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Top Melhor Caixa de Som para Computador e Notebook 2023

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Atualizado pela última vez em

 por Rafael Nogueira
Melhor Caixa de som para computador e notebook

Está pesquisando pela melhor caixa de som para computador e notebook? Então confira este nosso guia de compra com sugestões e dicas para acertar na sua escolha!

Investir em uma caixa de som para o seu computador e notebook pode proporcionar uma série de benefícios significativos. Primeiramente, a qualidade do áudio é aprimorada consideravelmente. Em comparação com as caixas de som internas dos dispositivos, as caixas de som externas oferecem áudio mais claro, graves mais profundos e agudos mais nítidos, proporcionando uma experiência de mídia muito mais envolvente.

Além disso, a versatilidade e portabilidade dessas caixas de som são notáveis. Você pode optar por modelos compactos e portáteis para uso em trânsito ou caixas de som maiores e mais potentes para o uso em casa. Muitas delas também oferecem conectividade Bluetooth, eliminando a necessidade de cabos e tornando a configuração e o uso extremamente simples.

Essas caixas de som não servem apenas para música, mas também aprimoram a experiência de assistir a filmes, séries e vídeos no seu computador ou notebook. Além disso, elas são ideais para jogos, oferecendo áudio de alta qualidade que melhora a imersão no jogo e permite que você ouça detalhes importantes para o desempenho. Para o trabalho de escritório, como a realização de pequenas apresentações, essas caixas de som garantem que você seja ouvido com clareza e que sua mensagem seja transmitida de forma impactante.

Por fim, as caixas de som permitem que você personalize a sua experiência sonora. Muitos modelos oferecem recursos como equalizadores, controles de volume e ajustes de graves e agudos, permitindo que você ajuste o som de acordo com suas preferências pessoais. Isso significa que você pode criar uma experiência sonora única e adequada ao seu gosto.

No geral, ao investir em uma caixa de som para computador e notebook, você está elevando a qualidade do áudio nas suas atividades diárias, seja para entretenimento, trabalho ou comunicação, tornando-as mais imersivas e agradáveis.

Melhor Caixa de som para computador e notebook

Por todos esses motivos e outros tantos mais, elaboramos aqui um Top melhor caixa de som para computador e notebook disponíveis atualmente, abrangendo diversas categorias para atender às suas necessidades específicas.

Top Melhor Caixa de Som para Computador e Notebook 2023

Melhor Caixa de Som: Logitech G560

Caixa de Som RGB para Jogos Logitech G560 Sistema 2.1 com Lightsync, Altos-Falantes para Computador

R$ 1.699,90  em estoque
2 novos a partir de R$ 1.699,90
frete grátis
Amazon.com.br
atualizado em 16 de junho de 2024 10:57

Especificações

  • LIGHTSYNC Iluminação RGB que reage aos jogos Experimente novos níveis de intensidade enquanto joga. O LIGHTSYNC RGB envolve você na ação dos jogos com efeitos de iluminação automáticos e específicos disponíveis a muitos jogos populares. O LIGHTSYNC emite luzes que reagem a diversas situações, como explosões no jogo, aproximação de inimigos, danos recebidos, cura, visitas a novos mundos e muito mais
  • Jogo além do monitor expanda as cores de sua tela para as caixas de som escolha qualquer área no seu monitor e atribua-a a qualquer uma das quatro zonas de iluminação via logitech gaming software (lgs). O g560 monitora tudo em tempo real e combina a iluminação da caixa de com com as cores na tela. O resultado é uma iluminação ambiente impressionante que envolve sua sala na experiência do jogo
  • Visualizador de áudio iluminação de espectro completo impulsionada pela música veja sua música através das luzes. Conecte por bluetooth, com cabo de 3, 5 mm ou usb para ativar o visualizador de áudio integrado do g560 e dar vida à sua música. Resposta a baixos volumes com um efeito intermitente suave. As pulsações em alto volume seguem o ritmo: luzes traseiras seguem os graves, as luzes dianteiras replicam os médios e agudos. Conecte-se via usb e use o logitech gaming software para personalizar cores e efeitos de iluminação
  • 240 watts de pico de som poderoso som poderoso de todos os ngulos sinta a ação explosiva da potência de 120 watts rms (240 watts de pico) que alimenta o subwoofer e os dois alto-falantes satélites com drivers metálicos leves e de alta resistência. Ouça todos os detalhes conforme projetado por designers de jogos e som através do sistema de alto-falante 2.1. E a partir de uma grande variedade de ngulos, graças ao design exclusivo do driver que proporciona um amplo ambiente sonoro
  • Dts: x ultra surround sound áudio posicional de última geração a intensidade que você quer e a ousadia que você precisa em um áudio posicional preciso. O dts: x ultra fornece uma atmosfera sonora 3d para jogos, para que você ouça seu ambiente de jogo por todos os ngulos. Junto com o dts: x ultra, as fontes de música multicanal como surround 5.1 ou 7.1 tornam-se uma experiência multidimensional. Cada canal da mixagem assume uma posição única para oferecer um realismo elevado

As Caixas de Som Logitech G560 oferecem uma experiência de áudio e iluminação verdadeiramente imersiva para entusiastas de áudio. Com o Lightsync RGB, essas caixas de som reagem de forma dinâmica aos jogos, criando uma atmosfera envolvente com efeitos de iluminação automáticos e específicos para muitos jogos populares. Essas luzes reagem a diversas situações no jogo, desde explosões impactantes até encontros com inimigos, proporcionando uma experiência visual sincronizada com a ação do jogo.

Uma característica excepcional do G560 é a capacidade de expandir as cores da tela do seu monitor para as caixas de som. Com o Logitech Gaming Software (LGS), você pode escolher qualquer área no seu monitor e atribuí-la a uma das quatro zonas de iluminação, permitindo que a iluminação ambiente envolva sua sala na experiência do jogo. Isso cria uma sensação única de imersão que vai além do simples áudio.

Além disso, o G560 apresenta um visualizador de áudio que sincroniza a iluminação com a música. Você pode conectar o sistema por Bluetooth, cabo de 3,5 mm ou USB para ativar esse recurso. Com ele, as luzes reagem de forma diferente ao ritmo da música, oferecendo uma experiência visual dinâmica que complementa a audição.

Com um poderoso som de 240 watts (120 watts RMS), os drivers metálicos leves e de alta resistência e o áudio posicional de última geração DTS: X Ultra Surround Sound, o G560 proporciona uma experiência sonora intensa para todos os tipos de mídia. Além disso, sua versatilidade de conexão por USB, cabo de 3,5 mm e Bluetooth torna-o compatível com várias fontes de áudio, permitindo que você alterne facilmente entre até quatro dispositivos conectados.

O G560 é a escolha perfeita para aqueles que desejam uma experiência de áudio envolvente e iluminação sincronizada para elevar seus jogos e entretenimento ao próximo nível.

Avaliações relevantes

Adorei, apesar de caro vale a pena, testei o som ouvindo música (as luzes piscam conforme a batida da música), testei para jogo de Xbox e surreal a imersão do som, o grave está na caixa maior então recomendo colocar a caixa maior embaixo do seu setup. VALEU cada centavo

Avaliado na Amazon em 30 de julho de 2022.

O Logitech G560 é espetacular. De instalação simples e usabilidade tranquila com o software G-Hub, o seu brilho está no potente subwoofer. Ou seja, as caixas responsáveis pelos agudos e médios são apenas competentes, e qualidade de som melhora muito se você posicionar elas na altura dos ouvidos. Já o subwoofer é a cereja do bolo, com graves fortes e viscerais. Um detalhe importante é o posicionamento do subwoofer virado para o chão, logo, se você mora em apartamento, isso pode trazer problemas com a vizinhança, especialmente com o surround ativado.

Através do G-Hub, é possível alterar a equalização através de presets definidos ou conforme você desejar. Com o equalizador em flat e volume do subwoofer em 50, o G560 mostra boa aptidão para graves e sub-graves, com médios bem presentes e agudos um pouco discretos. Para ouvir música, um discreto ganho nos agudos traz um brilho excelente ao sistema, e para jogar, convém ligar o surround (se for suportado pelo jogo) e ser feliz.

Ele pode ser utilizado ligado ao USB, via P2 (não traz o cabo P2-P2, mas pode ser comprado) ou via bluetooth. Testei ele ligado no P2, e a minha placa de som não conseguiu empurrar muito bem o sistema, deixando o som baixo e sem vida. Talvez ligado a um DAC/amp possa melhorar. Via bluetooth, é um pouco melhor do que o P2, no entanto, o melhor modo de utilizar o G560 é via USB. E não deixe de fazer o update de firmware antes de utilizar a primeira vez.

Em resumo, se você mora em apartamento ou com outras pessoas que podem se incomodar com som alto, o G560 é igual uma Ferrari no uso urbano: você sabe do potencial que ela tem, mas nunca consegue usar tudo. 40% de volume é o suficiente para tremer as paredes no surround. Por isso que, depois de uma semana de uso do G560, tive que investir em um Hecate G7 para jogar em horários que a lei do silêncio me impede de balançar as estruturas do prédio.

Avaliado na Amazon em 8 de junho de 2022.

