu logotipo de crocodilo, é uma marca de moda francesa que se destacou por seu estilo esportivo e elegante. Além de roupas e acessórios, a Lacoste também expandiu com sucesso para o mercado de relógios, oferecendo peças que combinam a sofisticação da marca com funcionalidade e design contemporâneo.

O Relógio Lacoste, modelo 2011049, personifica a elegância casual e esportiva associada à marca. Com uma caixa redonda de 43 mm, este relógio masculino oferece um equilíbrio perfeito entre tamanho e estilo. O mostrador azul-marinho com marcadores luminosos e detalhes em dourado proporciona uma leitura clara das horas, enquanto o logotipo icônico do crocodilo da Lacoste adiciona um toque de reconhecimento de marca.

A pulseira de aço inoxidável prateado oferece durabilidade e conforto. Com um movimento de quartzo preciso, este relógio é confiável e versátil. O Lacoste 2011049 é uma escolha excepcional para quem busca um acessório que transita bem entre os ambiente formal e casual, sendo uma ótima escolha de relógio para advogados.

 Características técnicas

  • Elegância clássica: a coleção masculina Viena é atemporal, clássica e sem esforço. O relógio possui uma textura discreta inspirada no arquivo Lacoste dentro de uma elegante capa com design em uma pulseira de aço inoxidável com 5 elos.
  • Materiais de qualidade: caixa de aço inoxidável de 42 mm e mostrador azul em uma pulseira de aço inoxidável.
  • Precisão do quarto: o movimento de quartzo oferece horário preciso e manutenção mínima para um relógio confiável e sem preocupações.
  • Cristal mineral durável: feito de vidro e protege o relógio de arranhões.
  • 2 anos: A Lacoste oferece um limite de 2 anos contra defeitos de materiais e mão de obra que evitam que o relógio funcione adequadamente sob uso normal. Apenas as compras de um revendedor autorizado são cobertas pela garantia do fabricante
Nome do modelo‎Viena
Modelo‎2011049
Número do modelo‎2011049
Cor‎Prata
Estilo‎Relógio de quartzo
Compatível com‎Relógio
Tipo de tela‎Analog
Formato‎Redondo
Recursos especiais‎Calendário
Esportes‎Caminhada
Funciona com baterias‎Sim
Baterias inclusas?‎Sim
Tipo de pilha ou bateria‎Alcalina
Marca‎Lacoste

Relógio Victorinox | Fieldforce Chrono

Relógio Victorinox Fieldforce Chrono

R$ 4.397,10  em estoque
Amazon.com.br
atualizado em 24 de junho de 2024 06:17

Especificações

  • Caso. Material da Caixa: Aço Inoxidável
  • Formato da Caixa: Redondo
  • Cor da Caixa: Prata
  • Cristal: cristal de safira

A Victorinox é uma marca suíça amplamente respeitada, conhecida por sua excelência em produtos de alta qualidade, como facas multiuso, relógios e malas. Sua tradição de precisão e durabilidade a torna uma escolha confiável em todo o mundo.

O Relógio Victorinox Fieldforce Chrono é uma manifestação de precisão suíça e robustez. Com uma caixa de aço inoxidável de 42 mm, ele incorpora o espírito aventureiro da marca. Seu mostrador preto com marcadores luminosos e detalhes em vermelho proporciona uma leitura nítida do tempo. Equipado com um movimento cronógrafo suíço, oferece funções adicionais, incluindo cronômetro e data.

O Victorinox Fieldforce Chrono é um relógio confiável e estiloso para quem valoriza desempenho e elegância em igual medida, sendo uma escolha de relógio para advogados que primam pela elegância.

Avaliações relevantes

A descrição está completamente correta. É um relógio muito bom.

Avaliado na Amazon em 21 de agosto de 2021

 Características técnicas

MarcaVictorinox
Modelo241856
Número da peça241856
Ano do modelo2019
CristalCristal de safira, Vidro
Tipo de tela ou mostradorAnálogico
Material da caixaAço inoxidável
Diâmetro da caixa42 milímetros
Espessura da caixa11 milímetros
Material da faixa, pulseira ou tiraAço inoxidável
Largura da faixa, pulseira ou tira21
Cor da faixa, pulseira ou tiraPrateado
Cor do mostradorBranco
Características especiaisCronógrafo
Peso154 g
Movimento do relógioQuartzo
Resistência à água100 Metros

Relógio Tissot | Heritage 316L T1194051603700

Tissot Relógio mecânico suíço masculino Heritage

 fora de estoque
Amazon.com.br
atualizado em 24 de junho de 2024 06:17

Especificações

  • Tamanho da caixa: 42,00 mm, largura da pulseira: 20, espessura da caixa: 11,35 mm
  • Movimento mecânico suíço, caixa de aço inoxidável 316L, tipo de mostrador árabe
  • Pulseira de couro, fecho de borboleta com fecho de botões de pressão
  • Resistente à água até uma pressão de 5 bar (50 m/165 pés): adequado para períodos curtos de natação e banho recreativo, mas sem mergulho ou snorkel.
  • Garantia internacional de 2 anos

A Tissot é uma distinta marca suíça de relojoaria, fundada em 1853. Reconhecida por sua tradição de qualidade e inovação, a Tissot oferece uma ampla gama de relógios, combinando precisão suíça com design elegante. Sua longa história e compromisso com a excelência a tornam uma escolha confiável para entusiastas de relógios em todo o mundo.

O Relógio Tissot Heritage é uma obra-prima que celebra a rica herança relojoeira suíça da marca. Com sua caixa de aço inoxidável polido de 42mm, possui um design clássico e atemporal. Seu mostrador prateado com marcadores de horas em algarismos romanos evoca um charme vintage.

