A verdade é que o mundo mudou. Aquilo o que as organizações buscam também mudou. E a natureza dessa nova realidade está cada vez mais evidente.

Para adequar-se a esse novo mundo, as organizações, cada vez mais, demandam um perfil empreendedor de seus membros. Esta é uma “exigência” do mercado, , em virtude de vivermos em uma sociedade de constantes transformações.

A pergunta a ser respondida então é: “por que empreender é uma atitude essencial para os lideres de hoje?”.

É simples. Porque as empresas, ONG’s e demais entidades hoje valorizam, não só as competências e habilidades técnicas, mas também as pessoais. Isso inclui uma visão empreendedora, pois, por meio dela, desafios são superados e inovações acontecem.

E como isso ocorre? Bem, o primeiro passo é selecionar uma boa ideia, o que pode ocorrer utilizando a ferramenta do “brainstorm”, na qual se anota todas as ideias que vêm à mente sem censurá-las, para depois, e só depois, filtrá-las. Além disso, é preciso observar que nossas melhores ideias podem se revelar em qualquer lugar, desde aquele momento antes de dormir ou mesmo em uma caminhada.

Entretanto, é bom frisar, que junto com as ideias vêm as oportunidades e a sua busca Esta procura de oportunidades tornou-se mais simples hoje, devido ao fácil acesso à informação que possuímos, o que envolve fazer escolhas e, especialmente, planejamento.

Porém, ainda mais importante do que ter a ideia é ter a iniciativa. Quantas boas ideias não morreram, pois seus idealizadores não tiveram a coragem de dar o primeiro passo, ou mesmo porque tiveram receio de expô-las para outras pessoas? Muitos podem argumentar, por incontáveis motivos, que a ideia é de difícil execução e com isso não tomar a iniciativa. Contudo, isso só diminui sua chance de sucesso de alguma para nenhuma.

Por fim, é necessário seguir adiante, apesar das dificuldades. Assim, o grau de resiliência de um líder é o que o diferencia, como verdadeiro empreendedor, de uma pessoa que tentou empreender. Vencer desafios é a alma do espírito empreendedor.

Ou seja, em síntese, empreender é uma atitude, ou melhor, uma mudança de atitude, que tem como elementos básicos: a ideia, a iniciativa, e a resiliência. Essa maneira de pensar, quando aplicada, pode mudar ou mesmo revolucionar pessoas, organizações e até sistemas econômicos.

E a boa notícia é que é possível ser empreendedor na advocacia também, contudo isso depende da parte mais importante do processo de empreender: ter iniciativa.

Assim, pode-se empreender investindo em nichos novos ou pouco explorados no mundo jurídico brasileiro ou na sua região, fornecendo serviços de métodos alternativos de resolução de conflitos, ou investindo na advocacia preventiva, por exemplo. Bem como ter a iniciativa de se instalar em algum local com demanda pouco aproveitada em algum segmento da atividade advocatícia.

Além disso, pode-se empreender na captação de clientes, por meio das mídias sociais, alimentando com conteúdo de qualidade a sua pagina pessoal e a de seu escritório nas mais variadas redes sociais, como facebook, twitter, likedin entre outras, observando sempre as restrições da OAB sobre o assunto.

Outra forma de conseguir empreender é simplesmente estando presente, pois o fato estar presente em eventos traduz-se em aumento de chances de oportunidades aparecerem. Portanto, a ideia de ministrar palestras sempre que possível é bastante válida. E se for para um público de outras áreas do conhecimento, melhor ainda, pois, a chance de conseguir contatos e futuros clientes é ainda maior, investindo sempre, claro, no design e na distribuição dos cartões de visita.

Por fim é preciso, principalmente, ter a iniciativa de melhorar e de inovar sempre, com o intuito de alcançar a excelência na gestão financeira e na gestão dos processos administrativos do escritório. Para que esses processos sejam compatíveis com a cultura da organização, pois a advocacia, apesar de sua natureza “sui generis”, obedece tanto aos princípios da administração como ao das empresas propriamente ditas.

Em face de todo o exposto, percebe-se a importância de o profissional do Direito possuir um conhecimento sistemático e multidisciplinar, a fim de se tornar um líder e um empreendedor de sucesso.

Referências:
 Disponível em: <http://www.oabgo.org.br/oab/sistema-de-inteligencia-e-mercado/marketing-juridico-artigos/veja-50-ideias-de-marketing-de-guerrilha-para-advogados/>. Acesso em 06/09/2016.
 Disponível em: <http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/advogado-corporativo/2016/01/27/direito-e-empreendedorismo/>. Acesso em 06/09/2016.
Imagem: <http://www.aurum.com.br/wp-content/uploads/2015/09/AURUM3.jpg>. Acessado em 06/09/2016.

 

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