O produto é bem fácil de instalar e mais ainda de utilizar. Pode ser personalizado no programa Logitech G Hub dando ainda mais opções de controle de som e luzes. O subwoofer é ótimo. Só a potência de som poderia ser um pouco maior, em ambientes pequenos vai bem, mas não se tem muito benefício para ambientes amplos. Qualidade Logitech em acabamento, material e praticidade, são pontos positivos.

Avaliado na Amazon em 26 de fevereiro de 2023.

Características técnicas:

MarcaLogitech G
Nome do modeloLOGITECH CAIXA DE SOM G560 G560 SISTEMA 2.1 COM LIGHTSYNC
Tipo de alto-falante3D
Tecnologia de conectividadeBluetooth, USB
Características especiaisTela

Caixa de Som Edifier R1000T4

Monitor de Áudio, Edifier, R1000T4 preta

R$ 779,97  em estoque
3 novos a partir de R$ 699,00
Amazon.com.br
atualizado em 16 de junho de 2024 10:57

Especificações

  • Entrada dupla RCA
  • Potência de 24 watts RMS
  • Alimentação Bivolt
  • Resistente à ressonância

A Caixa de Som Edifier R1000T4 é uma opção notável para entusiastas de áudio e amantes de música que buscam uma experiência de som autêntica e de alta qualidade. Com sua potência de 24 watts RMS, alimentação bivolt e entrada dupla RCA, essa caixa de som oferece um desempenho de áudio excepcional. Seu amplificador aprimorado de classe-D garante que você aproveite ao máximo o som, proporcionando tons limpos e nítidos, perfeitos para uma ampla variedade de usos.

Uma característica notável da R1000T4 é a sua construção resistente à ressonância, graças ao material de fibra de madeira 100% (MDF). Isso significa que o som reproduzido permanece puro e sem distorções, tornando-a ideal para uso em home studios, escritórios ou em casa. Além disso, o design elegante com drivers de graves de 4″ e drivers de tweeter de diafragma de seda de 3/4″ acrescenta um toque de estilo ao ambiente.

O que a diferencia de muitas outras caixas no mercado é o fato de ser “flat”, ou seja, reproduz todas as frequências equilibradas, sem modificações. Isso proporciona uma referência precisa para a equalização de instrumentos e uma experiência sonora autêntica.

Para maior personalização, os controles de ajuste de graves e volume estão localizados na parte traseira da caixa, e as duas portas de entrada de linha estéreo oferecem opções dinâmicas de agudos na porta “A”.

Em resumo, a Edifier R1000T4 é uma escolha versátil e atraente para quem busca um som genuíno, equilibrado e de alta qualidade, seja para trabalho, lazer ou criação de conteúdo. Com ela, você pode elevar sua experiência auditiva e apreciar áudio de qualidade em sua forma mais autêntica.

Avaliações relevantes

Comprei pra sonorizar o PC, substituindo uma caixa Yamaha Bluetooth. Dispositivos wireless, com o passar dos anos, vão perdendo estabilidade devido à evolução dos protocolos de transmissão. Gostei do desempenho e acabamento.

Avaliado na Amazon em 13 de julho de 2023.

Nunca comprei uma caixa de som Monitor de áudio, e ela têm um som realmente espetacular! Para estúdios, quarto e locais fechados, obvio. Se você procura uma caixa de som para esses ambientes ela é muito boa! Larguei meu Fone de DJ para usar somente ela.

Avaliado na Amazon em 6 de abril de 2023.

Entregam tudo e mais um pouco pelo preço cobrado…a única coisa que poderia ser melhor era a sai p10, rca ja esta beeem ultrapassado, mas tudo bem, nada que um cabo adaptado nn resolva

Avaliado na Amazon em 16 de março de 2023.

Características técnicas:

MarcaEdifier
Tipo de alto-falanteMultimídia
Tecnologia de conectividadeRCA, Auxiliar
Características especiaisÁudio de alta resolução
Adequação do controle por rádioPara Computadores

Caixa de Som Multilaser Warrior SP266

Caixa de Som 2.1 Grande Gamer 50W Rms Warrior SP266

 fora de estoque
Amazon.com.br
atualizado em 16 de junho de 2024 10:57

Especificações

  • Super Bass: Ajuste o grave e o volume no painel lateral para uma melhor experiência de som.
  • Potência Sonora: Subwoofer de 6,5" e caixas laterais de 3", sinta a potência sonora de 50W RMS.
  • Controle de Volume: Controle de volume externo com entrada e saída de áudio auxiliar P2.
  • Plug & Play: Conexão auxiliar, dispensável software de instalação.
  • Use para jogar, assistir filmes ou ouvir música.

A Caixa de Som Multilaser Warrior SP266 é a escolha perfeita para os entusiastas de áudio que desejam experimentar um som poderoso e envolvente. Com um subwoofer de 6,5 polegadas e caixas laterais de 3 polegadas, essa caixa de som oferece uma potência sonora impressionante de 50 watts RMS. Você sentirá a intensidade do som como se estivesse no centro da ação, seja em jogos, filmes ou música.

Um recurso prático da SP266 é o controle de volume externo, que permite ajustar facilmente o nível de áudio de acordo com suas preferências. Além disso, a caixa de som oferece entrada e saída de áudio auxiliar P2, garantindo conectividade versátil com diversos dispositivos.

Para aprimorar ainda mais a qualidade do áudio, o produto é bivolt, proporcionando flexibilidade na configuração. O recurso Super Bass permite ajustar o grave e o volume no painel lateral, personalizando a experiência sonora para atender às suas necessidades.

Com a Multilaser Warrior SP266, você desfrutará de um som envolvente e poderoso que amplificará suas experiências, tornando-as ainda melhores.

Avaliações relevantes

Me surpreendi positivamente com a qualidade do som, principalmente do sub que alcança frequências a partir dos 30hz (pelos testes que fiz). O sub possui um som aveludado, com uma qualidade muito acima das minhas expectativas. Não sei se fui premiado ou se esse é realmente o padrão. Já as caixas satélite são bem dentro do esperado, pelo preço não dá para exigir muito delas.

Possui um agudo bom, mas os sons mais próximos ao médio tendem a não soar tão bem. Observei também nos testes de som 2.1 que a caixa esquerda é melhor que a direita nesse quesito. Em suma, estou extremamente satisfeito. O som, no geral, superou minhas expectativas. Espero que passe no teste da durabilidade.

Avaliado na Amazon em 12 de setembro de 2023.

O produto me surpreendeu, mesmo vendo alguns reviews ainda sim me surpreendi quando liguei! A qualidade do som é excelente, os graves são surreais, para quem gosta de grave é a caixa perfeita! Para mim se assemelha e é até melhor que alguns home theathers. Para dentro de casa ela é perfeita, não precisa mais do que 50% do volume para ouvir casualmente.

Moro em AP e tenho que moderar o volume e principalmente dos graves, pois vibra muito as paredes. O preço vale muito a pena pelo que o aparelho entrega, porém, acho que poderia ser um pouquinho mais barato uns R$ 50 apenas, então de pegar uma promoção boa e pagar por volta de R$ 300 vai ser muito top, mas acho justo o preço de mais ou menos R$ 360.

A qualidade do produto é muito boa, muito bem feito, a caixa grande do grave é de madeira e as caixinhas de plástico, porém ambas de qualidades excelentes! ( Tem até suporte para colocar as caixas pequenas suspensas caso você prefira)

Único ponto ruim que achei é que pelo valor poderia vir bluetooth para utilizar, quando utiliza no computador você precisa optar por usar o fone ou a caixa, visto a entrada P2, porém, comprei um adaptador bluetooth P2 e resolvi este problema e agora utilizo por bluetooth também.

Avaliado na Amazon em 9 de dezembro de 2020.

Caixa tem graves muito presente os satélites são super altos o sub da realmente aquele batida, espero que dure foi uma boa compra.

Avaliado na Amazon em 6 de setembro de 2023.

Características técnicas:

MarcaMultilaser
Tipo de alto-falanteSubwoofer
Tecnologia de conectividadeUSB, Auxiliar
Características especiaisPorta USB
Dispositivos compatíveisNotebook, Tablet, Smartphone

Caixa de Som Redragon Stentor GS500

CAIXA DE SOM 2.0 REDRAGON STENTOR GS500 2x5W

R$ 139,00
R$ 119,14
 em estoque
6 novos a partir de R$ 119,14
frete grátis
Amazon.com.br
atualizado em 16 de junho de 2024 10:57

Especificações

  • Caixa de som Stentor

A Caixa de Som Redragon Stentor GS500 é um exemplo notável de potência sonora compacta e qualidade excepcional. Com seu design clássico de alto-falantes estéreo 2.0, esta caixa de som entrega um desempenho de áudio que supera suas expectativas. O que a diferencia é a excepcional qualidade de graves que proporciona, elevando sua experiência de áudio a um novo patamar.

Além disso, a Redragon Stentor GS500 utiliza energia digital de baixa tensão para produzir um som cristalino, mantendo o áudio livre de distorções. A luz de fundo vermelha de 5Wx2 adiciona um toque de estilo ao seu ambiente, criando uma atmosfera atraente para desfrutar de músicas, jogos e filmes.

Com a conveniente interface de áudio de 3,5 mm para fone de ouvido/microfone, a GS500 oferece flexibilidade na conectividade, permitindo que você desfrute de áudio de alta qualidade a partir de uma variedade de fontes.