Equipado com um movimento de quartzo preciso, oferece confiabilidade e funcionalidade. A pulseira de couro marrom complementa o visual, garantindo conforto ao usá-lo. Este relógio Tissot é uma declaração de estilo e tradição, perfeito para aqueles que apreciam a elegância intemporal combinada com a precisão suíça de renome.

Avaliações relevantes

O relógio parece sóbrio, o tamanho parece muito grande, mas não parece mais assim no pulso, a janela traseira mostra um belo mecanismo. Sem dúvida, foi uma compra muito boa.

Avaliado na Amazon em 26 de fevereiro de 2023

 Características técnicas

  • Tamanho da caixa: 42,00 mm, largura da pulseira: 20, espessura da caixa: 11,35 mm
  • Movimento mecânico suíço, caixa de aço inoxidável 316L, tipo de mostrador árabe
  • Pulseira de couro, fecho de borboleta com fecho de botões de pressão
  • Resistente à água até uma pressão de 5 bar (50 m/165 pés): adequado para períodos curtos de natação e banho recreativo, mas sem mergulho ou snorkel.
  • Garantia internacional de 2 anos
Ano‎2018
Cor‎Preto
É sensível ao calor?‎Não
Estilo‎Mecânico
Tipo de tela‎Análogico
Formato‎Redondo
Recursos especiais‎Resistente à água
Esportes‎Natação, Ducha
Funciona com baterias‎Não
Baterias inclusas?‎Não
Marca‎Tissot
Departamento‎Masculino
Fabricante‎Tissot
Número do modelo‎T1194051603700

O que é um relógio para advogado?

Um relógio para advogado é muito mais do que um simples acessório; é um reflexo da profissão e uma ferramenta essencial para a gestão do tempo. Para ser considerado perfeito o relógio para advogado, ele deve incorporar uma série de elementos essenciais.

Em primeiro lugar, o design deve ser clássico e atemporal, com um mostrador simples e marcadores nítidos que emanem sofisticação. Os materiais usados na sua construção são igualmente cruciais, com preferência por aço inoxidável ou ouro para durabilidade e elegância.

Além disso, a precisão é fundamental. Um movimento de alta precisão, seja mecânico ou de quartzo, garante que o advogado possa contar com uma medida precisa do tempo.

Funcionalidades adicionais, como calendário e resistência à água, podem ser úteis em situações cotidianas. A versatilidade também é essencial, para que o relógio possa transitar perfeitamente entre ambientes formais e casuais.

Por fim, a escolha de uma marca de reputação pode adicionar um toque de prestígio à imagem de um advogado. Um relógio para advogado é uma declaração de profissionalismo e estilo, transmitindo confiança e respeito em todos os momentos.

Como escolher um relógio para advogado?

Para fazer uma boa escolha de relógio para advogado, é importante optar por um design clássico e atemporal, com um mostrador simples e marcadores nítidos, evocando profissionalismo. A qualidade dos materiais é essencial, dando preferência ao aço inoxidável ou ouro para durabilidade e elegância.

A precisão do movimento, seja mecânico ou de quartzo, é fundamental para garantir a pontualidade. Funcionalidades como calendário e resistência à água podem ser úteis no dia a dia. A versatilidade também é importante, permitindo a transição entre ambientes formais e casuais. Optar por uma marca de renome acrescenta prestígio à imagem profissional do advogado.

Um relógio para advogado é mais que um simples instrumento para informar as horas, é um acessório fundamental pra o visual masculino, em especial quando se preza por elegância e sofisticação.

Tudo sobre relógios para advogados

Quais relógios mais vendidos?

Os relógios mais vendidos geralmente incluem marcas populares como Rolex, Casio, Apple, Seiko, Citizen e Fossil, devido a sua qualidade, estilo e funcionalidades variadas.

Quais são as 5 melhores marcas de relógio?

As cinco melhores marcas de relógios geralmente incluem Rolex, Patek Philippe, Audemars Piguet, Omega e TAG Heuer, devido à qualidade, inovação e prestígio em relojoaria de luxo.

Qual a melhor marca de relógio brasileiro?

A Dumont é uma das melhores marcas de relógios brasileira, conhecida por sua qualidade e design. Outras incluem Technos, Seculus e Orient, que também são respeitadas na indústria.

Qual o relógio mais chique?

O Patek Philippe Grandmaster Chime é frequentemente considerado um dos relógios mais chiques do mundo, devido à sua complexidade, artesanato e exclusividade.

Qual é o relógio mais vendido no mundo?

O relógio mais vendido no mundo pode variar de ano para ano, mas marcas populares como Casio, Seiko, Rolex e Apple costumam liderar as vendas globais de relógios.

Qual é o melhor relógio do mundo?

A determinação do “melhor” relógio é subjetiva, mas marcas como Patek Philippe, Rolex, Audemars Piguet e Jaeger-LeCoultre são frequentemente elogiadas por sua alta qualidade e exclusividade.

Qual a melhor cor de relógio?

A melhor cor de relógio depende do gosto pessoal e da ocasião. Prateado e preto são versáteis, mas ouro e tons de azul também são populares para adicionar estilo.

Qual relógio está na moda hoje?

Atualmente, relógios minimalistas e elegantes estão em alta na moda. Modelos com mostradores simples, caixas finas e cores neutras, como prateado ou preto, são muito procurados.

Porque os relógios suíços são os melhores?

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Referências

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Interdisciplinar

As origens da Hermenêutica Jurídica

Redação Direito Diário

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Interpretação e Hermenêutica Jurídica

Com o intuito de dar ao leitor um conhecimento mais amplo acerca do vasto conteúdo da hermenêutica jurídica, teceremos breves comentários sobre as suas origens.

Veja mais textos de Hermenêutica Jurídica e Direito Constitucional:

Hermenêutica na Grécia Antiga

A ciência da interpretação teve origem na teologia pagã de algumas civilizações da Idade Antiga. Dentre elas, podemos destacar a civilização grega.[1] Nos templos helênicos, era comum a existência de feiticeiros e adivinhos que abriam o ventre de animais mortos na tentativa de realizar previsões acerca do destino das pessoas.