Leve e compacta, com peso de 710 gramas (bruto com embalagem), a Caixa de Som Redragon Stentor GS500 é uma opção acessível que oferece um desempenho de áudio excepcional, tornando-a uma escolha ideal para quem busca um som de qualidade em um formato compacto.

Avaliações relevantes

A qualidade do som é boa, o volume não é tão alto nem tão baixo, a luz vermelha não tem como apagar, sempre que a caixa de som estiver ligada, a luz vermelha estará ligada também, não tem como trocar por outra cor. O botão tem como desligar a caixa de som, e assim a luz se apaga. Atendeu minhas expectativas. Já tem algumas semanas que estou usando, e não apresentou nada de errado.

Avaliado na Amazon em 30 de março de 2022.

Caixa com qualidade, superou as expectativas, o som muito bom, o alto-falante suporta o volume no máximo sem ficar xiando.

Avaliado na Amazon em 2 de março de 2022.

Estou usando há dois dias e estou bastante satisfeito com a qualidade do som delas.

Avaliado na Amazon em 21 de agosto de 2021.

Características técnicas:

MarcaRedragon
Tipo de alto-falanteWoofer
Diâmetro do subwoofer2 Polegadas
Tipo de montagemSuporte de mesa
Configuração de canais de som surround2

Caixa de Som Multilaser SP172

Caixa De Som Para Pc 14W 2.1 Preto Usb - SP172

R$ 149,90
R$ 128,90
 em estoque
9 novos a partir de R$ 103,00
Amazon.com.br
atualizado em 16 de junho de 2024 10:57

Especificações

  • 14 RMS potência na medida certa para seu cômodo.
  • Controle de Volume e Graves, ajuste o seu volume da forma que quiser, controlando também o grave emitido pelas caixas.
  • Acabamento Premium, caixas de som leves e compactas com acabamento fosco e black piano.
  • Conexão Auxiliar P2, as caixas de som possuem entrada padrão P2 3,5mm, compatível com diversos dispositivos.
  • Frequência de resposta: 100hz- 18khz

A Caixa de Som Multilaser SP172 é uma escolha acessível para quem busca um áudio de qualidade. Este sistema de caixas de som multimídia 2.1 oferece uma experiência sonora envolvente. Com um subwoofer e duas caixas satélite, ele proporciona uma distribuição eficaz de som, resultando em graves aprimorados e um som nítido.

A frequência de resposta de 100Hz a 18kHz garante que você possa desfrutar de uma ampla gama de sons, desde graves profundos até agudos nítidos. O conector P2 de 3,5 mm facilita a conexão a uma variedade de dispositivos, incluindo computadores, laptops e smartphones. Além disso, a capacidade bivolt do produto torna-o versátil, permitindo seu uso em diferentes locais.

Com uma potência de 8W para o subwoofer e 3W para cada uma das caixas satélite, o Multilaser SP172 oferece um equilíbrio agradável entre tamanho e desempenho. Suas dimensões compactas garantem que ele possa caber facilmente em sua configuração, seja em seu escritório, quarto ou sala de estar.

Se você procura um sistema de som econômico, mas eficaz, o Multilaser SP172 é uma opção a ser considerada.

Avaliações relevantes

Caixas que cumprem o que prometem! Qualidade de som é boa, graves bons, os botões são um pouco duros mas recomendo regulá-los em um volume bom e depois controlar pelo volume do aparelho que estiver conectado às caixinhas!

Produto vale o preço! Único ponto negativo, mas não muito significante, é que deveria ser possível usar uma outra fonte de energia, fora o cabo USB, deveria vir com a peça para utilizar na tomada, caso queira ouvir músicas pelo celular ou assistir um vídeo, sem a possibilidade de usar o cabo usb para energizar o aparelho.

Avaliado na Amazon em 17 de agosto de 2023.

O som da caixa é excelente, bons graves e volume bom também. Compraria de novo e recomento muito.

Avaliado na Amazon em 20 de setembro de 2023.

A caixa de som é muito boa, vale a pena.

Avaliado na Amazon em 25 de setembro de 2023.

Características técnicas:

MarcaMultilaser
Tipo de alto-falanteSubwoofer, Satélite
Tecnologia de conectividadeUSB
Características especiaisPorta USB
Adequação do controle por rádioPara Computadores

Caixa de Som Flat Multilaser ‎SP009

Caixa de Som Flat 3W Rms Multilaser

R$ 66,22  em estoque
11 novos a partir de R$ 47,56
frete grátis
Amazon.com.br
atualizado em 16 de junho de 2024 10:57

Especificações

  • Entrada para fone de ouvido
  • Potência de saída 3W RMS
  • Resposta de Frequência 20Hz 20kHz

A Caixa de Som Multilaser SP009 é uma escolha a ser considerada para quem busca aprimorar a qualidade de áudio ao ouvir música em seu computador. Com uma potência de saída de 3W RMS, esta caixa de som oferece um som nítido e agradável para melhorar sua experiência auditiva. Com uma resposta de frequência que vai de 20Hz a 20kHz, você poderá desfrutar de uma ampla gama de sons, desde graves profundos até agudos cristalinos.

Além disso, a SP009 apresenta uma entrada para fone de ouvido, oferecendo a flexibilidade de uso com ou sem fones de ouvido. Isso a torna uma opção versátil para quem deseja alternar entre ouvir música em particular e compartilhar suas faixas favoritas com outras pessoas.

Com seu design compacto e preto, a Caixa de Som Multilaser SP009 combina facilmente com a decoração de qualquer ambiente. Seja no escritório ou em casa, essa caixa de som é uma adição valiosa para melhorar sua experiência ao ouvir música em seu computador ou notebook.

Avaliações relevantes

Não ouço som alto (nem jogo no computador), mas gosto de ouvir vídeos de aulas com um bom volume. Essa caixa de som atende bem para essa finalidade (uso comum)

Avaliado na Amazon em 5 de setembro de 2023.

Sobre o produto:

1. Possui uma ótima qualidade tanto de som, quanto de estética. O preço é justo.

2. Volume sem ruídos.

3. Boa qualidade do material.

Em suma, recomendo a compra do produto.

Avaliado na Amazon em 13 de setembro de 2023.

Entrega eficiente, bom custo, entrega o que promete em relação ao valor. E uma caixa de som para computador de escritório, apenas.

Avaliado na Amazon em 15 de setembro de 2023.

Características técnicas:

MarcaMultilaser
Nome do modeloCaixa de Som Mini 3W USB 2.0 Preto Multilaser
Tipo de alto-falanteWoofer
Características especiaisÁudio de alta resolução
Dispositivos compatíveisComputador pessoal

Caixa de Som C3Tech SP-301BK

C3Tech Caixa de som SP-301BK Preto - Sistema de audio 2.0 P2 Com Blindagem Eletromagnética alimentacao via porta USB

R$ 29,90
R$ 24,90
 em estoque
16 novos a partir de R$ 25,99
frete grátis
Amazon.com.br
atualizado em 16 de junho de 2024 10:57

Especificações

  • Para quem nao abre mao de qualidade em suas musicas e procura por um produto com design moderno, leve e portatila speaker SP-301 da C3Tech é perfeita para voce
  • Com alimentacao via porta USB
  • ideal para uso em computadores e notebooks
  • Antes de conectar os alto-falantes ao seu computador, verifique se o áudio está configurado corretamente.

A Caixa de Som C3Tech SP-301BK é uma escolha perfeita para aqueles que valorizam qualidade de áudio e procuram um produto barato, sem abrir mão de um design moderno e portátil. Este alto-falante é ideal para uso em computadores e notebooks, oferecendo uma solução sonora eficiente e prática para melhorar sua experiência de áudio.

Com alimentação via porta USB, a SP-301BK é facilmente conectada ao seu dispositivo, eliminando a necessidade de fontes de energia adicionais. Além disso, este alto-falante foi otimizado para computadores e notebooks, garantindo precisão no uso e uma excelente resposta de áudio.

Projetado para durabilidade e qualidade, o C3Tech SP-301BK é uma escolha confiável para quem busca uma experiência sonora mais rica e aprimorada em seu computador. Antes de conectar os alto-falantes ao seu computador, lembre-se de verificar se as configurações de áudio estão corretas para aproveitar ao máximo seu desempenho. Com a SP-301BK, você pode desfrutar de uma qualidade de áudio notável em um pacote leve e portátil.

Avaliações relevantes

Meu computador deu uns bug na hora de identifcar a entrada usb com o p2, teve dificuldade, até achei que estava quebrado mas uma hora ele entendeu, só ligar a usb primeiro , ligar o som de algum video e conectar o p2 que deu certo. Um truque necessário. Só uma dica pra não desesperar se isso acontecer com vc tbm. Custo beneficio otimo pelo valor.

Avaliado na Amazon em 3 de outubro de 2023.

mto boa pelo preço. Parabéns ao vendedor tbm, envio super rápido!

Avaliado na Amazon em 30 de setembro de 2023.

Gostei muito, um som bem alto e com uma qualidade impressionante em relação ao preço. Recomendo!

Avaliado na Amazon em 22 de setembro de 2023.

Características técnicas:

MarcaC3TECH
Nome do modeloSP-301BK
Tipo de alto-falanteCanal central
Tecnologia de conectividadeUSB
Características especiaisPorta USB

Como escolher a melhor caixa de som para computador e notebook?

Melhor Caixa de som para computador e notebook

Escolher a melhor caixa de som para computador e notebook requer atenção a vários fatores importantes. Aqui estão sete tópicos para considerar, com base nas informações dos produtos discutidos:

Tipo de Caixa de Som

Ao escolher uma caixa de som, você pode optar por modelos 2.0 (duas caixas estéreo) ou 2.1 (incluindo um subwoofer).

A principal diferença entre uma caixa de som 2.0 e 2.1 está na configuração dos alto-falantes e, consequentemente, na qualidade de áudio e na faixa de frequência que cada uma oferece. As caixas de som 2.0 consistem em dois alto-falantes (um para o canal esquerdo e outro para o canal direito), proporcionando uma experiência de áudio estéreo. Elas são excelentes para tarefas de áudio gerais, como ouvir música e assistir a vídeos, oferecendo um som equilibrado e nítido.

Já as caixas de som 2.1 incluem dois alto-falantes satélite e um subwoofer. O subwoofer é o componente-chave que a diferencia, pois é responsável por aprimorar a reprodução de graves. Isso resulta em uma experiência de áudio mais rica e dinâmica, especialmente adequada para atividades que envolvem muitos graves, como jogos e filmes. O subwoofer proporciona graves profundos e poderosos, acrescentando uma camada de imersão ao som, tornando a experiência mais envolvente e impactante.

Em resumo, a principal distinção entre as caixas de som 2.0 e 2.1 está na presença do subwoofer nas últimas, proporcionando uma qualidade de graves significativamente aprimorada. A escolha entre elas depende das preferências pessoais e das necessidades de áudio do usuário, com as caixas de som 2.1 sendo ideais para quem valoriza uma experiência de áudio mais completa e envolvente, enquanto as 2.0 são adequadas para tarefas de áudio mais simples.

Potência e Resposta de Frequência

A avaliação da potência e resposta de frequência de uma caixa de som para computador e notebook é fundamental para determinar a qualidade e o desempenho do áudio. A potência, medida em watts RMS (Root Mean Square), indica a capacidade da caixa de som de reproduzir o som com intensidade. Uma potência mais alta geralmente resulta em um som mais alto e vibrante, ideal para preencher ambientes maiores. No entanto, lembre-se de que a potência não é o único fator determinante da qualidade do áudio, pois a clareza e a fidelidade do som também desempenham um papel importante.

A resposta de frequência é um indicador da faixa de tons que a caixa de som é capaz de reproduzir. Ela é apresentada em hertz (Hz) e geralmente inclui um intervalo, como 20Hz a 20kHz. Uma resposta de frequência ampla indica que a caixa de som é capaz de reproduzir tons graves profundos e agudos nítidos. Para avaliar essa característica, ouça uma variedade de músicas e áudios e preste atenção em como a caixa de som lida com diferentes faixas de frequência. Certifique-se de que a resposta de frequência atenda às suas preferências pessoais e ao tipo de conteúdo que você mais consome.

Por fim, lembre-se de que a potência e a resposta de frequência devem ser avaliadas em conjunto com outros fatores, como design, conectividade e recursos adicionais. Uma caixa de som equilibrada em termos de potência e resposta de frequência, aliada a um design prático e à conectividade desejada, proporcionará uma experiência de áudio satisfatória para uso com seu computador e notebook.

Conectividade

A avaliação da conectividade de uma caixa de som para computador e notebook desempenha um papel crucial na escolha do produto certo para suas necessidades. Primeiramente, verifique os tipos de entradas e saídas disponíveis na caixa de som. As opções mais comuns incluem conexões P2 de 3,5 mm, USB e Bluetooth. A presença de múltiplas opções de conectividade aumenta a versatilidade da caixa de som, permitindo que você a conecte a uma variedade de dispositivos.

Outro fator importante a ser considerado é a facilidade de configuração e compatibilidade com seu computador ou notebook. Certifique-se de que a caixa de som seja plug-and-play e não requer configurações complicadas. Além disso, verifique se a caixa de som é compatível com o sistema operacional do seu dispositivo. Para usuários de Mac, Windows ou outros sistemas, a compatibilidade adequada é essencial para garantir um funcionamento sem problemas.

Por fim, leve em consideração recursos adicionais de conectividade, como portas de entrada auxiliar (AUX) ou saída de fone de ouvido. Essas características podem ser úteis para conexões com outros dispositivos de áudio ou para uso privado. Ao avaliar a conectividade de uma caixa de som, você pode garantir que ela seja compatível e prática para uso com seu computador ou notebook, permitindo uma experiência de áudio otimizada.

Design e Portabilidade

A avaliação do design e portabilidade de uma caixa de som para computador e notebook é essencial para garantir que o produto se integre perfeitamente ao seu ambiente e estilo de vida. Primeiramente, considere o design estético da caixa de som. Ela deve complementar a estética do seu espaço, seja no escritório, quarto ou sala de estar. Muitos modelos estão disponíveis em diferentes cores e estilos, permitindo que você escolha aquele que melhor se adapte à sua decoração.

A portabilidade é outro fator importante. Se você planeja levar a caixa de som para diferentes locais ou usá-la em trânsito, opte por modelos compactos e leves que sejam fáceis de transportar. Além disso, verifique se a caixa de som é alimentada por bateria ou possui uma opção de uso sem fio, como o Bluetooth, o que a torna ideal para situações onde não há acesso a uma tomada.

Finalmente, considere a durabilidade do design. Modelos construídos com materiais resistentes e à prova de impacto podem suportar o desgaste do uso diário e manter sua aparência ao longo do tempo. Ao avaliar o design e a portabilidade de uma caixa de som, você pode garantir que ela seja funcional, esteticamente agradável e se adapte ao seu estilo de vida, independentemente de onde você a utilize.

Recursos Especiais

A avaliação dos recursos especiais de uma caixa de som para computador e notebook é crucial para determinar como o dispositivo pode enriquecer sua experiência auditiva. Primeiramente, verifique se a caixa de som oferece controles de áudio avançados, como ajustes de graves, agudos e equalização. Esses recursos permitem personalizar o som de acordo com suas preferências e o tipo de conteúdo que você está ouvindo, proporcionando uma experiência sonora sob medida.

Considere também a presença de recursos adicionais, como luzes de fundo ou efeitos visuais que reagem à música. Esses elementos visuais podem adicionar um toque de estilo e atmosfera à sua configuração de áudio, tornando-a mais envolvente e atrativa.

Além disso, verifique se a caixa de som possui funcionalidades específicas para suas necessidades, como modos de jogo para gamers, suporte a assistentes de voz ou recursos de redução de ruído. Ao avaliar os recursos especiais, você pode escolher uma caixa de som que atenda às suas necessidades e ofereça uma experiência de áudio mais rica e personalizada.

Finalidade de Uso

Pergunte-se como você planeja usar a caixa de som. Se for para trabalho de escritório, jogos, entretenimento ou tarefas de edição de áudio, escolha um modelo adequado às suas necessidades, como a Logitech G560 para jogos ou a Redragon Stentor GS500 para som de alta qualidade.

Ao considerar esses tópicos e revisar as informações dos produtos discutidos, você estará mais bem preparado para tomar uma decisão informada ao escolher a melhor caixa de som para o seu computador e notebook.

Tudo sobre a melhor caixa de som para computador e notebook

Melhor Caixa de som para computador e notebook

O que é uma caixa de som 2.0?

Uma caixa de som 2.0 é um sistema de áudio composto por dois alto-falantes, um para o canal esquerdo e outro para o canal direito, proporcionando uma experiência de áudio estéreo.

Quais são as vantagens das caixas de som 2.1?

As caixas de som 2.1, como o Logitech G560, oferecem uma reprodução de graves mais potente e são ideais para jogos, filmes e música com muitos graves. Elas proporcionam uma experiência de áudio mais imersiva.

Quais são as opções de conectividade das caixas de som?

As caixas de som podem oferecer diferentes opções de conectividade, como entrada P2 de 3,5 mm, USB e Bluetooth. O modelo Edifier R1000T4, por exemplo, possui entrada dupla RCA.

O que é a potência de saída e como avaliá-la?

A potência de saída, medida em watts RMS, indica a capacidade da caixa de som de reproduzir o som com intensidade. Avalie a potência considerando o tamanho do ambiente em que será usada e suas necessidades de volume.

O que é a resposta de frequência e por que é importante?

A resposta de frequência indica a faixa de tons que a caixa de som é capaz de reproduzir. É importante para garantir que a caixa de som possa lidar com diferentes tipos de música e áudio. O Edifier R1000T4, por exemplo, tem uma resposta de frequência de 75Hz a 18kHz.

Quais recursos especiais devo considerar ao escolher uma caixa de som?

Recursos especiais podem incluir luzes de fundo, controle de graves, equalização, efeitos visuais reativos a jogos e modos de áudio específicos. O Logitech G560 oferece iluminação RGB que reage a jogos, enquanto o Edifier R1000T4 é uma opção “flat” sem equalização.

Como avaliar a durabilidade de uma caixa de som?

A durabilidade depende dos materiais de construção. Materiais resistentes e à prova de impacto, como os utilizados no Multilaser Warrior SP266, podem prolongar a vida útil da caixa de som.