Segundo o professor Glauco Barreira, “esse procedimento estava em sintonia com a concepção cosmológica e determinista que se tinha do mundo. Desse modo, a crença no destino ‘tornava’ os acontecimentos futuros inevitáveis […]”[2].

Neste contexto, a hermenêutica era utilizada em duas situações distintas. Na primeira, ela era usada pelos feiticeiros e adivinhos para interpretarem as mensagens referentes ao destino das pessoas. Na segunda, pelos próprios assistentes destes feiticeiros, que precisavam interpretar os pronunciamentos destes adivinhos, visto que eles faziam previsões com uma linguagem demasiadamente abstrata.

Hermenêutica e o Cristianismo

Com a ascensão do cristianismo[3], a hermenêutica passou a ser utilizada para a interpretação da Bíblia. Surgiram, nessa época, os primeiros intérpretes do livro sagrado cristão. Após a confecção do Novo Testamento, foram criadas várias ramificações do cristianismo original e, com elas, várias formas de se interpretar a Bíblia.

Tal fato proporcionou o desenvolvimento da hermenêutica bíblica. Na gênesis dessa hermenêutica, se destacaram duas correntes: a Escola de Alexandria e a Escola de Antioquia. A respeito dessas correntes hermenêuticas, Glauco Barreira afirma:

Entre os cristãos, inicialmente, existiam duas grandes escolas de hermenêutica bíblica: a Escola de Alexandria e a Escola de Antioquia. A primeira, tinha Clemente e Orígenes como seus grandes corifeus. Estes procuravam conciliar a mensagem cristã com a filosofia grega e, para a consumação de tal objetivo, alegorizavam os relatos históricos contidos na Escritura. Enquanto isso, os seguidores da Escola da Antioquia, prestigiando a compreensão mais óbvia dos textos, favoreciam uma interpretação mais literal. Acreditavam que, na Bíblia, existiam alegorias, no entanto, distinguiam a interpretação das Escrituras alegóricas da interpretação alegórica da Escritura.[4]

Podemos perceber, portanto, que a Escola de Antioquia possuía traços semelhantes com o que viria a ser a Escola da Exegese, pois ambas defendiam uma interpretação mais literal dos textos que essas correntes estudavam.

Entretanto, é válido ressaltar que essas escolas possuíam motivos distintos para defenderem essa interpretação literal.

Durante a Idade Média, surgiram alguns célebres intérpretes do livro sagrado cristão, como Santo Agostinho e São Tomás de Aquino, que deram grandes contribuições para a hermenêutica teológica cristã. Após isso, com o advento da Reforma Protestante, cresceu o número de igrejas independentes da Igreja Católica e, com isso, aumentou o número de interpretações diferentes da Bíblia.

Tal fato propiciou um desenvolvimento, nunca antes visto, da hermenêutica bíblica e o surgimento de vários filósofos que eram estudiosos do livro sagrado cristão. Podemos perceber, pois, que a introdução da hermenêutica no campo da Filosofia era somente questão de tempo.

A Filosofia e a Hermenêutica

A ciência da interpretação foi introduzida na Filosofia por Friedrich Schleiermacher. Tal fato ocorreu devido à forma de interpretação da Bíblia que este filósofo sustentava. Na sua visão, o livro sagrado dos cristãos deveria ser interpretado “como um simples texto de natureza histórico-literária[…]”[5].

Segundo Schleiermacher, esse tipo de acepção de sentido do texto poderia e deveria ser utilizada na interpretação de qualquer obra. Ao fazer tal afirmação, esse autor abriu caminho para a introdução da Hermenêutica na Filosofia e, posteriormente, no Direito.

Hermenêutica Jurídica

Durante o período de inserção da Hermenêutica no direito, ganhou força um movimento que propunha a codificação do Direito. Tal movimento era formado por jurisconsultos que eram muito influenciados por vários ideais iluministas. Dentre eles, podemos destacar: o princípio da certeza do direito, o da autoridade e o da separação de poderes.

Todas essas ideias proporcionaram as bases teóricas para a criação do Código Napoleônico, que, ressalta-se, ainda está em vigor na França, e para o surgimento do movimento hermenêutico conhecido como a Escola da Exegese. Podemos citar com um dos motivos para a grande difusão, no meio acadêmico, das ideias desta corrente científica a obrigatoriedade do ensino deste código nas universidades francesas.

A respeito da obrigatoriedade do ensino dos ideais exegistas na França do início do século XIX, Bonnecase (1924, p.19 apud BOBBIO, 1961, p.82) afirma:

Deduz-se do discurso de Blondeau que o governo imperial quase que ordenou a exegese [grifo nosso], tendo as Faculdades de Direito por primeiro objetivo lutar contra as tendências filosóficas que se manifestavam, precariamente, aliás, na maior parte do tempo, no curso de legislação das escolas centrais[6]

Percebemos pela parte grifada o quanto era importante, para Napoleão Bonaparte, o ensino dos preceitos exegistas nas universidades. Tal fato justifica-se pelos ideais da Escola da Exegese proporcionarem um controle maior da população pelo Estado, contribuindo para a noção de que “o Direito e o Código Civil eram uma das formas de dominação de que Napoleão dispunha.”[7].

Além disso, é válido ressaltar que alguns dos principais expoentes da Escola da Exegese, como Alexandre Duranton, Charles Aubry e Frédéric Charles Rau, eram professores universitários na França pós-revolucionária.