Quais modelos de caixa de som são indicados para trabalho de escritório e apresentações?

Caixas de som como o C3Tech SP-301BK, projetadas para oferecer precisão e qualidade de áudio, são adequadas para apresentações e trabalho de escritório.

O que é um soundbar e como ele difere de outras caixas de som?

Um soundbar é uma barra de alto-falantes projetada principalmente para uso com TVs, mas também pode ser usada com computadores. Eles são mais compactos e projetados para oferecer uma experiência de áudio simplificada.

Quais caixas de som são ideais para uma experiência de áudio imersiva?

O Logitech G560, com sua iluminação reativa e potência, é uma excelente escolha para quem busca de uma experiência de áudio imersiva.

Conclusão

Esse foi o Top 7 melhor caixa de som para computador e notebook 2023.

Leve em consideração o tipo de conexão, potência, conectividade, resposta de frequência, portabilidade e recursos especiais. Na lista acima, certamente você encontrará caixa de som que corresponderá as suas necessidade.

Gostou deste artigo sobre o Top melhor caixa de som para computador e notebook 2023? Então, veja mais conteúdo em nosso blog e compartilhe com seus amigos nas redes sociais e ajude mais pessoas a escolherem o melhor equipamento para limpezas pesadas. Até a próxima.

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Referências:
Logitech
Edifier
Imagens: Pixabay

Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Ceará (2017) e Pós-Graduado em Direito Público (2022). Advogado, Editor-chefe da Revista Direito Diário e Diretor Administrativo da Arg. - Consultoria em Argumentação, Oratória e Persuasão.

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Interdisciplinar

As origens da Hermenêutica Jurídica

Redação Direito Diário

Publicado

em

Interpretação e Hermenêutica Jurídica

Com o intuito de dar ao leitor um conhecimento mais amplo acerca do vasto conteúdo da hermenêutica jurídica, teceremos breves comentários sobre as suas origens.

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Hermenêutica na Grécia Antiga

A ciência da interpretação teve origem na teologia pagã de algumas civilizações da Idade Antiga. Dentre elas, podemos destacar a civilização grega.[1] Nos templos helênicos, era comum a existência de feiticeiros e adivinhos que abriam o ventre de animais mortos na tentativa de realizar previsões acerca do destino das pessoas.

Segundo o professor Glauco Barreira, “esse procedimento estava em sintonia com a concepção cosmológica e determinista que se tinha do mundo. Desse modo, a crença no destino ‘tornava’ os acontecimentos futuros inevitáveis […]”[2].

Neste contexto, a hermenêutica era utilizada em duas situações distintas. Na primeira, ela era usada pelos feiticeiros e adivinhos para interpretarem as mensagens referentes ao destino das pessoas. Na segunda, pelos próprios assistentes destes feiticeiros, que precisavam interpretar os pronunciamentos destes adivinhos, visto que eles faziam previsões com uma linguagem demasiadamente abstrata.

Hermenêutica e o Cristianismo

Com a ascensão do cristianismo[3], a hermenêutica passou a ser utilizada para a interpretação da Bíblia. Surgiram, nessa época, os primeiros intérpretes do livro sagrado cristão. Após a confecção do Novo Testamento, foram criadas várias ramificações do cristianismo original e, com elas, várias formas de se interpretar a Bíblia.

Tal fato proporcionou o desenvolvimento da hermenêutica bíblica. Na gênesis dessa hermenêutica, se destacaram duas correntes: a Escola de Alexandria e a Escola de Antioquia. A respeito dessas correntes hermenêuticas, Glauco Barreira afirma:

Entre os cristãos, inicialmente, existiam duas grandes escolas de hermenêutica bíblica: a Escola de Alexandria e a Escola de Antioquia. A primeira, tinha Clemente e Orígenes como seus grandes corifeus. Estes procuravam conciliar a mensagem cristã com a filosofia grega e, para a consumação de tal objetivo, alegorizavam os relatos históricos contidos na Escritura. Enquanto isso, os seguidores da Escola da Antioquia, prestigiando a compreensão mais óbvia dos textos, favoreciam uma interpretação mais literal. Acreditavam que, na Bíblia, existiam alegorias, no entanto, distinguiam a interpretação das Escrituras alegóricas da interpretação alegórica da Escritura.[4]

Podemos perceber, portanto, que a Escola de Antioquia possuía traços semelhantes com o que viria a ser a Escola da Exegese, pois ambas defendiam uma interpretação mais literal dos textos que essas correntes estudavam.

Entretanto, é válido ressaltar que essas escolas possuíam motivos distintos para defenderem essa interpretação literal.

Durante a Idade Média, surgiram alguns célebres intérpretes do livro sagrado cristão, como Santo Agostinho e São Tomás de Aquino, que deram grandes contribuições para a hermenêutica teológica cristã. Após isso, com o advento da Reforma Protestante, cresceu o número de igrejas independentes da Igreja Católica e, com isso, aumentou o número de interpretações diferentes da Bíblia.

Tal fato propiciou um desenvolvimento, nunca antes visto, da hermenêutica bíblica e o surgimento de vários filósofos que eram estudiosos do livro sagrado cristão. Podemos perceber, pois, que a introdução da hermenêutica no campo da Filosofia era somente questão de tempo.

A Filosofia e a Hermenêutica

A ciência da interpretação foi introduzida na Filosofia por Friedrich Schleiermacher. Tal fato ocorreu devido à forma de interpretação da Bíblia que este filósofo sustentava. Na sua visão, o livro sagrado dos cristãos deveria ser interpretado “como um simples texto de natureza histórico-literária[…]”[5].

Segundo Schleiermacher, esse tipo de acepção de sentido do texto poderia e deveria ser utilizada na interpretação de qualquer obra. Ao fazer tal afirmação, esse autor abriu caminho para a introdução da Hermenêutica na Filosofia e, posteriormente, no Direito.

Hermenêutica Jurídica

Durante o período de inserção da Hermenêutica no direito, ganhou força um movimento que propunha a codificação do Direito. Tal movimento era formado por jurisconsultos que eram muito influenciados por vários ideais iluministas. Dentre eles, podemos destacar: o princípio da certeza do direito, o da autoridade e o da separação de poderes.

Todas essas ideias proporcionaram as bases teóricas para a criação do Código Napoleônico, que, ressalta-se, ainda está em vigor na França, e para o surgimento do movimento hermenêutico conhecido como a Escola da Exegese. Podemos citar com um dos motivos para a grande difusão, no meio acadêmico, das ideias desta corrente científica a obrigatoriedade do ensino deste código nas universidades francesas.

A respeito da obrigatoriedade do ensino dos ideais exegistas na França do início do século XIX, Bonnecase (1924, p.19 apud BOBBIO, 1961, p.82) afirma:

Deduz-se do discurso de Blondeau que o governo imperial quase que ordenou a exegese [grifo nosso], tendo as Faculdades de Direito por primeiro objetivo lutar contra as tendências filosóficas que se manifestavam, precariamente, aliás, na maior parte do tempo, no curso de legislação das escolas centrais[6]

Percebemos pela parte grifada o quanto era importante, para Napoleão Bonaparte, o ensino dos preceitos exegistas nas universidades. Tal fato justifica-se pelos ideais da Escola da Exegese proporcionarem um controle maior da população pelo Estado, contribuindo para a noção de que “o Direito e o Código Civil eram uma das formas de dominação de que Napoleão dispunha.”[7].

Além disso, é válido ressaltar que alguns dos principais expoentes da Escola da Exegese, como Alexandre Duranton, Charles Aubry e Frédéric Charles Rau, eram professores universitários na França pós-revolucionária.

A Hermenêutica Jurídica nos Tribunais Superiores

A interpretação de normas legais e constitucionais é amplamente utilizada pelos Tribunais Superiores pátrios, por meio de métodos hermenêuticos, para a melhor aplicação nos casos concretos. Vejamos aqui um exemplo do STF:

EMENTA RECURSO EXTRAORDINÁRIO. CONSTITUCIONAL. TRIBUTÁRIO. IMUNIDADE. HERMENÊUTICA. CONTRIBUIÇÃO AO PIS E COFINS. NÃO INCIDÊNCIA. TELEOLOGIA DA NORMA. VARIAÇÃO CAMBIAL POSITIVA. OPERAÇÃO DE EXPORTAÇÃO.

I – Esta Suprema Corte, nas inúmeras oportunidades em que debatida a questão da hermenêutica constitucional aplicada ao tema das imunidades, adotou a interpretação teleológica do instituto, a emprestar-lhe abrangência maior, com escopo de assegurar à norma supralegal máxima efetividade.

II – O contrato de câmbio constitui negócio inerente à exportação, diretamente associado aos negócios realizados em moeda estrangeira. Consubstancia etapa inafastável do processo de exportação de bens e serviços, pois todas as transações com residentes no exterior pressupõem a efetivação de uma operação cambial, consistente na troca de moedas.