A Hermenêutica Jurídica nos Tribunais Superiores

A interpretação de normas legais e constitucionais é amplamente utilizada pelos Tribunais Superiores pátrios, por meio de métodos hermenêuticos, para a melhor aplicação nos casos concretos. Vejamos aqui um exemplo do STF:

EMENTA RECURSO EXTRAORDINÁRIO. CONSTITUCIONAL. TRIBUTÁRIO. IMUNIDADE. HERMENÊUTICA. CONTRIBUIÇÃO AO PIS E COFINS. NÃO INCIDÊNCIA. TELEOLOGIA DA NORMA. VARIAÇÃO CAMBIAL POSITIVA. OPERAÇÃO DE EXPORTAÇÃO.

I – Esta Suprema Corte, nas inúmeras oportunidades em que debatida a questão da hermenêutica constitucional aplicada ao tema das imunidades, adotou a interpretação teleológica do instituto, a emprestar-lhe abrangência maior, com escopo de assegurar à norma supralegal máxima efetividade.

II – O contrato de câmbio constitui negócio inerente à exportação, diretamente associado aos negócios realizados em moeda estrangeira. Consubstancia etapa inafastável do processo de exportação de bens e serviços, pois todas as transações com residentes no exterior pressupõem a efetivação de uma operação cambial, consistente na troca de moedas.

III – O legislador constituinte – ao contemplar na redação do art. 149, § 2º, I, da Lei Maior as “receitas decorrentes de exportação” – conferiu maior amplitude à desoneração constitucional, suprimindo do alcance da competência impositiva federal todas as receitas que resultem da exportação, que nela encontrem a sua causa, representando consequências financeiras do negócio jurídico de compra e venda internacional. A intenção plasmada na Carta Política é a de desonerar as exportações por completo, a fim de que as empresas brasileiras não sejam coagidas a exportarem os tributos que, de outra forma, onerariam as operações de exportação, quer de modo direto, quer indireto.
[…]

(RE 627815, Relator(a): ROSA WEBER, Tribunal Pleno, julgado em 23-05-2013, ACÓRDÃO ELETRÔNICO REPERCUSSÃO GERAL – MÉRITO DJe-192 DIVULG 30-09-2013 PUBLIC 01-10-2013 RTJ VOL-00228-01 PP-00678)

Vejamos agora um exemplo do Superior Tribunal de Justiça:

RECURSO ESPECIAL REPRESENTATIVO DA CONTROVÉRSIA. DIREITO PENAL. FURTO. PRECEDENTE JUDICIAL VINCULATÓRIO. REEXAME DE ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL. NECESSIDADE. HERMENÊUTICA JURÍDICA. NÃO INCIDÊNCIA DA MAJORANTE DO REPOUSO NOTURNO NO FURTO QUALIFICADO. AUMENTO DE PENA EM RAZÃO DE FURTO COMETIDO DURANTE O REPOUSO NOTURNO. DESPROPORCIONALIDADE.

1. Na formulação de precedente judicial, sobretudo diante de sua carga vinculatória, as orientações jurisprudenciais, ainda que reiteradas, devem ser reexaminadas para que se mantenham ou se adéquem à possibilidade de evolução de entendimento.

2. A interpretação sistemática pelo viés topográfico revela que a causa de aumento de pena relativa ao cometimento do crime de furto durante o repouso noturno, prevista no art. 155, § 1º, do CP, não incide nas hipóteses de furto qualificado, previstas no art. 155, § 4º, do CP. […]

5. Recurso especial parcialmente provido.

(REsp n. 1.888.756/SP, relator Ministro João Otávio de Noronha, Terceira Seção, julgado em 25/5/2022, DJe de 27/6/2022.)

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    Referências Bibliográficas

    BOBBIO, Norberto. O positivismo jurídico: Lições de filosofia do direito. São Paulo: Ícone, 1995.
    BONAVIDES, Paulo. Curso de Direito Constitucional. 27. ed. – São Paulo: Malheiros
    BORGES, José Ademir Campos. O processo do conhecimento humano e as correntes do pensamento jurídico. In: Jus Navigandi, Teresina, ano 10, n. 685, 21 maio 2005 . Disponível em: <http://jus.com.br/revista/texto/6751>. Acesso em: 13 set. 2012.
    LIMA, Iara Menezes. Escola da Exegese. In: Revista brasileira de estudos políticos, Belo Horizonte, n. 97, jan 2008. Disponível em: http://www.pos.direito.ufmg.br/rbep/097105122.pdf. Acesso em set 2012.
    MAGALHÃES FILHO, Glauco Barreira. Hermenêutica e unidade axiológica da Constituição. 3. ed. - Belo Horizonte: Mandamentos, 2004.
    ________________. Hermenêutica Jurídica Clássica. 2. ed. – Belo Horizonte: Mandamentos, 2003.
    MELO, Liana Holanda de. Hermenêutica jurídica: a escola da exegese e o mito da neutralidade. In:Âmbito Jurídico, Rio Grande, XIV, n. 85, fev 2011. Disponível em: <http://www.ambito-juridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=9031&revista_caderno=15>. Acesso em set 2012.
    Imagem: Pixabay
    [1]  É válido ressaltar que a própria palavra “hermenêutica” tem origem grega. Essa palavra possui similaridades com a grafia do nome do deus grego “Hermes”. Este deus foi, segundo a mitologia grega, o inventor da linguagem e da escrita. Tal fato corrobora com a afirmação de que a origem da hermenêutica possui estreitas ligações com a teologia pagã.
    [2]  MAGALHÃES FILHO, Glauco Barreira. Hermenêutica e unidade axiológica da Constituição, p. 33-34
    [3] Iremos nos ater ao cristianismo devido a sua maior presença no Brasil. Todavia, é válido ressaltar que essa religião não foi a única a se preocupar com a interpretaçao de seu livro sagrado. Dentre essas religiões, podemos citar o Islamismo, com a existência do Tafsir, que era o texto de comentário, escrito pelos mufassires, sobre o Corão, a religião Hindu, com o desenvolvimento da Escola de Mimamsa e o judaísmo, com o trabalho de interpretação do Torá pelos doutores da lei judaica.
    [4]  MAGALHÃES FILHO, Glauco Barreira. Op.cit., p. 34-35
    [5]  MAGALHÃES FILHO, Glauco Barreira. Op.cit., p. 37
    [6] BONNECASE, Julien. L'école de l'exégèse en droit civil. In: BOBBIO, Norberto. O positivismo jurídico: lições de filosofia do direito:  São Paulo: Ícone, 1995. p. 82.
    [7] MELO, Liana Holanda de. Hermenêutica jurídica: a escola da exegese e o mito da neutralidade. In:Âmbito Jurídico, Rio Grande, XIV, n. 85, fev 2011.