III – O legislador constituinte – ao contemplar na redação do art. 149, § 2º, I, da Lei Maior as “receitas decorrentes de exportação” – conferiu maior amplitude à desoneração constitucional, suprimindo do alcance da competência impositiva federal todas as receitas que resultem da exportação, que nela encontrem a sua causa, representando consequências financeiras do negócio jurídico de compra e venda internacional. A intenção plasmada na Carta Política é a de desonerar as exportações por completo, a fim de que as empresas brasileiras não sejam coagidas a exportarem os tributos que, de outra forma, onerariam as operações de exportação, quer de modo direto, quer indireto.
[…]

(RE 627815, Relator(a): ROSA WEBER, Tribunal Pleno, julgado em 23-05-2013, ACÓRDÃO ELETRÔNICO REPERCUSSÃO GERAL – MÉRITO DJe-192 DIVULG 30-09-2013 PUBLIC 01-10-2013 RTJ VOL-00228-01 PP-00678)

Vejamos agora um exemplo do Superior Tribunal de Justiça:

RECURSO ESPECIAL REPRESENTATIVO DA CONTROVÉRSIA. DIREITO PENAL. FURTO. PRECEDENTE JUDICIAL VINCULATÓRIO. REEXAME DE ORIENTAÇÃO JURISPRUDENCIAL. NECESSIDADE. HERMENÊUTICA JURÍDICA. NÃO INCIDÊNCIA DA MAJORANTE DO REPOUSO NOTURNO NO FURTO QUALIFICADO. AUMENTO DE PENA EM RAZÃO DE FURTO COMETIDO DURANTE O REPOUSO NOTURNO. DESPROPORCIONALIDADE.

1. Na formulação de precedente judicial, sobretudo diante de sua carga vinculatória, as orientações jurisprudenciais, ainda que reiteradas, devem ser reexaminadas para que se mantenham ou se adéquem à possibilidade de evolução de entendimento.

2. A interpretação sistemática pelo viés topográfico revela que a causa de aumento de pena relativa ao cometimento do crime de furto durante o repouso noturno, prevista no art. 155, § 1º, do CP, não incide nas hipóteses de furto qualificado, previstas no art. 155, § 4º, do CP. […]

5. Recurso especial parcialmente provido.

(REsp n. 1.888.756/SP, relator Ministro João Otávio de Noronha, Terceira Seção, julgado em 25/5/2022, DJe de 27/6/2022.)

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    Referências Bibliográficas

    BOBBIO, Norberto. O positivismo jurídico: Lições de filosofia do direito. São Paulo: Ícone, 1995.
    BONAVIDES, Paulo. Curso de Direito Constitucional. 27. ed. – São Paulo: Malheiros
    BORGES, José Ademir Campos. O processo do conhecimento humano e as correntes do pensamento jurídico. In: Jus Navigandi, Teresina, ano 10, n. 685, 21 maio 2005 . Disponível em: <http://jus.com.br/revista/texto/6751>. Acesso em: 13 set. 2012.
    LIMA, Iara Menezes. Escola da Exegese. In: Revista brasileira de estudos políticos, Belo Horizonte, n. 97, jan 2008. Disponível em: http://www.pos.direito.ufmg.br/rbep/097105122.pdf. Acesso em set 2012.
    MAGALHÃES FILHO, Glauco Barreira. Hermenêutica e unidade axiológica da Constituição. 3. ed. - Belo Horizonte: Mandamentos, 2004.
    ________________. Hermenêutica Jurídica Clássica. 2. ed. – Belo Horizonte: Mandamentos, 2003.
    MELO, Liana Holanda de. Hermenêutica jurídica: a escola da exegese e o mito da neutralidade. In:Âmbito Jurídico, Rio Grande, XIV, n. 85, fev 2011. Disponível em: <http://www.ambito-juridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=9031&revista_caderno=15>. Acesso em set 2012.
    Imagem: Pixabay
    [1]  É válido ressaltar que a própria palavra “hermenêutica” tem origem grega. Essa palavra possui similaridades com a grafia do nome do deus grego “Hermes”. Este deus foi, segundo a mitologia grega, o inventor da linguagem e da escrita. Tal fato corrobora com a afirmação de que a origem da hermenêutica possui estreitas ligações com a teologia pagã.
    [2]  MAGALHÃES FILHO, Glauco Barreira. Hermenêutica e unidade axiológica da Constituição, p. 33-34
    [3] Iremos nos ater ao cristianismo devido a sua maior presença no Brasil. Todavia, é válido ressaltar que essa religião não foi a única a se preocupar com a interpretaçao de seu livro sagrado. Dentre essas religiões, podemos citar o Islamismo, com a existência do Tafsir, que era o texto de comentário, escrito pelos mufassires, sobre o Corão, a religião Hindu, com o desenvolvimento da Escola de Mimamsa e o judaísmo, com o trabalho de interpretação do Torá pelos doutores da lei judaica.
    [4]  MAGALHÃES FILHO, Glauco Barreira. Op.cit., p. 34-35
    [5]  MAGALHÃES FILHO, Glauco Barreira. Op.cit., p. 37
    [6] BONNECASE, Julien. L'école de l'exégèse en droit civil. In: BOBBIO, Norberto. O positivismo jurídico: lições de filosofia do direito:  São Paulo: Ícone, 1995. p. 82.
    [7] MELO, Liana Holanda de. Hermenêutica jurídica: a escola da exegese e o mito da neutralidade. In:Âmbito Jurídico, Rio Grande, XIV, n. 85, fev 2011.

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    Artigos

    Analogia no Direito: o que é e como aplicar?

    Redação Direito Diário

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    em

    analogia no direito

    A compreensão do Direito enquanto sistema de normas no qual qualquer conflito social encontrará resposta demanda um ordenamento jurídico dotado de unidade, coerência e completude.

    Unido, pois o ordenamento será composto por um todo de normas hierarquizadas que lhe dão forma, sendo a superior o fundamento de validade da inferior. 

    Coeso, pois não poderão subsistir antinomias no seu interior; devendo ser excluídas do sistema normas que a ele não sejam incompatíveis por critérios de temporalidade, especificidade ou hierarquia.

    Completo, pois o juiz ao se deparar com um conflito posto à sua apreciação não poderá apelar ao non liquet; deverá encontrar no Direito uma resposta ao caso e julgá-lo, já que o sistema não possui [em tese] lacunas.

    Sobre a História da Analogia no Direito

    O instituto da analogia no Direito moderno surge como decorrência do terceiro dogma do ordenamento: a sua pretensão de completude. Já se podia extraí-la do art. 4º do Code Napoléon. O Direito sempre deverá ter uma resposta. Às vezes, mais clarividente; outras vezes, mais velada.

    Diriam os exegéticos que a analogia nada mais é do que o descortinar da norma oculta já dada pelo legislador, mas que não se fazia evidente na lei. Bobbiovai além ao afirmar que, por meio do argumentum a simili, o sistema jurídico expande-se, abarcando situações não contidas previamente na lei.

    Aproveite e veja esse artigo sobre as Contribuições da Escola da Exegese. Também pode averiguar sobre as origens e principais características da Escola da Exegese.

    Em Organon, de Aristóteles, já se tinha referência ao raciocínio analógico: “A guerra dos focenses contra os tebanos é ruim; a guerra dos atenienses contra os tebanos é semelhante à guerra dos focenses contra os tebanos; a guerra dos atenienses contra os tebanos é ruim”.

    A analogia no Direito também é milenar. O Digesto romano já a previa: “Não podendo qualquer artigo individual da lei ou dos decretos do Senado compreender o caso consultado, mas sendo clara a razão da decisão, deverá aquele que exerce a jurisdição dizer por similitude o direito” (Digesto Juliano – Dig. 1.3.12).2

    Pois bem, antes de nos aprofundamos sobre a analogia no Direito, convém entender a analogia em suas raízes lógicas. Por excelência, a analogia é um instituto da lógica; o Direito apenas o tomou por empréstimo.

    Do grego “αναλογία”, ou proporção, a analogia consiste em um juízo de identidade entre duas premissas assemelhadas, a partir das quais logicamente deverão emergir conclusões igualmente assemelhadas.

    Alerte-se que a analogia não busca a verdade empírica, mas a justeza lógico-discursiva. Não pretende a verdade substancial, mas a perfeição formal. Como qualquer instituto da lógica, o seu compromisso é a coerência do discurso, é a compatibilidade premissa-conclusão.

    Para deixar clara a problemática, vejamos um novo exercício lógico: Platão é mortal; cavalos são semelhantes a Platão; logo, cavalos são mortais. Perceba que no iter do raciocínio analógico surge uma anomalia silogística: “semelhante”. O que seria “semelhança”?

    Neste pormenor repousa o problema do silogismo em sistemas complexos como o jurídico. Desvendando a “semelhança”, percebe-se que o que acontece na segunda proposição [cavalos são semelhantes a Platão], na verdade, é um salto indutivo [premissa menor para premissa maior] seguido por um salto dedutivo [premissa maior para premissa menor].

    Explicando: o que há, na verdade, para que ocorra a analogia é a busca por um elemento comum entre ‘Platão’ e ‘cavalo’, ou seja, uma premissa maior [i. g., vida]. Para, enfim, com base nela, atingir-se a conclusão [cavalos são mortais]. Reconstruindo o exemplo: Platão é um ser vivo; Platão é mortal; logo, seres vivos são mortais. Com efeito, sendo os cavalos seres vivos; os cavalos são mortais.

    Quando o interprete se depara com um caso concreto que não possui previsão exata no texto legislativo, busca guarida na analogia para salvar a pretensão de completude do ordenamento jurídico da tempestade do imprevisível. Ou seja, a analogia no Direito é tomada como a exceção.