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    Artigos

    Analogia no Direito: o que é e como aplicar?

    Redação Direito Diário

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    em

    analogia no direito

    A compreensão do Direito enquanto sistema de normas no qual qualquer conflito social encontrará resposta demanda um ordenamento jurídico dotado de unidade, coerência e completude.

    Unido, pois o ordenamento será composto por um todo de normas hierarquizadas que lhe dão forma, sendo a superior o fundamento de validade da inferior. 

    Coeso, pois não poderão subsistir antinomias no seu interior; devendo ser excluídas do sistema normas que a ele não sejam incompatíveis por critérios de temporalidade, especificidade ou hierarquia.

    Completo, pois o juiz ao se deparar com um conflito posto à sua apreciação não poderá apelar ao non liquet; deverá encontrar no Direito uma resposta ao caso e julgá-lo, já que o sistema não possui [em tese] lacunas.

    Sobre a História da Analogia no Direito

    O instituto da analogia no Direito moderno surge como decorrência do terceiro dogma do ordenamento: a sua pretensão de completude. Já se podia extraí-la do art. 4º do Code Napoléon. O Direito sempre deverá ter uma resposta. Às vezes, mais clarividente; outras vezes, mais velada.

    Diriam os exegéticos que a analogia nada mais é do que o descortinar da norma oculta já dada pelo legislador, mas que não se fazia evidente na lei. Bobbiovai além ao afirmar que, por meio do argumentum a simili, o sistema jurídico expande-se, abarcando situações não contidas previamente na lei.

    Aproveite e veja esse artigo sobre as Contribuições da Escola da Exegese. Também pode averiguar sobre as origens e principais características da Escola da Exegese.

    Em Organon, de Aristóteles, já se tinha referência ao raciocínio analógico: “A guerra dos focenses contra os tebanos é ruim; a guerra dos atenienses contra os tebanos é semelhante à guerra dos focenses contra os tebanos; a guerra dos atenienses contra os tebanos é ruim”.

    A analogia no Direito também é milenar. O Digesto romano já a previa: “Não podendo qualquer artigo individual da lei ou dos decretos do Senado compreender o caso consultado, mas sendo clara a razão da decisão, deverá aquele que exerce a jurisdição dizer por similitude o direito” (Digesto Juliano – Dig. 1.3.12).2

    Pois bem, antes de nos aprofundamos sobre a analogia no Direito, convém entender a analogia em suas raízes lógicas. Por excelência, a analogia é um instituto da lógica; o Direito apenas o tomou por empréstimo.

    Do grego “αναλογία”, ou proporção, a analogia consiste em um juízo de identidade entre duas premissas assemelhadas, a partir das quais logicamente deverão emergir conclusões igualmente assemelhadas.

    Alerte-se que a analogia não busca a verdade empírica, mas a justeza lógico-discursiva. Não pretende a verdade substancial, mas a perfeição formal. Como qualquer instituto da lógica, o seu compromisso é a coerência do discurso, é a compatibilidade premissa-conclusão.

    Para deixar clara a problemática, vejamos um novo exercício lógico: Platão é mortal; cavalos são semelhantes a Platão; logo, cavalos são mortais. Perceba que no iter do raciocínio analógico surge uma anomalia silogística: “semelhante”. O que seria “semelhança”?

    Neste pormenor repousa o problema do silogismo em sistemas complexos como o jurídico. Desvendando a “semelhança”, percebe-se que o que acontece na segunda proposição [cavalos são semelhantes a Platão], na verdade, é um salto indutivo [premissa menor para premissa maior] seguido por um salto dedutivo [premissa maior para premissa menor].

    Explicando: o que há, na verdade, para que ocorra a analogia é a busca por um elemento comum entre ‘Platão’ e ‘cavalo’, ou seja, uma premissa maior [i. g., vida]. Para, enfim, com base nela, atingir-se a conclusão [cavalos são mortais]. Reconstruindo o exemplo: Platão é um ser vivo; Platão é mortal; logo, seres vivos são mortais. Com efeito, sendo os cavalos seres vivos; os cavalos são mortais.

    Quando o interprete se depara com um caso concreto que não possui previsão exata no texto legislativo, busca guarida na analogia para salvar a pretensão de completude do ordenamento jurídico da tempestade do imprevisível. Ou seja, a analogia no Direito é tomada como a exceção.

    A razão de a utilização da analogia no Direito ser apenas um recurso subsidiário decorre do fato de a analogia escapar do legislativamente tangível. No diapasão da supremacia do Legislativo, a analogia deve ser exceção, uma vez que é a válvula de escape encontrada pelo aplicador para integrar o sistema por meio de critérios alheios ao prévio exame dos “representantes do povo”.

    Analogia no Direito Brasileiro

    No direito brasileiro, a analogia está prevista como método de integração jurídico no art. 4º da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro: “Quando a lei for omissa, o juiz decidirá o caso de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais de direito”.É a positivação da insuficiência do Estado legislativo: onde há “quando a lei for omissa”, leia-se “quando o legislador for omisso”.

    O dispositivo soaria quase como um mal necessário para um positivista clássico ao reconhecer a rebelião dos fatos diante da escassez do Direito legislativo. Derrotado, o legislador concede ao interprete pela analogia poder para, em menor escala, criar o Direito e apaziguar os ânimos sociais que nada se acalmam com o silêncio do Parlamento.

    Ao conceder poder criativo ao aplicador, surge o problema de definir como se dará tal analogia, uma vez que há infinitas variáveis interpretativas que poderão levar o processo analógico para uma direção ou para outra, pois o Direito não se resume ao simples silogismo. “O Direito não é uma ciência exata” é o que dizem os professores. Assim, o simples juízo de identidade torna-se um processo deveras complexo que saneia o problema da incompletude, mas expõe o problema da insegurança jurídica.

    No Direito, diversas normas se entrelaçam no processo lógico-cognitivo de interpretação. A infinitude de variáveis torna o processo lógico-silogístico instável e imprevisível, uma vez que as premissas poderão variar conforme variam a significação dos enunciados e a aplicabilidade das normas.

    Um exemplo bastante emblemático é analogia no Direito Penal. Como bem se sabe, este ramo do Direito é regido pela reserva legal4, o que inibe a utilização da analogia para a configuração de crime ou para a culminação de pena que não estejam previstas previamente em lei.

    Perceba que o que afasta a possibilidade criação do crime-por-analogia não é a impossibilidade do raciocínio analógico em si, mas, sim, a interferência de uma norma constitucional, que afasta a possibilidade do crime-por-analogia da conclusão lógica. Este é apenas um exemplo, ainda relativamente simples, de como as inter-relações normativas dificultam o processo analógico preciso no Direito.

    Inserida no contexto sócio-histórico, a analogia é, ao mesmo tempo, uma filha e uma denunciante da insuficiência do Estado-legislador. A complexibilização da sociedade pós-industrial deflagrou o processo de putrefação dos ideais legislativos de prever todos os incidentes sociais a priori e dotá-los de consequências plenamente previsíveis.

    A empreitada fracassou por partir de duas falsas premissas: (i) a suficiência dos enunciados linguísticos na premunição dos fatos sociais; e (ii) a capacidade legiferante de acompanhar as transformações sociais. Dentre as muitas proles deste processo, a analogia é uma filha emblemática.

    Ao mesmo tempo, a analogia já há tempos vinha denunciando, de forma discreta e eficaz, as limitações dos velhos paradigmas jurídicos sobressaltados pelo legalismo exegético e pelas ideias do Iluminismo.

    Como profeta de uma realidade adiada pelas reações legalistas, a analogia é uma proclamação da ruína do Estado-legislador. O séc. XIX foi do Legislativo; e o séc. XX foi do Executivo. Seria o séc. XXI do Judiciário? À questão só com o tempo dará respostas, mas o certo é que a analogia, com a desculpa de fechar as lacunas do sistema, já de longe anunciava as mudanças que estariam por vir na Ciência Jurídica.

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    Especificações

    • Livro

    Referências

    1 BOBBIO, Norberto. Teoria do ordenamento jurídico. Tradução de Ari Marcelo Solon. São Paulo: Edipro, 2011, p. 147.

    2 Non possunt omnes articuli singillatim aut legibus aut senatus consultis compreendi: sed cum in aliqua causa sententia earum manifesta est, is qui iurisdictioni praeest ad similia procedere atque ita ius dicere debet.

    3 A analogia também se faz presente em outros diplomas legais: artigo 126 do Código de Processo Civil de 1973; artigo 140 do Código de Processo Civil de 2015; artigo 3º do Código de Processo Penal; artigo 8º da Consolidação das Leis do Trabalho; e artigo 108, inciso I, do Código Tributário Nacional.

    4 Constituição Federal de 1988: art. 5º, inc. XXXIX: não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal.

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    Direito Processual Penal

    Os 3 tipos de prisão cautelar do Código de Processo Penal

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    Prisão cautelar sofrida

    No processo penal brasileiro existe um instituto chamado prisão cautelar: uma constrição de liberdade que ocorre de forma não-definitiva, ou seja, que não é resultado de uma decisão condenatória transitada em julgado.

    O que é a Prisão Cautelar?

    Prisão cautelar não é nada mais que uma modalidade prevista pela Lei Processual Penal dentre as medidas cautelares, que, por sua vez, são medidas de natureza processual penal que buscam garantir o seguimento do processo e aplicação do poder de penar. Em outras palavras, são medidas que garantem que o processo possa seguir sem perturbação.

    Assim, a prisão cautelar busca garantir que o processo siga seu curso, impedindo que o acusado cometa outros crimes, prejudique a investigação ou ponha em risco a ordem pública.

    Em regra, quando falamos de prisão cautelar, podemos citar a prisão temporária, a prisão em flagrante, a prisão preventiva (NUCCI, 2014). Analisemos brevemente cada uma delas.

    Prisão Temporária

    Diferentemente das outras modalidades de prisão cautelar que iremos analisar, a prisão temporária não está descrita no Código de Processo Penal, mas em uma lei específica, a Lei nº 7.960/89. Ela foi criada com o fim de assegurar uma eficaz investigação policial, quando o delito a ser apurado for grave.