    A razão de a utilização da analogia no Direito ser apenas um recurso subsidiário decorre do fato de a analogia escapar do legislativamente tangível. No diapasão da supremacia do Legislativo, a analogia deve ser exceção, uma vez que é a válvula de escape encontrada pelo aplicador para integrar o sistema por meio de critérios alheios ao prévio exame dos “representantes do povo”.

    Analogia no Direito Brasileiro

    No direito brasileiro, a analogia está prevista como método de integração jurídico no art. 4º da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro: “Quando a lei for omissa, o juiz decidirá o caso de acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais de direito”.É a positivação da insuficiência do Estado legislativo: onde há “quando a lei for omissa”, leia-se “quando o legislador for omisso”.

    O dispositivo soaria quase como um mal necessário para um positivista clássico ao reconhecer a rebelião dos fatos diante da escassez do Direito legislativo. Derrotado, o legislador concede ao interprete pela analogia poder para, em menor escala, criar o Direito e apaziguar os ânimos sociais que nada se acalmam com o silêncio do Parlamento.

    Ao conceder poder criativo ao aplicador, surge o problema de definir como se dará tal analogia, uma vez que há infinitas variáveis interpretativas que poderão levar o processo analógico para uma direção ou para outra, pois o Direito não se resume ao simples silogismo. “O Direito não é uma ciência exata” é o que dizem os professores. Assim, o simples juízo de identidade torna-se um processo deveras complexo que saneia o problema da incompletude, mas expõe o problema da insegurança jurídica.

    No Direito, diversas normas se entrelaçam no processo lógico-cognitivo de interpretação. A infinitude de variáveis torna o processo lógico-silogístico instável e imprevisível, uma vez que as premissas poderão variar conforme variam a significação dos enunciados e a aplicabilidade das normas.

    Um exemplo bastante emblemático é analogia no Direito Penal. Como bem se sabe, este ramo do Direito é regido pela reserva legal4, o que inibe a utilização da analogia para a configuração de crime ou para a culminação de pena que não estejam previstas previamente em lei.

    Perceba que o que afasta a possibilidade criação do crime-por-analogia não é a impossibilidade do raciocínio analógico em si, mas, sim, a interferência de uma norma constitucional, que afasta a possibilidade do crime-por-analogia da conclusão lógica. Este é apenas um exemplo, ainda relativamente simples, de como as inter-relações normativas dificultam o processo analógico preciso no Direito.

    Inserida no contexto sócio-histórico, a analogia é, ao mesmo tempo, uma filha e uma denunciante da insuficiência do Estado-legislador. A complexibilização da sociedade pós-industrial deflagrou o processo de putrefação dos ideais legislativos de prever todos os incidentes sociais a priori e dotá-los de consequências plenamente previsíveis.

    A empreitada fracassou por partir de duas falsas premissas: (i) a suficiência dos enunciados linguísticos na premunição dos fatos sociais; e (ii) a capacidade legiferante de acompanhar as transformações sociais. Dentre as muitas proles deste processo, a analogia é uma filha emblemática.

    Ao mesmo tempo, a analogia já há tempos vinha denunciando, de forma discreta e eficaz, as limitações dos velhos paradigmas jurídicos sobressaltados pelo legalismo exegético e pelas ideias do Iluminismo.

    Como profeta de uma realidade adiada pelas reações legalistas, a analogia é uma proclamação da ruína do Estado-legislador. O séc. XIX foi do Legislativo; e o séc. XX foi do Executivo. Seria o séc. XXI do Judiciário? À questão só com o tempo dará respostas, mas o certo é que a analogia, com a desculpa de fechar as lacunas do sistema, já de longe anunciava as mudanças que estariam por vir na Ciência Jurídica.

    Quer se dedicar mais aos estudos? Uma boa forma de aprofundar seus conhecimentos é com os livros de Norberto Bobbio, que você pode conferir a seguir:

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    Especificações

    • Livro

    Referências

    1 BOBBIO, Norberto. Teoria do ordenamento jurídico. Tradução de Ari Marcelo Solon. São Paulo: Edipro, 2011, p. 147.

    2 Non possunt omnes articuli singillatim aut legibus aut senatus consultis compreendi: sed cum in aliqua causa sententia earum manifesta est, is qui iurisdictioni praeest ad similia procedere atque ita ius dicere debet.

    3 A analogia também se faz presente em outros diplomas legais: artigo 126 do Código de Processo Civil de 1973; artigo 140 do Código de Processo Civil de 2015; artigo 3º do Código de Processo Penal; artigo 8º da Consolidação das Leis do Trabalho; e artigo 108, inciso I, do Código Tributário Nacional.

    4 Constituição Federal de 1988: art. 5º, inc. XXXIX: não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal.

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    Direito Processual Penal

    Os 3 tipos de prisão cautelar do Código de Processo Penal

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    Prisão cautelar sofrida

    No processo penal brasileiro existe um instituto chamado prisão cautelar: uma constrição de liberdade que ocorre de forma não-definitiva, ou seja, que não é resultado de uma decisão condenatória transitada em julgado.

    O que é a Prisão Cautelar?

    Prisão cautelar não é nada mais que uma modalidade prevista pela Lei Processual Penal dentre as medidas cautelares, que, por sua vez, são medidas de natureza processual penal que buscam garantir o seguimento do processo e aplicação do poder de penar. Em outras palavras, são medidas que garantem que o processo possa seguir sem perturbação.

    Assim, a prisão cautelar busca garantir que o processo siga seu curso, impedindo que o acusado cometa outros crimes, prejudique a investigação ou ponha em risco a ordem pública.

    Em regra, quando falamos de prisão cautelar, podemos citar a prisão temporária, a prisão em flagrante, a prisão preventiva (NUCCI, 2014). Analisemos brevemente cada uma delas.

    Prisão Temporária

    Diferentemente das outras modalidades de prisão cautelar que iremos analisar, a prisão temporária não está descrita no Código de Processo Penal, mas em uma lei específica, a Lei nº 7.960/89. Ela foi criada com o fim de assegurar uma eficaz investigação policial, quando o delito a ser apurado for grave.

    O art. 1º da Lei 7.960/89 aborda as hipóteses em que se pode ser decretada a prisão temporária em seus três incisos, havendo entendimento doutrinário de que apenas um dos incisos não é o bastante para ensejar a prisão temporária, sendo necessário associar os incisos I ou II ao inciso III. In verbis, o art. 1º relata:

    Art. 1° Caberá prisão temporária:

    I – quando imprescindível para as investigações do inquérito policial;

    II – quando o indicado não tiver residência fixa ou não fornecer elementos necessários ao esclarecimento de sua identidade;

    III – quando houver fundadas razões, de acordo com qualquer prova admitida na legislação penal, de autoria ou participação do indiciado nos seguintes crimes:

    a) homicídio doloso (art. 121, caput, e seu § 2°);

    b) seqüestro ou cárcere privado (art. 148, caput, e seus §§ 1° e 2°);

    c) roubo (art. 157, caput, e seus §§ 1°, 2° e 3°);

    d) extorsão (art. 158, caput, e seus §§ 1° e 2°);

    e) extorsão mediante seqüestro (art. 159, caput, e seus §§ 1°, 2° e 3°);

    f) estupro (art. 213, caput, e sua combinação com o art. 223, caput, e parágrafo único);

    g) atentado violento ao pudor (art. 214, caput, e sua combinação com o art. 223, caput, e parágrafo único);

    h) rapto violento (art. 219, e sua combinação com o art. 223 caput, e parágrafo único);

    i) epidemia com resultado de morte (art. 267, § 1°);

    j) envenenamento de água potável ou substância alimentícia ou medicinal qualificado pela morte (art. 270, caput, combinado com art. 285);

    l) quadrilha ou bando (art. 288), todos do Código Penal;

    m) genocídio (arts. 1°, 2° e 3° da Lei n° 2.889, de 1° de outubro de 1956), em qualquer de sua formas típicas;

    n) tráfico de drogas (art. 12 da Lei n° 6.368, de 21 de outubro de 1976);

    o) crimes contra o sistema financeiro (Lei n° 7.492, de 16 de junho de 1986).

    p) crimes previstos na Lei de Terrorismo.

    Da mesma forma que a prisão preventiva, a temporária também necessita ser decretada em decisão fundamentada por um Juiz competente, e somente se a autoridade policial oferecer representação ou o Ministério Público apresentar requerimento, ou seja, não pode ser decretada de ofício.

    O prazo da prisão temporária será de cinco dias, podendo ser prorrogado uma vez por igual período, em caso de extrema e comprovada necessidade, ou de trinta dias (podendo ser prorrogado uma vez por igual período, em caso de extrema e comprovada necessidade) em casos de crimes hediondos ou equiparados a hediondos.

    Ao fim desse prazo, como descreve o art. 2º, §7º, da Lei 7.960/89, “o preso deverá ser posto imediatamente em liberdade, salvo se já tiver sido decretada sua prisão preventiva”.

    Caso a autoridade policial constate durante o prazo de prisão temporária que prendeu a pessoa errada ou que não há mais necessidade da custódia cautelar, pode-se soltar o suspeito.