    O art. 1º da Lei 7.960/89 aborda as hipóteses em que se pode ser decretada a prisão temporária em seus três incisos, havendo entendimento doutrinário de que apenas um dos incisos não é o bastante para ensejar a prisão temporária, sendo necessário associar os incisos I ou II ao inciso III. In verbis, o art. 1º relata:

    Art. 1° Caberá prisão temporária:

    I – quando imprescindível para as investigações do inquérito policial;

    II – quando o indicado não tiver residência fixa ou não fornecer elementos necessários ao esclarecimento de sua identidade;

    III – quando houver fundadas razões, de acordo com qualquer prova admitida na legislação penal, de autoria ou participação do indiciado nos seguintes crimes:

    a) homicídio doloso (art. 121, caput, e seu § 2°);

    b) seqüestro ou cárcere privado (art. 148, caput, e seus §§ 1° e 2°);

    c) roubo (art. 157, caput, e seus §§ 1°, 2° e 3°);

    d) extorsão (art. 158, caput, e seus §§ 1° e 2°);

    e) extorsão mediante seqüestro (art. 159, caput, e seus §§ 1°, 2° e 3°);

    f) estupro (art. 213, caput, e sua combinação com o art. 223, caput, e parágrafo único);

    g) atentado violento ao pudor (art. 214, caput, e sua combinação com o art. 223, caput, e parágrafo único);

    h) rapto violento (art. 219, e sua combinação com o art. 223 caput, e parágrafo único);

    i) epidemia com resultado de morte (art. 267, § 1°);

    j) envenenamento de água potável ou substância alimentícia ou medicinal qualificado pela morte (art. 270, caput, combinado com art. 285);

    l) quadrilha ou bando (art. 288), todos do Código Penal;

    m) genocídio (arts. 1°, 2° e 3° da Lei n° 2.889, de 1° de outubro de 1956), em qualquer de sua formas típicas;

    n) tráfico de drogas (art. 12 da Lei n° 6.368, de 21 de outubro de 1976);

    o) crimes contra o sistema financeiro (Lei n° 7.492, de 16 de junho de 1986).

    p) crimes previstos na Lei de Terrorismo.

    Da mesma forma que a prisão preventiva, a temporária também necessita ser decretada em decisão fundamentada por um Juiz competente, e somente se a autoridade policial oferecer representação ou o Ministério Público apresentar requerimento, ou seja, não pode ser decretada de ofício.

    O prazo da prisão temporária será de cinco dias, podendo ser prorrogado uma vez por igual período, em caso de extrema e comprovada necessidade, ou de trinta dias (podendo ser prorrogado uma vez por igual período, em caso de extrema e comprovada necessidade) em casos de crimes hediondos ou equiparados a hediondos.

    Ao fim desse prazo, como descreve o art. 2º, §7º, da Lei 7.960/89, “o preso deverá ser posto imediatamente em liberdade, salvo se já tiver sido decretada sua prisão preventiva”.

    Caso a autoridade policial constate durante o prazo de prisão temporária que prendeu a pessoa errada ou que não há mais necessidade da custódia cautelar, pode-se soltar o suspeito.

    Ressalte-se, por fim, que a prisão temporária é uma prisão cautelar que visa garantir a segurança da investigação policial, portanto só é cabível a sua decretação durante a fase de inquérito policial. Uma vez já iniciado o processo penal propriamente dito, não há mais de se falar em prisão temporária.

    Por fim, a lei ainda estabelece que o preso temporário deve permanecer separado dos demais detentos.

    Prisão em Flagrante

    Descrita entre os artigos 301 e 310 do CPP, este tipo de prisão cautelar pode ser realizada por qualquer pessoa quando alguém for encontrado em flagrante delito. Ressalte-se que o dispositivo legal foi enfático no sentido de que “qualquer do povo poderá” enquanto “as autoridades policiais e seus agentes deverão”, expressando a faculdade do cidadão seria dever da polícia.

    De acordo com Nucci (2014), as prisões em flagrante possuem natureza administrativa e são realizadas no instante em que se desenvolve ou se encerra uma infração penal, a qual pode ser crime ou contravenção penal.

    Ademais, o art. 302 do CPP define o que seria o estado de flagrante delito como sendo:

    Art. 302. Considera-se em flagrante delito quem:

    I – está cometendo a infração penal;

    II – acaba de cometê-la;

    III – é perseguido, logo após, pela autoridade, pelo ofendido ou por qualquer pessoa, em situação que faça presumir ser autor da infração;

    IV – é encontrado, logo depois, com instrumentos, armas, objetos ou papéis que façam presumir ser ele autor da infração.

    Ressalte-se que em caso de delito permanente, o estado de flagrância ocorre enquanto não cessar a permanência do ato delituoso. Por exemplo: no caso do crime de sequestro (art. 148 do Código Penal), enquanto o sequestrado estiver em poder do sequestrador poderá ocorrer a prisão flagrancial.

    Como se pode ver pelo art. 302, existem algumas formas de flagrante, vejamos algumas das classificações.

    Inicialmente, o flagrante pode ser próprio, impróprio ou presumido. É próprio o flagrante quando o agente está em pleno desenvolvimento dos atos executórios da infração penal ou quando ele acabou de concluir a prática delitiva (incisos I e II do art. 302 CPP).

    O flagrante impróprio, por outro lado, ocorre quando o agente consegue fugir e, portanto, não é preso no local do delito, mas há elementos que em faça presumir ser o autor da infração (inciso III do art. 302 CPP).

    Por fim, nas palavras de Nucci (2014) o flagrante presumido se caracteriza “na situação do agente que, logo depois da prática do crime, embora não tenha sido perseguido, é encontrado portando instrumentos, armas, objetos ou papéis que demonstrem, por presunção, ser ele o autor da infração penal (inciso IV do art. 302 do CPP).”

    A outra diferenciação importante a ser feita em relação aos outros tipos de prisão cautelar é entre o flagrante preparado, o flagrante forjado e o flagrante esperado. O primeiro ocorre quando um agente provoca o suspeito a praticar um delito para que possa prendê-lo. Nesse caso, é preciso destacar que tratar-se-ia de um crime impossível, visto que seria inviável a sua consumação, já que o agente provocador iria agir no sentido de evitar a consumação do crime (NUCCI, 2014).

    O STF, inclusive, editou o enunciado sumulado nº 145 a respeito dessa situação, in litteris: “Não há crime quando a preparação do flagrante pela polícia torna impossível a sua consumação”.

    O flagrante forjado, por outro lado, seria um flagrante totalmente artificial, onde um terceiro iria organizar a situação para incriminar o agente, contudo a pessoa presa jamais pensou ou agiu para compor qualquer parte da infração penal (NUCCI, 2014).

    O flagrante esperado, por outro lado, é plenamente viável para autorizar a prisão em flagrante. Essa modalidade de prisão cautelar ocorre quando é avisado à autoridade policial que irá ocorrer um crime em determinado local. A polícia se desloca para o endereço informado e aguarda a ocorrência do delito para que possa tentar evitar o cometimento do crime e efetuar a prisão do agente.

    Contudo, como a autoridade policial não possui certeza sobre a informação prestada nem controla a ação do agente, é viável a consumação do crime. É preciso ressaltar ainda que caso a polícia tome todas as precauções para evitar a consumação do delito enquanto espera o flagrante, esta hipótese deixaria de ser um flagrante esperado para um caso de crime impossível, fazendo com que o agente não seja punível.

    Após a prisão, o flagranteado deve ser levado à presença da autoridade competente para a colheita de depoimentos e realização do interrogatório. Depois de tal procedimento e com base nas evidências colhidas, o acusado poderá (i) ser recolhido à prisão; (ii) ser solto mediante pagamento de fiança; (iii) ser solto sem pagamento de fiança.

    Ao receber o auto de prisão em flagrante, de acordo com o art. 310 do CPP, o juiz competente deverá, em até 24 horas após a prisão, promover a audiência de custódia e, nela, decidir de forma fundamentada se irá: (i) relaxar a prisão, caso ela seja ilegal; ou (ii) converter a prisão em preventiva, caso existam os requisitos para tal e se revelarem inadequadas as medidas cautelares diversas; ou (iii) conceder liberdade provisória com ou sem fiança.

    Prisão Preventiva

    Descrita entre os artigos 311 e 316 do CPP, as prisões preventivas são um tipo de prisão cautelar que podem ser decretadas pelo juiz em qualquer fase da investigação policial ou do processo penal a requerimento da Autoridade Policial, do Ministério Público, do querelante ou do assistente de acusação.

    ATENÇÃO! Após a entrada em vigor da lei nº 13.964/19, a decretação das prisões preventivas precisam ser provocadas, não havendo mais a hipótese de decretação de ofício pelo juiz.

    O decreto prisional, como qualquer outra decisão judicial, necessitar ser fundamentada. Nesse caso, existem alguns requisitos essenciais para a decretação: fumus commissi delicti e o periculum libertatis.

    O primeiro seria a prova da existência do crime e indício suficiente de autoria, enquanto o segundo seria o iminente perigo gerado por o agente permanecer em sociedade. Com relação ao periculum libertatis, a decisão deve ser motivada para a garantia da ordem pública, da ordem econômica, para a conveniência da instrução criminal ou para assegurar a aplicação da lei penal.

    A garantia da ordem pública é a fundamentação de interpretação mais ampla e flexível, uma vez que cabe ao juiz mensurar o abalo que o crime e suas consequências causam na sociedade, bem como se o delito pode provocar a prática de outras ações danosas.

    Nas palavras de Nucci (2014), a “garantia da ordem pública pode ser visualizada por vários fatores, dentre os quais: gravidade concreta da infração + repercussão social + periculosidade do agente. […]”.

    A garantia da ordem econômica seria uma espécie da garantia da ordem pública. Nessa hipótese, o agente poderia causar um grave dano à situação econômico financeira de uma instituição ou de órgão do Estado caso não seja segregado da sociedade.

    A conveniência da instrução criminal seria o motivo que visa proteger o correto andamento da ação penal. Nesse caso, tentasse evitar que o agente busque atrapalhar produção de provas, ameaçando testemunhas ou destruindo documentos, por exemplo.

    Já a garantia da aplicação da lei penal seria para assegurar ao Estado o exercício do seu direito de punir, caso o agente seja sentenciado como culpado. Assim, essa prisão cautelar busca, por exemplo, evitar que o agente fuja do distrito da culpa e não arque com as eventuais consequências legais de suas ações.

    Ademais, conforme bem apregoa o art. 312, parágrafo único, a prisão preventiva também poderá ser decretada em casos onde o agente descumpre alguma medida cautelar diversa da prisão (tirar a tornozeleira eletrônica, por exemplo).

    Contudo, mesmo que haja a presença comprovada do fumus commissi delicti e o periculum libertatis, não é possível a decretação da prisão preventiva para todos os crimes. De acordo com o art. 313, do CPP, temos que:

    Art. 313. Nos termos do art. 312 deste Código, será admitida a decretação da prisão preventiva:

    I – nos crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a 4 (quatro) anos;

    II – se tiver sido condenado por outro crime doloso, em sentença transitada em julgado, ressalvado o disposto no inciso I do caput do art. 64 do Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal;

    III – se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher, criança, adolescente, idoso, enfermo ou pessoa com deficiência, para garantir a execução das medidas protetivas de urgência;

    É importante ressaltar que, caso não se tenha certeza sobre a identidade civil do agente, ele poderá permanecer preso até que seja corretamente identificado, quando o juiz deverá realizar a análise supra detalhada sobre a manutenção ou não do encarceramento.

    Há ainda a ressalva expressa, no parágrafo segundo do artigo supra citado, de que não se pode decretar a prisão preventiva com a finalidade de antecipar o eventual cumprimento de pena ou como “decorrência imediata de investigação criminal ou da apresentação ou recebimento de denúncia.”

    Por fim, caso o juiz verifique não subsistem mais os requisitos para a manutenção da prisão preventiva, esta poderá ser revogada. Nessa hipótese, também é possível uma nova decretação, caso sobrevierem razões que a justifiquem.

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    Referências:

    NUCCI, Guilherme de Souza. Manual de Processo Penal e Execução Penal. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2014.
    Imagem disponível em: <https://pixabay.com/pt/photos/pris%c3%a3o-cela-de-pris%c3%a3o-cadeia-crime-553836/>. Acesso em 26 nov 2021.
    Imagem: Pixabay

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