    Ressalte-se, por fim, que a prisão temporária é uma prisão cautelar que visa garantir a segurança da investigação policial, portanto só é cabível a sua decretação durante a fase de inquérito policial. Uma vez já iniciado o processo penal propriamente dito, não há mais de se falar em prisão temporária.

    Por fim, a lei ainda estabelece que o preso temporário deve permanecer separado dos demais detentos.

    Prisão em Flagrante

    Descrita entre os artigos 301 e 310 do CPP, este tipo de prisão cautelar pode ser realizada por qualquer pessoa quando alguém for encontrado em flagrante delito. Ressalte-se que o dispositivo legal foi enfático no sentido de que “qualquer do povo poderá” enquanto “as autoridades policiais e seus agentes deverão”, expressando a faculdade do cidadão seria dever da polícia.

    De acordo com Nucci (2014), as prisões em flagrante possuem natureza administrativa e são realizadas no instante em que se desenvolve ou se encerra uma infração penal, a qual pode ser crime ou contravenção penal.

    Ademais, o art. 302 do CPP define o que seria o estado de flagrante delito como sendo:

    Art. 302. Considera-se em flagrante delito quem:

    I – está cometendo a infração penal;

    II – acaba de cometê-la;

    III – é perseguido, logo após, pela autoridade, pelo ofendido ou por qualquer pessoa, em situação que faça presumir ser autor da infração;

    IV – é encontrado, logo depois, com instrumentos, armas, objetos ou papéis que façam presumir ser ele autor da infração.

    Ressalte-se que em caso de delito permanente, o estado de flagrância ocorre enquanto não cessar a permanência do ato delituoso. Por exemplo: no caso do crime de sequestro (art. 148 do Código Penal), enquanto o sequestrado estiver em poder do sequestrador poderá ocorrer a prisão flagrancial.

    Como se pode ver pelo art. 302, existem algumas formas de flagrante, vejamos algumas das classificações.

    Inicialmente, o flagrante pode ser próprio, impróprio ou presumido. É próprio o flagrante quando o agente está em pleno desenvolvimento dos atos executórios da infração penal ou quando ele acabou de concluir a prática delitiva (incisos I e II do art. 302 CPP).

    O flagrante impróprio, por outro lado, ocorre quando o agente consegue fugir e, portanto, não é preso no local do delito, mas há elementos que em faça presumir ser o autor da infração (inciso III do art. 302 CPP).

    Por fim, nas palavras de Nucci (2014) o flagrante presumido se caracteriza “na situação do agente que, logo depois da prática do crime, embora não tenha sido perseguido, é encontrado portando instrumentos, armas, objetos ou papéis que demonstrem, por presunção, ser ele o autor da infração penal (inciso IV do art. 302 do CPP).”

    A outra diferenciação importante a ser feita em relação aos outros tipos de prisão cautelar é entre o flagrante preparado, o flagrante forjado e o flagrante esperado. O primeiro ocorre quando um agente provoca o suspeito a praticar um delito para que possa prendê-lo. Nesse caso, é preciso destacar que tratar-se-ia de um crime impossível, visto que seria inviável a sua consumação, já que o agente provocador iria agir no sentido de evitar a consumação do crime (NUCCI, 2014).

    O STF, inclusive, editou o enunciado sumulado nº 145 a respeito dessa situação, in litteris: “Não há crime quando a preparação do flagrante pela polícia torna impossível a sua consumação”.

    O flagrante forjado, por outro lado, seria um flagrante totalmente artificial, onde um terceiro iria organizar a situação para incriminar o agente, contudo a pessoa presa jamais pensou ou agiu para compor qualquer parte da infração penal (NUCCI, 2014).

    O flagrante esperado, por outro lado, é plenamente viável para autorizar a prisão em flagrante. Essa modalidade de prisão cautelar ocorre quando é avisado à autoridade policial que irá ocorrer um crime em determinado local. A polícia se desloca para o endereço informado e aguarda a ocorrência do delito para que possa tentar evitar o cometimento do crime e efetuar a prisão do agente.

    Contudo, como a autoridade policial não possui certeza sobre a informação prestada nem controla a ação do agente, é viável a consumação do crime. É preciso ressaltar ainda que caso a polícia tome todas as precauções para evitar a consumação do delito enquanto espera o flagrante, esta hipótese deixaria de ser um flagrante esperado para um caso de crime impossível, fazendo com que o agente não seja punível.

    Após a prisão, o flagranteado deve ser levado à presença da autoridade competente para a colheita de depoimentos e realização do interrogatório. Depois de tal procedimento e com base nas evidências colhidas, o acusado poderá (i) ser recolhido à prisão; (ii) ser solto mediante pagamento de fiança; (iii) ser solto sem pagamento de fiança.

    Ao receber o auto de prisão em flagrante, de acordo com o art. 310 do CPP, o juiz competente deverá, em até 24 horas após a prisão, promover a audiência de custódia e, nela, decidir de forma fundamentada se irá: (i) relaxar a prisão, caso ela seja ilegal; ou (ii) converter a prisão em preventiva, caso existam os requisitos para tal e se revelarem inadequadas as medidas cautelares diversas; ou (iii) conceder liberdade provisória com ou sem fiança.

    Prisão Preventiva

    Descrita entre os artigos 311 e 316 do CPP, as prisões preventivas são um tipo de prisão cautelar que podem ser decretadas pelo juiz em qualquer fase da investigação policial ou do processo penal a requerimento da Autoridade Policial, do Ministério Público, do querelante ou do assistente de acusação.

    ATENÇÃO! Após a entrada em vigor da lei nº 13.964/19, a decretação das prisões preventivas precisam ser provocadas, não havendo mais a hipótese de decretação de ofício pelo juiz.

    O decreto prisional, como qualquer outra decisão judicial, necessitar ser fundamentada. Nesse caso, existem alguns requisitos essenciais para a decretação: fumus commissi delicti e o periculum libertatis.

    O primeiro seria a prova da existência do crime e indício suficiente de autoria, enquanto o segundo seria o iminente perigo gerado por o agente permanecer em sociedade. Com relação ao periculum libertatis, a decisão deve ser motivada para a garantia da ordem pública, da ordem econômica, para a conveniência da instrução criminal ou para assegurar a aplicação da lei penal.

    A garantia da ordem pública é a fundamentação de interpretação mais ampla e flexível, uma vez que cabe ao juiz mensurar o abalo que o crime e suas consequências causam na sociedade, bem como se o delito pode provocar a prática de outras ações danosas.

    Nas palavras de Nucci (2014), a “garantia da ordem pública pode ser visualizada por vários fatores, dentre os quais: gravidade concreta da infração + repercussão social + periculosidade do agente. […]”.

    A garantia da ordem econômica seria uma espécie da garantia da ordem pública. Nessa hipótese, o agente poderia causar um grave dano à situação econômico financeira de uma instituição ou de órgão do Estado caso não seja segregado da sociedade.

    A conveniência da instrução criminal seria o motivo que visa proteger o correto andamento da ação penal. Nesse caso, tentasse evitar que o agente busque atrapalhar produção de provas, ameaçando testemunhas ou destruindo documentos, por exemplo.

    Já a garantia da aplicação da lei penal seria para assegurar ao Estado o exercício do seu direito de punir, caso o agente seja sentenciado como culpado. Assim, essa prisão cautelar busca, por exemplo, evitar que o agente fuja do distrito da culpa e não arque com as eventuais consequências legais de suas ações.

    Ademais, conforme bem apregoa o art. 312, parágrafo único, a prisão preventiva também poderá ser decretada em casos onde o agente descumpre alguma medida cautelar diversa da prisão (tirar a tornozeleira eletrônica, por exemplo).

    Contudo, mesmo que haja a presença comprovada do fumus commissi delicti e o periculum libertatis, não é possível a decretação da prisão preventiva para todos os crimes. De acordo com o art. 313, do CPP, temos que:

    Art. 313. Nos termos do art. 312 deste Código, será admitida a decretação da prisão preventiva:

    I – nos crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a 4 (quatro) anos;

    II – se tiver sido condenado por outro crime doloso, em sentença transitada em julgado, ressalvado o disposto no inciso I do caput do art. 64 do Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal;

    III – se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher, criança, adolescente, idoso, enfermo ou pessoa com deficiência, para garantir a execução das medidas protetivas de urgência;

    É importante ressaltar que, caso não se tenha certeza sobre a identidade civil do agente, ele poderá permanecer preso até que seja corretamente identificado, quando o juiz deverá realizar a análise supra detalhada sobre a manutenção ou não do encarceramento.

    Há ainda a ressalva expressa, no parágrafo segundo do artigo supra citado, de que não se pode decretar a prisão preventiva com a finalidade de antecipar o eventual cumprimento de pena ou como “decorrência imediata de investigação criminal ou da apresentação ou recebimento de denúncia.”

    Por fim, caso o juiz verifique não subsistem mais os requisitos para a manutenção da prisão preventiva, esta poderá ser revogada. Nessa hipótese, também é possível uma nova decretação, caso sobrevierem razões que a justifiquem.

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    Referências:

    NUCCI, Guilherme de Souza. Manual de Processo Penal e Execução Penal. 11. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2014.
    Imagem disponível em: <https://pixabay.com/pt/photos/pris%c3%a3o-cela-de-pris%c3%a3o-cadeia-crime-553836/>. Acesso em 26 nov 2021.
    Imagem: Pixabay

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